REBULlÇO! STF Torna Janones Réu, A luz Venceu, Chay Grazik Atualiza | 17/06/2024

STF Torna André Janones Réu por Ofensas a Bolsonaro com Decisão de 8 a 3.

Por 8 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu transformar o deputado André Janones (Avante-MG) em réu por ofensas dirigidas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As declarações, feitas por Janones em suas redes sociais, incluíram termos como "assassino", "bandido fujão" e "miliciano ladrão de joias". 

O julgamento, realizado em sessão virtual, contou com uma maioria expressiva de ministros que consideraram que Janones ultrapassou os limites da liberdade de expressão e da imunidade parlamentar. A relatora da ação, ministra Cármen Lúcia, destacou que as ofensas proferidas por Janones não se enquadravam no âmbito de sua atuação como parlamentar, tampouco tinham relação direta com o exercício do mandato. Segundo ela, os indícios de autoria e materialidade das ofensas eram claros, justificando o recebimento da queixa-crime. Em seu voto, a ministra enfatizou que a natureza das declarações de Janones se desviava do debate político e parecia visar exclusivamente atacar a pessoa de Bolsonaro, afastando assim a aplicação da imunidade parlamentar.


Cármen Lúcia foi acompanhada em seu voto pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Nunes Marques, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux. Todos concordaram que Janones havia excedido os limites legais da liberdade de expressão ao proferir insultos que, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), eram caluniosos e desproporcionais. A ministra Cármen Lúcia observou que a menção de Janones a Bolsonaro como "miliciano" e "ladrão de joias" era particularmente grave e fora do contexto de qualquer discussão política relevante. 

Contrário ao entendimento da maioria, o ministro Cristiano Zanin votou contra o recebimento da denúncia, sendo acompanhado pelos ministros André Mendonça e Dias Toffoli. Zanin argumentou que, mesmo em casos de linguagem dura e crítica severa, a liberdade de expressão de parlamentares deveria ser amplamente protegida, considerando que suas declarações fazem parte de um debate mais amplo e democrático. No entanto, essa visão não foi suficiente para reverter o entendimento majoritário do STF.


Após o resultado do julgamento, André Janones usou suas redes sociais para comentar a decisão. O deputado afirmou que, paradoxalmente, a aceitação da denúncia confirmava a hipocrisia de Bolsonaro, que, segundo ele, defende a liberdade de expressão absoluta quando está em posição de acusador, mas recorre ao sistema judicial para silenciar seus adversários quando é alvo de críticas. Janones declarou ainda que continuará sua luta contra o que considera serem injustiças e ataques à democracia. 

Essa decisão do STF ressalta a importância do equilíbrio entre a liberdade de expressão e o respeito à honra e à dignidade das pessoas, especialmente em um ambiente político acalorado. Ao transformar Janones em réu, o Supremo Tribunal envia um recado claro sobre os limites da imunidade parlamentar e a responsabilidade que vem com o uso da palavra, reafirmando que os direitos constitucionais não devem ser usados como escudo para ataques pessoais que extrapolam o debate político legítimo.

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ELE VAI VOLTAR! Anulação do TSE, Canhota em PÂNlC0, Vidente Cigano Gritou | 16/06/2024

Decisão do TSE Abre Precedente para Anulação de Outras Condenações de Bolsonaro.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tomou uma decisão significativa nesta quarta-feira, ao anular uma das três condenações que haviam suspendido os direitos políticos de Jair Bolsonaro. A decisão foi proferida pelo ministro Raul Araújo, que, ao analisar o recurso do ex-presidente em conjunto com Walter Braga Netto, considerou que ambos foram condenados de forma ilegal. 

Esta reviravolta não só restabelece parcialmente os direitos políticos de Bolsonaro, mas também abre portas para que as outras condenações sejam revistas. A anulação dessa condenação é vista como um marco importante na trajetória política de Jair Bolsonaro. Desde que teve seus direitos políticos suspensos, Bolsonaro e seus aliados têm argumentado sobre a legalidade e imparcialidade das decisões judiciais contra ele. Com a decisão do ministro Raul Araújo, essas alegações ganham um respaldo significativo, fortalecendo a narrativa de que as condenações anteriores podem ter sido injustas ou juridicamente frágeis.


Esta decisão também impacta diretamente o cenário político brasileiro. Ao anular uma das condenações, o TSE sinaliza uma disposição para reavaliar os processos que resultaram na suspensão dos direitos políticos do ex-presidente. Isso pode levar à revisão das outras condenações, especialmente se forem encontradas falhas semelhantes nos processos judiciais. A expectativa agora é que os advogados de Bolsonaro intensifiquem os esforços para anular as demais condenações. 

A decisão de Raul Araújo ressalta a importância de um judiciário justo e imparcial. Para muitos apoiadores de Bolsonaro, a anulação é um sinal de que o sistema judicial pode corrigir seus próprios erros, garantindo que todos, independentemente de sua posição política, recebam um julgamento justo. Isso reforça a confiança no TSE e no sistema judiciário como um todo, destacando a capacidade das instituições brasileiras de rever e corrigir suas decisões.


