FUTURO DE lSRAEL! Após Acerto Sensitiva Anuncia Destino | 10/10/2023

 A guerra avança e consequência começa a se tornar uma mancha na história da humanidade.

O conflito entre Israel e o grupo palestino Hamas se intensificou nos últimos dias, causando mortes, feridos e destruição em ambos os lados. O que começou como uma escalada de tensão em Jerusalém, onde os palestinos protestavam contra as restrições de acesso à Esplanada das Mesquitas e contra as ordens de despejo de famílias árabes em um bairro da cidade, se transformou em uma guerra aberta que envolveu também o Líbano. 

No dia 7 de outubro, o Hamas surpreendeu Israel com um ataque por terra, que se infiltrou no sul do país a partir da Faixa de Gaza, onde o grupo controla o território. Os militantes do Hamas conseguiram invadir várias comunidades israelenses, matando civis e soldados. Israel reagiu com operações terrestres e aéreas para expulsar os invasores e retomar o controle das áreas.


Ao mesmo tempo, o Hamas lançou milhares de foguetes contra Israel, atingindo cidades como Tel Aviv, Jerusalém, Haifa e Beer Sheva. Alguns dos foguetes foram interceptados pelo sistema de defesa antimísseis de Israel, chamado de Cúpula de Ferro, mas muitos conseguiram passar e causar danos e vítimas. Israel respondeu com mísseis e bombardeios na Faixa de Gaza, onde também houve muitas mortes e feridos, além de prédios destruídos. 

O conflito se estendeu também à fronteira norte de Israel, onde o grupo libanês Hezbollah, aliado do Hamas, atacou Israel na região do Monte Dov, uma área disputada entre os dois países. Israel respondeu com disparos contra o Líbano, aumentando a tensão na região. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o país está em guerra e que não vai parar até restaurar a segurança e a tranquilidade dos seus cidadãos. Ele acusou o Hamas de ser uma organização terrorista apoiada pelo Irã e disse que Israel tem o direito de se defender dos ataques.


O Hamas, por sua vez, disse que está lutando pela libertação da Palestina e pela defesa dos seus lugares sagrados em Jerusalém. Ele pediu o apoio dos países árabes e muçulmanos para enfrentar Israel. A comunidade internacional tem expressado preocupação com a situação e tem pedido o fim da violência. O Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir o assunto, mas não chegou a um consenso sobre uma declaração conjunta. 

Os Estados Unidos, que são aliados de Israel, disseram que apoiam o direito de Israel de se defender, mas também pediram moderação e a proteção dos civis. Outros países, como a Rússia, a China, a Turquia e o Irã, condenaram as ações de Israel e pediram o fim da ocupação dos territórios palestinos. 

O conflito entre Israel e o Hamas é um dos mais antigos e complexos do mundo, com raízes históricas, religiosas e políticas. As tentativas de paz entre os dois lados têm sido infrutíferas ao longo dos anos, e a situação atual mostra que ainda há muito caminho a percorrer para alcançar uma solução pacífica e duradoura.

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SEGREDO DO CAPITÃO! Chegou a Hora de Revelar, lSRAEL, Sensitiva Gritou | 09/10/2023

Ataque covarde! Grupo terrorista ataca Israel e comete crimes contra a humanidade.

O ataque do Hamas a Israel neste sábado (7) foi um dos maiores e mais violentos confrontos entre os dois lados nos últimos anos. O grupo islâmico armado, que controla a Faixa de Gaza, lançou mais de 5 mil foguetes contra o sul de Israel, em uma operação chamada de "Dilúvio de Al-Aqsa". Além dos foguetes, vários militantes do Hamas se infiltraram no território israelense por meio de túneis, motocicletas e paraquedas, e atacaram civis e soldados com armas de fogo.


O ataque surpreendeu Israel, que estava celebrando o feriado judaico de Sucot. As sirenes de alerta soaram logo após o amanhecer, e os moradores da região foram orientados a buscar abrigo ou se deitar no chão. Uma das cidades mais atingidas foi Sderot, que fica a apenas 1,6 km de Gaza. Lá, testemunhas relataram cenas de pânico e terror, com carros pegando fogo, pessoas baleadas e sequestradas, e soldados mortos nas ruas. 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que o país "está em guerra" e convocou os chefes do sistema de segurança para combater os terroristas que se infiltraram. O ministro da Defesa, Yoav Gallant, disse que o Hamas "cometeu um grave erro e lançou uma guerra" contra Israel, e que as tropas israelenses estavam lutando contra o inimigo em todos os locais. As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram que entraram em prontidão para guerra e que dezenas de caças estavam realizando ataques aéreos contra instalações do Hamas em Gaza.