Além disso, a anulação da condenação de Bolsonaro pode ter um efeito dominó em outras ações judiciais contra ele. Os advogados de defesa certamente utilizarão essa decisão como precedente para questionar e potencialmente anular as outras duas condenações. Se isso ocorrer, Bolsonaro poderia recuperar completamente seus direitos políticos, permitindo um retorno mais robusto ao cenário político e possivelmente influenciando futuras eleições. 

Em suma, a decisão do TSE de anular uma das condenações de Jair Bolsonaro é um desenvolvimento crucial, que não apenas reestabelece parte de seus direitos políticos, mas também abre caminho para a revisão e possível anulação das outras condenações. Esta reviravolta judicial destaca a importância de um judiciário vigilante e imparcial e pode marcar o início de uma nova fase na carreira política de Bolsonaro, com implicações significativas para o panorama político brasileiro.

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REVIRAVOLTA! Ascenderam o Pavio, Luz Brasil, Vidente Cigano Atualiza | 15/06/2024

Leniente com Irregularidades, TCU Aprova Contas do Governo Lula Apesar de Distorções de R$ 20 Bilhões. Atitude é bem diferente de quando Bolsonaro era presidente.

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, com ressalvas, as contas do governo federal referentes ao exercício de 2023, revelando uma postura preocupantemente leniente diante de graves distorções e limitações financeiras. Segundo o relatório, apresentado pelo ministro Vital do Rêgo, foram identificadas distorções de R$ 20 bilhões e limitações de escopo no ativo total, que alcançam impressionantes R$ 114,6 bilhões. 

Apesar da gravidade das irregularidades, o TCU optou por aprovar as contas, demonstrando uma falta de pulso firme na fiscalização do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão do TCU contrasta fortemente com a postura adotada em 2016, quando o tribunal recomendou a reprovação das contas da então presidente Dilma Rousseff, em meio ao escândalo das "pedaladas fiscais". Naquela ocasião, a rigorosa fiscalização do TCU foi decisiva para a denúncia de irregularidades que culminaram no processo de impeachment. Contudo, agora, mesmo diante de evidentes distorções financeiras, a mesma entidade parece adotar uma postura mais branda, levantando dúvidas sobre sua imparcialidade e eficácia na fiscalização dos atos do governo atual.


A aprovação com ressalvas das contas de 2023 não é um mero detalhe técnico, mas sim uma demonstração de que o TCU tem sido permissivo com os desvios contábeis do governo. Entre as irregularidades destacadas, está a desproporção no Sistema de Proteção dos Militares, que arrecadou R$ 9 bilhões, mas teve uma despesa de R$ 59 bilhões, revelando uma cobertura previdenciária de apenas 15%. Essa discrepância não apenas evidencia a ineficiência na gestão de recursos públicos, mas também levanta questões sobre a alocação de fundos em áreas prioritárias. 

A presença de figuras de alto escalão, como o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, na sessão de aprovação das contas, sublinha a relevância do evento. No entanto, a participação dessas autoridades não impediu que a sessão transcorresse sem a devida pressão para uma análise mais rigorosa das contas governamentais. O resultado é uma clara indicação de que, mesmo diante de números alarmantes, a fiscalização do governo tem sido insuficiente.


Essa leniência do TCU é particularmente preocupante num contexto em que o governo tem ampliado suas despesas, como evidenciado pelo aumento de R$ 13 bilhões em gastos previdenciários. A aprovação das contas, mesmo com ressalvas, sem uma ação mais contundente, sinaliza para a administração pública que há margem para continuar com práticas fiscais questionáveis sem enfrentar consequências severas. 

Isso enfraquece a confiança na eficácia dos mecanismos de controle e fiscalização que deveriam assegurar a transparência e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos. O TCU, como guardião da correta aplicação dos recursos públicos, tem a responsabilidade de agir com rigor e independência. A aprovação das contas de 2023, apesar das severas distorções, mostra que o tribunal falhou em exercer plenamente seu papel fiscalizador. É essencial que essa postura seja reavaliada para garantir que futuras auditorias sejam conduzidas com a seriedade e a independência necessárias para prevenir e corrigir desvios que comprometem a integridade e a eficácia da gestão pública no Brasil.


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B0MBA! Moeda de Troca, Algo Grande, Sensitiva Arrepiou no Tarô | 14/06/2024

Boatos Alarmantes: Moraes Usaria Julgamento de Bolsonaro como Moeda de Troca Política.

Nos bastidores da política brasileira, um novo boato está gerando indignação e desconfiança. Aliados próximos de Jair Bolsonaro alertaram o ex-presidente sobre uma possível estratégia do ministro Alexandre de Moraes, que estaria disposto a usar o julgamento de Bolsonaro como uma "carta na manga". 

A especulação sugere que, para evitar um impeachment no futuro, Moraes poderia usar o caso como moeda de troca, aliviando as pressões sobre Bolsonaro em troca de não se tornar alvo de um processo de impeachment em um eventual Senado mais bolsonarista em 2027. A possibilidade de uma negociação dessa natureza é perturbadora, ainda mais por envolver o Supremo Tribunal Federal (STF), uma instituição que deve ser um baluarte de justiça e imparcialidade. A ideia de que decisões judiciais possam ser usadas como instrumento de barganha política é um reflexo alarmante de uma crise institucional que vai além da mera retórica política. É crucial lembrar, no entanto, que estas informações não foram confirmadas e permanecem no campo dos rumores e especulações.


Ministros do STF, ao serem consultados sob sigilo, têm se mostrado céticos quanto à possibilidade de tais manobras. Eles destacam que o tribunal provavelmente julgará Bolsonaro muito antes de 2027, eliminando a necessidade de qualquer negociação futura. Além disso, acreditam que o STF possui outras formas de lidar com a hostilidade de senadores de direita, sem recorrer a estratégias que comprometeriam sua integridade e a confiança pública na Justiça. A suposta manobra de Alexandre de Moraes levanta questões sobre a ética e a transparência no sistema judicial brasileiro. Se for verdade que tais trocas estão sendo consideradas, estaríamos diante de uma erosão significativa dos princípios que sustentam a independência dos poderes e a justiça no país. É essencial que quaisquer ações do Supremo sejam pautadas pela lei e não por considerações políticas ou pessoais, para manter a confiança da população na integridade das instituições.


A disseminação desses boatos também serve para aumentar a desconfiança e a polarização política, exacerbando as divisões existentes no Brasil. Enquanto as especulações não são confirmadas, elas alimentam narrativas de conspiração que minam a coesão social e a fé nas estruturas democráticas. A transparência e a comunicação clara por parte das instituições são fundamentais para dissipar essas dúvidas e garantir que a justiça seja vista como imparcial e justa. Em resumo, embora seja necessário investigar e discutir essas alegações, é importante lembrar que, até o momento, nada foi confirmado. As informações que circulam permanecem no reino das especulações, e devemos manter um olhar crítico e cético sobre tais boatos, focando na necessidade de um sistema judicial transparente e independente.

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O MlTO TINHA RAZÃO! Governo Mostrou as Garras, Vidente Cigano Gritou | 13/06/2024

Hipocrisia Governamental: Cortes em Programas Sociais Enquanto Aumenta Gastos com Previdência.

O recente corte de R$ 5,7 bilhões realizado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em setores essenciais levanta questões graves sobre as prioridades da administração atual. Entre os setores afetados estão programas vitais como a Farmácia Popular, que sofreu uma redução significativa de R$ 185 milhões no sistema de gratuidade e R$ 107 milhões no sistema de co-pagamento, e o Auxílio Gás, que teve uma redução de R$ 69,7 milhões. 

Esses cortes não só comprometem a saúde e o bem-estar da população mais vulnerável, mas também evidenciam uma clara desconexão entre o discurso governamental e as ações práticas. Enquanto o governo argumenta que esses cortes não comprometerão políticas públicas ou atividades essenciais, a realidade é que eles atingem diretamente áreas críticas que beneficiam milhares de brasileiros. O programa Farmácia Popular, por exemplo, oferece medicamentos gratuitos e descontos significativos para a população de baixa renda, sendo um suporte crucial para aqueles que não têm condições de arcar com os custos de tratamentos médicos. Reduzir a verba desse programa é um golpe direto na saúde pública, especialmente em um momento em que o país enfrenta desafios contínuos na área de saúde.


Além disso, a educação também sofre com a tesourada, com a implantação de escolas em tempo integral perdendo R$ 165,8 milhões. Este corte afeta diretamente um dos pilares para a formação de futuras gerações e a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. O impacto na educação integral não só limita o acesso a uma formação completa e de qualidade para crianças e jovens, mas também enfraquece a promessa do governo de investir na educação como uma prioridade. 

A ironia é gritante: enquanto o governo declara a educação como prioridade, suas ações mostram exatamente o contrário. Em contraste, os gastos com benefícios previdenciários aumentaram em R$ 13 bilhões. Embora seja essencial garantir que aposentados e pensionistas recebam seus benefícios de forma justa, esse aumento de despesas sem uma revisão criteriosa das fontes de financiamento destaca uma inconsistência preocupante na gestão orçamentária do governo. A decisão de elevar os gastos com Previdência sem considerar outras necessidades urgentes do país parece ser uma medida desbalanceada, que não leva em conta o equilíbrio necessário entre assistência social e desenvolvimento de infraestruturas críticas.