O presidente palestino, Mahmoud Abbas, defendeu o direito do seu povo de se defender contra o "terror dos colonos e das tropas de ocupação". O Hamas reivindicou o ataque como uma resposta à violência israelense contra os palestinos na mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém. O grupo disse que o objetivo era retomar o território ocupado por Israel desde 1967. 

O saldo do ataque foi trágico para ambos os lados. Segundo os serviços de emergência israelenses, pelo menos 22 pessoas morreram e 250 ficaram feridas em Israel. Ainda não há dados oficiais sobre as vítimas em Gaza, mas estima-se que centenas de palestinos tenham perdido a vida nos bombardeios israelenses. O ataque também provocou uma crise humanitária na região, com falta de água, comida, energia e medicamentos.

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LIMITES DA PEC! STF na Parede, O Brasil Agiu, Vidente Carlinhos Arrepia | 08/10/2023

Congresso avança contra STF e limites propostos pela PEC já tem primeira aprovação.

A PEC que limita os poderes do STF é uma proposta de emenda à Constituição que visa alterar as regras do funcionamento do Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte do país. A PEC foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em 4 de outubro de 2023, em uma votação rápida e unânime, e agora aguarda a análise do plenário do Senado e da Câmara dos Deputados. 

A PEC tem como objetivo principal restringir as decisões individuais dos ministros do STF, que são chamadas de decisões monocráticas, e os pedidos de vista, que são solicitações de mais tempo para analisar um processo. Essas práticas são consideradas abusivas e contrárias à separação de poderes pelo autor da PEC, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), que alega que elas geram insegurança jurídica e interferem nas competências dos outros poderes. 

A PEC também estabelece prazos para o julgamento de ações de controle abstrato de constitucionalidade, que são aquelas que questionam a validade de leis ou atos normativos em relação à Constituição.


A PEC é vista como uma forma de retaliação do Congresso ao STF, que tem tomado decisões contrárias aos interesses de alguns parlamentares, especialmente da ala conservadora. 

Entre as decisões polêmicas do STF estão a criminalização da homofobia, a proibição das conduções coercitivas, a suspensão da transferência do ex-presidente Lula para São Paulo, a anulação das condenações da Lava Jato contra Lula, a liberação da vacinação obrigatória contra a Covid-19 e a autorização para estados e municípios comprarem vacinas sem o aval do governo federal. 

O STF ainda não se manifestou oficialmente sobre a PEC, mas alguns ministros já criticaram a iniciativa, alegando que ela fere a independência do Judiciário e a harmonia entre os poderes.


O ministro Gilmar Mendes disse que a PEC é uma "tentativa de intimidação" e que o Congresso deveria se preocupar com outras questões mais urgentes, como a reforma tributária e a crise fiscal. O ministro Alexandre de Moraes afirmou que a PEC é inconstitucional e que o STF não aceitará qualquer tipo de interferência em sua autonomia. 

A PEC que limita os poderes do STF é uma proposta polêmica e controversa, que pode gerar um conflito institucional entre os poderes da República. A PEC ainda precisa passar por várias etapas antes de ser promulgada, mas já provoca debates acalorados na sociedade brasileira sobre o papel e os limites do STF na democracia.


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REVlRAVOLTA! Caso dos Médicos Mudou Tudo, Chay Grazik Arrepia | 07/10/2023

Morte de irmão de Sâmia Bonfim comove toda a esquerda, essa comoção não é vista com outras pessoas.

O Brasil viveu nesta quinta-feira (5/10) um dia de luto e revolta pela morte brutal de três médicos, entre eles o irmão da deputada federal Sâmia Bonfim (PSOL-SP), o ortopedista Diego Ralf Bomfim. Eles foram executados a tiros por criminosos que chegaram em um carro branco e dispararam mais de 20 vezes contra eles, sem levar nada, em um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. A polícia investiga as motivações do crime e a possível participação de milicianos.


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), determinou que a Polícia Federal acompanhe as investigações sobre a execução, que pode ter relação com a atuação política de Sâmia Bonfim e de seu marido, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que são críticos ferrenhos do governo Bolsonaro e defensores dos direitos humanos. 