Os cortes também afetam a Receita Federal, a Polícia Federal e o Exército, instituições fundamentais para a manutenção da ordem e da justiça no país. A redução dos recursos destinados a essas entidades compromete não apenas a segurança pública, mas também a eficiência na coleta de impostos e no combate à corrupção, o que contradiz a retórica do governo de fortalecer essas áreas. O impacto dessas reduções é sentido diretamente na capacidade do Estado de cumprir suas obrigações básicas e de oferecer serviços de qualidade à população. 

A hipocrisia do governo ao cortar verbas de setores que diretamente beneficiam o povo, enquanto aumenta os gastos em outras áreas, é alarmante. É fundamental que haja uma reavaliação das prioridades e uma alocação mais justa e equilibrada dos recursos públicos. O corte de verbas em áreas essenciais, combinado com o aumento de despesas em outros setores, expõe uma gestão míope e descomprometida com os verdadeiros interesses da população. O governo precisa, urgentemente, rever suas estratégias e focar em políticas que realmente promovam o bem-estar e a justiça social para todos os brasileiros.

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DERRUBADA ACONTECEU! Congresso no FlM? Cigana Sulamita Arrepia | 12/06/2024

STF Usurpa Função do Congresso ao Exigir Nova Lei para Proteção do Pantanal.

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Congresso Nacional aprove uma lei para a proteção do Pantanal em 18 meses, decisão tomada por 9 a 2. Esta decisão é vista como uma interferência preocupante nos assuntos do Legislativo, desrespeitando a harmonia e a independência entre os três poderes, essenciais para a democracia no Brasil.

A justificativa do STF de que o Congresso foi omisso na proteção do Pantanal é questionável, pois já existem leis estaduais e o Código Florestal regulando a questão. A imposição do STF afeta a autonomia legislativa do Congresso, que tem a competência exclusiva de criar leis, e desrespeita o processo legislativo democrático. O STF, ao estipular um prazo, desconsidera o contexto e as prioridades do Congresso, que tem sua própria agenda. Tal atitude contribui para a deterioração da relação entre os poderes e ameaça a essência da democracia, que se baseia na independência e no respeito mútuo entre Executivo, Legislativo e Judiciário.

Além disso, o argumento de que o Congresso foi omisso ignora o robusto arcabouço legal ambiental existente no Brasil. A decisão do STF pode impactar negativamente as cadeias produtivas da agropecuária, afetando pequenos produtores rurais.

O STF, ao se aventurar em áreas de competência do Legislativo, desvirtua sua função constitucional, que é julgar a constitucionalidade das leis e assegurar direitos fundamentais. A imposição de um prazo para o Congresso legislar sobre a proteção do Pantanal representa uma tentativa indevida de imposição e judicialização da política, fragilizando a democracia e minando a confiança nas instituições. É essencial que os três poderes atuem de forma harmônica e independente, respeitando suas competências e fortalecendo o Estado de Direito.

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DESTlN0 TRÁGlC0! Governo CAl, Não Veja Isso, Chay Grazik Gritou | 11/06/2024

Haddad Encobre Verdades ao Enfrentar Críticas Sobre Arcabouço Fiscal e Medida Provisória.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, recentemente convocou uma coletiva de imprensa em caráter de emergência para abordar rumores sobre possíveis mudanças no arcabouço fiscal do Brasil. Durante a reunião, ele se posicionou firmemente contra o que classificou como "informações irresponsáveis", que teriam sido divulgadas de forma descontextualizada. Segundo Haddad, essas informações foram mal interpretadas, causando uma valorização inesperada do dólar e uma queda significativa na Bolsa de Valores. 

No entanto, a resposta evasiva do ministro não fez mais do que levantar suspeitas sobre a transparência e a veracidade das suas declarações. Haddad tentou justificar o comentário sobre um possível contingenciamento de gastos como uma medida padrão, dizendo que tal ação seria considerada apenas se as despesas obrigatórias ultrapassassem as previsões. No entanto, essa justificativa soa como uma tentativa desesperada de minimizar a gravidade da situação e abafar a controvérsia. A fala de Haddad pode até ser vista como um reflexo de um governo que, em vez de enfrentar os problemas de frente, prefere ocultar os verdadeiros desafios e maquiar a realidade econômica do país.


Durante a coletiva, o ministro também criticou a Medida Provisória da Compensação e a reação negativa que recebeu de alguns setores da economia. Ele atribuiu as críticas a mal-entendidos e a uma interpretação superficial da proposta, mas não reconheceu a falta de articulação política do governo, que tem sido um dos principais pontos de crítica. Ao invés de aceitar as falhas e trabalhar para melhorar a comunicação e a articulação, Haddad optou por culpar terceiros pela percepção negativa da medida, evidenciando um governo que se recusa a reconhecer seus próprios erros. 

A controvérsia em torno da Medida Provisória já está gerando tensões no Congresso Nacional, onde parlamentares e representantes do setor empresarial expressam sua oposição. A reação adversa demonstra a incapacidade do governo de lidar com críticas construtivas e de ajustar suas estratégias de acordo com as necessidades reais do país. Ao insistir em desconsiderar essas críticas, Haddad e o governo apenas alimentam a desconfiança e a insatisfação, dificultando ainda mais a implementação de políticas econômicas eficazes.


A insistência de Haddad em afirmar seu compromisso com o equilíbrio fiscal e a condução cuidadosa das políticas econômicas parece contradizer a realidade de um governo que enfrenta crescentes desafios para manter a credibilidade e a confiança do mercado. As ações recentes e a maneira como o governo tem lidado com as críticas só reforçam a percepção de que há uma desconexão entre o discurso oficial e as ações práticas, colocando em risco a estabilidade econômica do país. 

Em suma, a tentativa de Fernando Haddad de minimizar a gravidade dos vazamentos e das críticas à Medida Provisória expõe um governo que tenta esconder suas falhas atrás de um véu de justificativas frágeis. Ao invés de enfrentar a verdade e trabalhar para corrigir os problemas, o governo parece mais preocupado em controlar a narrativa e em manter uma fachada de estabilidade, uma abordagem que, no longo prazo, pode custar caro ao país.

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SE PREPARE! A Balança Pendeu, Brasília Esquenta, Vidente Cigano Gritou | 10/06/2024

Justiça Persegue Dissidentes e Ignora Crimes Reais: Hipocrisia à Vista.

É alarmante observar a forma como a justiça brasileira continua sua perseguição aos indivíduos ligados aos eventos de 8 de janeiro, enquanto criminosos de fato circulam livremente pelas ruas, colocando em xeque a eficiência e as prioridades do sistema judiciário do país. A recente decisão da Polícia Federal (PF) de solicitar a extradição de 65 foragidos que fugiram para a Argentina é um exemplo claro de como recursos estão sendo canalizados para uma cruzada que parece mais motivada por agendas políticas do que pela busca genuína de justiça e segurança pública. 

A Operação Lesa Pátria, que já entrou em sua 27ª fase, é um exemplo flagrante de como o sistema judiciário tem sido utilizado para perseguir aqueles que expressam dissidência política. A execução de 208 mandados de prisão em 18 estados e no Distrito Federal, com a prisão de 49 pessoas até o momento, demonstra um empenho desproporcional em caçar manifestantes e simpatizantes de um movimento político específico. Enquanto isso, os índices de criminalidade continuam alarmantemente altos, com crimes violentos sendo uma realidade cotidiana para muitos brasileiros, que esperam em vão por uma ação igualmente vigorosa contra verdadeiros delinquentes.


A intenção de extraditar esses indivíduos da Argentina reforça a sensação de que o Brasil está mais preocupado em silenciar vozes críticas do que em enfrentar os problemas reais que afligem a nação. A cooperação entre as autoridades brasileiras e argentinas para extraditar essas pessoas, acusadas de crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, parece uma ironia amarga quando se considera que crimes de maior impacto social, como homicídios, tráfico de drogas e corrupção, continuam a ocorrer com uma frequência perturbadora e muitas vezes impunes. 

A obsessão em buscar e punir cada envolvido nos atos de 8 de janeiro, enquanto criminosos perigosos continuam soltos, revela uma distorção das prioridades da justiça. A Operação Lesa Pátria não só busca os autores intelectuais e financiadores dos ataques aos prédios do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e STF, mas também mira qualquer um que possa ser remotamente associado aos eventos. Esta abordagem minuciosa e exaustiva contrasta fortemente com a leniência e a ineficácia frequentemente observadas na investigação e punição de crimes que afetam diretamente a vida e a segurança dos cidadãos comuns.


Ao insistir nessa linha de ação, a justiça brasileira corre o risco de alienar ainda mais a população, que já sofre com um sentimento de desconfiança e descrença no sistema. A falta de uma resposta efetiva aos crimes que realmente importam para o cidadão comum apenas reforça a percepção de que a justiça é seletiva e servil a interesses específicos. 

A priorização de perseguições políticas em detrimento do combate ao crime cotidiano é uma demonstração clara de que algo está profundamente errado nas esferas de poder e decisão do país. Em resumo, a justiça brasileira precisa urgentemente recalibrar suas prioridades. A perseguição aos bolsonaristas e a dedicação desmedida de recursos e energia na Operação Lesa Pátria, enquanto bandidos de verdade permanecem impunes, é uma hipocrisia que não pode ser ignorada. O foco deve ser realinhado para atender às necessidades reais da população, garantindo segurança e justiça para todos, e não apenas para servir a interesses políticos momentâneos.

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DELAÇÃO PREMlADA! O Brasil está de olho, Astróloga Maricy Vogel Arrepia | 08/06/2024

Governo põe uma sombra de desconfiança sobre a Delação Premiada: Projeto na Câmara Limita Ferramenta Jurídica.