Dino também manifestou sua solidariedade aos familiares das vítimas e disse que analisará juridicamente o caso após as providências iniciais imediatas. Ele ainda conversou com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), que também afirmou que o caso se trata de uma execução. O secretário executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, irá ao Rio e se reunirá com a direção da PF e com o governo do estado. 

O crime contra os médicos chocou o país e gerou diversas manifestações de pesar e indignação de autoridades políticas, como o presidente Lula (PT), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MDB-MG), e o partido PSOL. Eles cobraram justiça e apontaram a gravidade da violência no Brasil, que atinge especialmente os defensores dos direitos humanos e da democracia. Eles também prestaram homenagens às vítimas, que eram profissionais dedicados à saúde pública e à ciência.


Sâmia Bonfim, que é uma das principais lideranças da esquerda brasileira, agradeceu as mensagens de apoio que recebeu e disse que seu irmão era um homem generoso, amoroso e comprometido com a vida. Ela também afirmou que não se calará diante da barbárie e que seguirá lutando por um país mais justo e humano. Ela pediu que as autoridades esclareçam o crime e punam os responsáveis. O Brasil precisa urgentemente de paz, justiça e respeito à vida. 

Não podemos aceitar que crimes como esse fiquem impunes e que a violência se torne banal. É preciso defender a democracia e os direitos humanos contra os ataques dos que querem nos silenciar. O assassinato dos médicos é um atentado contra toda a sociedade brasileira. Isso ninguém nega, no entanto é necessário que toda vida seja tratada com essa importância, e sabemos que não é isso que acontece.

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Créditos Chaline Grazik

Instagram Oficial: https://www.instagram.com/cha.grazik/

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BRlGA GlGANTE! Destino na Balança, Congresso vs STF, Vidente Cigano Arrepia | 06/10/2023

Mais um capítulo na disputa de poder entre o STF e o congresso.

A PEC que limita os poderes do STF é uma proposta de emenda à Constituição que visa restringir as decisões individuais e os pedidos de vista dos ministros do Supremo Tribunal Federal, bem como estabelecer prazos máximos para julgamento das ações de controle abstrato de constitucionalidade. 

A PEC foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta quarta-feira (4) por unanimidade, sem pedidos para discutir a matéria. Agora, a PEC será encaminhada para o plenário do Senado, onde precisará ser aprovada em dois turnos por três quintos dos senadores. 

Depois, seguirá para a Câmara dos Deputados, onde também precisará passar por dois turnos de votação com o mesmo quórum. O autor da PEC, senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), argumentou que as mudanças não retiram as prerrogativas dos ministros do STF, mas trazem um regramento e uma racionalização do exercício desses institutos. 

Ele criticou o ativismo judicial, a postura errática e a atuação atentatória ao princípio da colegialidade verificado no Supremo. O relator da matéria, senador Esperidião Amin (PP-SC), também se manifestou favoravelmente à PEC, citando estudos que confirmam que a decisão monocrática deixou de ser exceção para se tornar presente na quase totalidade dos julgamentos do STF.


A aprovação na CCJ se deu após o ministro Nunes Marques suspender as quebras de sigilo de Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, aprovadas pela CPMI dos ataques golpistas de 8 de janeiro. A decisão do ministro foi considerada abusiva e sem fundamentação pelos parlamentares. A PEC é vista como uma forma de conter os excessos e os abusos cometidos pelo STF, que tem interferido nas competências dos outros poderes e nas liberdades individuais dos cidadãos. 

A PEC é apoiada por diversos setores da sociedade civil, como juristas, advogados, professores, jornalistas e movimentos sociais. Eles defendem que a PEC é necessária para garantir o equilíbrio entre os poderes e o respeito à Constituição. Eles também afirmam que a PEC não fere a independência do STF, mas apenas impõe limites ao seu poder.


Por outro lado, a PEC é criticada por alguns setores que alegam que ela representa uma ameaça à democracia e ao Estado de Direito. Eles argumentam que a PEC é uma tentativa de intimidar e enfraquecer o STF, que tem sido um contraponto aos ataques às instituições e aos direitos humanos promovidos pelo governo federal. 

Eles também sustentam que a PEC viola a cláusula pétrea da separação dos poderes e a autonomia do STF. A PEC é um tema polêmico e controverso que envolve questões jurídicas, políticas e sociais. Ela reflete o momento de crise institucional que o país atravessa e o papel do STF na defesa ou na violação da Constituição. A PEC pode ter consequências significativas para o futuro da democracia brasileira.

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 Edição e texto: Theta Wellington
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