A recente movimentação na Câmara dos Deputados, liderada pelo presidente Arthur Lira (PP-AL), para votar a urgência de um projeto que proíbe a delação premiada de presos, expõe a crescente desconfiança e o uso inadequado dessa ferramenta jurídica pelo atual governo. A proposta, originalmente apresentada em 2016 pelo ex-deputado Wadih Damous (PT-RJ), visa impedir que colaborações premiadas sejam homologadas judicialmente enquanto o delator estiver preso. 

Tal mudança legislativa surge num contexto em que delações premiadas têm sido frequentemente questionadas por sua integridade e uso estratégico. A inclusão da urgência do projeto na pauta da Câmara, se aprovada, permitirá que a matéria seja votada diretamente no plenário, sem passar pelas comissões, acelerando o processo legislativo. Este movimento é particularmente relevante para o depoimento do tenente-coronel Mauro Cid contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, levantando suspeitas sobre a intenção de proteger certas figuras políticas ao limitar a eficácia da delação premiada.


O projeto argumenta que a proibição de homologar delações de presos é necessária para manter o caráter voluntário da colaboração e evitar a pressão psicológica que uma prisão cautelar pode exercer sobre o acusado. Isso se alinha à preocupação com a dignidade humana e o estado democrático de direito, evitando que prisões preventivas sejam usadas como ferramentas de coação para obter delações. 

A credibilidade da delação premiada foi severamente abalada após o caso de Mauro Cid, que alegou ter sido pressionado pela Polícia Federal durante sua delação enquanto estava preso. Em resposta, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, concedeu-lhe liberdade provisória, embora tenha mantido a validade do depoimento. Esse incidente expôs como a manipulação das condições de prisão pode comprometer a integridade das delações e, consequentemente, do sistema judiciário.


A delação de Mauro Cid levou à Operação Tempus Veritatis, que investigou supostas tentativas de golpe de Estado e a abolição do Estado Democrático de Direito após as eleições de 2022. Esta operação, que mirou figuras de alta patente e ex-ministros, demonstrou o impacto significativo que uma delação premiada pode ter nas investigações de alto nível. No entanto, a alegação de coerção sobre Cid lançou uma sombra sobre os métodos usados para obter tais delações, sugerindo um uso estratégico e possivelmente abusivo da ferramenta. 

A tentativa do governo de restringir a homologação de delações premiadas para aqueles em liberdade parece ser uma resposta direta às críticas e desconfianças geradas por casos recentes. Ao invés de reforçar a integridade do processo, essa medida pode ser vista como uma tentativa de blindagem política, minando ainda mais a confiança pública no sistema judicial e nas ferramentas de combate à corrupção.

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SlGlLO QUEBRAD0! Brasil Nunca Imaginava, Cigana Sulamita Gritou | 06/06/2024

Sigilo dos Correios Sobre Prejuízo Milionário Revela Falta de Transparência e Má Gestão.

A decisão dos Correios de impor sigilo sobre um prejuízo milionário é uma afronta à transparência e ao dever de prestar contas ao público. Nos primeiros três meses de 2024, a empresa pública sofreu um prejuízo alarmante, estimado em até R$ 800 milhões. Em vez de lidar com a crise de maneira aberta e responsável, a administração da empresa optou por ocultar os resultados econômicos-financeiros, alegando que o valor exato ainda está sendo calculado. 

Esse comportamento é inaceitável e evidencia uma tentativa desesperada de esconder a má gestão que assola a instituição. A má gestão dos Correios, evidenciada pelo prejuízo crescente, é um reflexo direto da incompetência dos gestores mantidos no cargo pelo governo Lula. Mesmo diante do aumento nas demandas por compras internacionais, que deveria impulsionar o desempenho financeiro da empresa, os Correios continuam a afundar em um mar de déficits. O balanço divulgado pela empresa revelou um prejuízo de R$ 597 milhões ao final de 2023, e a tendência só piora. É inadmissível que, em vez de tomar medidas corretivas, a resposta seja simplesmente esconder a extensão do desastre.


O sigilo imposto sobre os prejuízos dos Correios não é apenas uma falha de gestão; é uma violação do princípio fundamental de transparência que deve reger as empresas públicas. O público tem o direito de saber como os recursos estão sendo administrados e quais medidas estão sendo tomadas para corrigir os erros. Ao esconder esses dados, os Correios e, por extensão, o governo, demonstram um desprezo flagrante pelos princípios de governança e responsabilidade. O governo Lula precisa ser duramente criticado por permitir e, aparentemente, apoiar essa falta de transparência. Manter gestores incompetentes no cargo, que recorrem ao sigilo para esconder suas falhas, é um grave erro que só agrava a crise. A ocultação de informações não resolve os problemas; apenas adia o momento inevitável de enfrentá-los, muitas vezes com consequências ainda mais desastrosas. 


É crucial que os Correios e o governo adotem uma postura mais transparente e responsável. O sigilo imposto sobre os prejuízos não só mina a confiança pública, mas também impede uma avaliação precisa e a implementação de soluções eficazes. O governo deve exigir que os gestores prestem contas de suas ações e garantir que medidas corretivas sejam tomadas imediatamente. Mesmo diante das críticas e da pressão pública, a administração dos Correios e o governo precisam reconhecer o erro e reverter a decisão de impor sigilo. A transparência é essencial para a recuperação e melhoria dos serviços públicos. É imperativo que os prejuízos sejam divulgados e que um plano claro para corrigir a má gestão seja implementado. Somente assim os Correios poderão retomar o caminho da eficiência e do serviço de qualidade ao cidadão brasileiro.

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JÁ TEM 80% BRASIL! Se prepare, Governo tremeu, Sensitiva Arrepia | 05/06/2024

Governo Lula Sob Críticas por Ineficácia no Combate à Dengue: Brasil Concentra Mais de 80% dos Casos Mundiais

É inadmissível que o Brasil concentre mais de 80% dos casos de dengue do mundo em 2024, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esta estatística alarmante revela uma falha monumental do governo do presidente Lula em implementar medidas eficazes de combate à doença. Com 7,67 milhões de casos suspeitos e 3,57 milhões de casos confirmados de dengue em todo o mundo, é vergonhoso que 6,3 milhões das suspeitas e 3,04 milhões das confirmações ocorram no Brasil. 

Esses números são um claro indicativo da negligência governamental frente a um problema de saúde pública tão grave. A inércia do governo Lula é ainda mais evidente quando analisamos o número de mortes e casos graves. A OMS informou que 77,3% das 3.680 mortes globais por dengue e 82,3% dos 16.242 casos graves ocorreram no Brasil. Esses dados refletem uma falta de estratégias eficazes de prevenção e controle da dengue. O Ministério da Saúde, sob a liderança de Nísia Trindade, parece incapaz de lidar com a crise, resultando em 3.254 mortes confirmadas por dengue neste ano e 2.786 mortes ainda sob investigação.


Nos últimos cinco anos, o Brasil viu um aumento significativo nos casos de dengue, especialmente nas Américas. O número de casos superou os 7 milhões até abril de 2024, um aumento alarmante comparado aos 4,6 milhões de 2023. Esse triplo aumento no mesmo período do ano passado expõe a falha do governo Lula em prevenir a propagação do vírus. As iniciativas atuais claramente não estão à altura do desafio, e a população paga o preço por essa ineficácia. 

A OMS enfatiza a necessidade de uma vigilância robusta da dengue em tempo real e de intervenções eficazes de controle de vetores. No entanto, parece que o governo brasileiro está surdo a essas recomendações. As áreas de alto risco, como residências, escolas e hospitais, continuam sem as devidas ações de controle. Além disso, a vacinação, parte crucial de uma estratégia integrada de controle, não está sendo suficientemente promovida. A vacina TAK-003, por exemplo, indicada para crianças de 6 a 16 anos em áreas de alta disseminação, poderia ser uma ferramenta vital, mas sua implementação está aquém das necessidades.


A incapacidade do governo Lula de lidar com a crise da dengue não pode ser ignorada. A falta de políticas eficazes, a má gestão dos recursos e a ausência de uma liderança decisiva são fatores que contribuem para essa tragédia. O Ministério da Saúde deve ser responsabilizado pela sua inação e pela falha em proteger a população brasileira de uma doença evitável. 

A pressão internacional e a indignação pública são necessárias para forçar o governo a agir de maneira competente e imediata. Finalmente, em um raro momento de autorreflexão, o presidente Lula reconheceu a gravidade da situação e a necessidade urgente de uma abordagem mais proativa. Este reconhecimento, embora tardio, pode ser um passo na direção certa. No entanto, as ações falam mais alto que as palavras. É crucial que o governo agora implemente medidas concretas e eficazes para combater a dengue, protegendo a população brasileira e evitando mais mortes desnecessárias.

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🌻Clube Girassol Cigana Sulamita🌻

🌻Canal da Cigana Sulamita🌻
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ACONTECEU! Moraes Abandonou, Algo Grande, Sensitivo Gritou no Tarô | 04/06/2024

Ministro Alexandre de Moraes Deixa Liderança de Caso Após Conflito de Interesses em Investigação de Ameaças Contra sua Família.

É com profunda indignação que acompanhamos o desenrolar das investigações sobre ameaças violentas contra a família do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na manhã desta sexta-feira (31), a Polícia Federal prendeu dois suspeitos de proferirem essas ameaças, em uma operação autorizada pelo próprio ministro Moraes. 

Este fato levanta sérias questões sobre a imparcialidade e a ética no manejo deste caso, uma vez que o ministro se colocou à frente de um inquérito que investiga ameaças contra seus próprios familiares. A gravidade da situação não pode ser subestimada. A natureza violenta das ameaças, conforme defendido pelo ministro Moraes em nota oficial, justifica medidas drásticas para garantir a segurança de sua família. Entretanto, a decisão de conduzir pessoalmente a operação e autorizar as prisões preventivas, sem data definida para término, em locais como Rio de Janeiro e São Paulo, coloca em xeque a separação necessária entre vítima e investigador, comprometendo a lisura do processo.


Ademais, a nota do ministro destaca o monitoramento da rotina das vítimas como uma justificativa para a prisão dos suspeitos, alegando um risco concreto à ordem pública. Porém, é crucial considerar que a responsabilidade de investigar e julgar deve ser exercida de maneira imparcial e transparente. A presença do ministro Moraes como figura central na investigação pode suscitar dúvidas sobre a influência de interesses pessoais na condução do caso. 

O envolvimento de um fuzileiro naval entre os detidos e a subsequente participação da Marinha nas diligências agravam ainda mais a complexidade da situação. Isso levanta preocupações adicionais sobre a extensão da investigação e a necessidade de uma análise minuciosa por parte de instituições independentes. A solicitação de diligências pela Procuradoria-Geral da República para complementar as evidências reforça a importância de que todos os passos sejam rigorosamente supervisionados por autoridades imparciais.


A audiência de custódia dos presos, marcada para esta tarde, será conduzida pelo Desembargador Airton Vieira. Este é um momento crítico para avaliar a legalidade das prisões e a integridade das provas coletadas. No entanto, a presença continuada de Alexandre de Moraes como uma figura dominante na investigação pode prejudicar a percepção pública de justiça e equidade no tratamento do caso. 

Felizmente, em um raro ato de auto avaliação, o ministro Alexandre de Moraes reconheceu o conflito de interesses intrínseco à sua posição e tomou a decisão correta de se afastar da liderança direta das investigações. Este movimento, embora tardio, é um passo na direção certa para restaurar a confiança no processo judicial e assegurar que a justiça seja servida de maneira imparcial e justa.

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Canal do Vidente Lindomar:
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Edição e texto: Theta Wellington

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COMEÇO DO FlM! Canhota Ladeira Abaixo, Astróloga Maricy Vogel Avisa | 03/06/2024

Indignação com o Descaso dos Governos pela Educação Infantil.

A educação infantil é a base para o desenvolvimento de um país, mas, lamentavelmente, doze governos estaduais no Brasil têm negligenciado essa etapa crucial em seus orçamentos. Creches e pré-escolas, embora sejam de responsabilidade dos municípios, devem receber suporte financeiro dos estados, especialmente diante das dificuldades financeiras e técnicas enfrentadas pela maioria das prefeituras. É inaceitável que regiões com maiores desafios, como Norte e Nordeste, sejam deixadas de lado, aprofundando ainda mais as desigualdades sociais. 

Os dados do Instituto Articule são alarmantes e revelam uma triste realidade. Estados como Acre, Amapá, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins não mencionam sequer uma vez termos ligados à educação infantil em suas leis orçamentárias. Essa omissão é uma clara violação dos direitos das crianças e uma demonstração de como as prioridades governamentais estão desalinhadas com as necessidades básicas da população.


A falta de vagas em creches é um dos principais gargalos da educação brasileira, com 2,3 milhões de crianças de até três anos fora das escolas por dificuldades de acesso, segundo levantamento do Movimento Todos pela Educação. Os maiores índices de exclusão estão justamente nas regiões Norte e Nordeste, onde a ausência de previsão orçamentária para a educação infantil é mais evidente. Estados como Acre, com 48% das crianças fora das creches, não podem continuar ignorando essa realidade. 

A advogada Alessandra Gotti, presidente executiva do Instituto Articule, destaca que a Constituição brasileira prevê que as crianças têm prioridade absoluta na garantia de seus direitos, incluindo o direito à educação. No entanto, os estados têm falhado em cumprir com essa obrigação, deixando os municípios sobrecarregados e sem recursos suficientes para oferecer uma educação de qualidade desde a infância. Essa omissão não só prejudica o desenvolvimento das crianças, mas compromete o futuro do país.


O professor Rubens Barbosa, da Associação Nacional de Pesquisadores em Financiamento da Educação, afirma que é preciso mudar a cultura política para que os estados assumam suas responsabilidades. A educação infantil não pode ser tratada como uma mera questão assistencialista; é um direito fundamental que precisa estar claramente previsto e protegido nos orçamentos públicos. A redistribuição dos recursos fiscais dos estados e municípios, como prevê a emenda constitucional de 1996, deve ser usada prioritariamente para melhorar os índices educacionais. 

O MEC, por sua vez, também precisa cumprir seu papel no pacto federativo e garantir a oferta pública de educação infantil. O governo federal prometeu destravar obras de educação paradas, mas até agora nenhuma foi retomada. Com 1.317 obras de creches e pré-escolas paradas, é evidente que o compromisso com a educação infantil está longe de ser cumprido. É hora de os governos estaduais e federal agirem de forma responsável e prioritária para garantir que todas as crianças brasileiras tenham acesso à educação de qualidade desde os primeiros anos de vida.

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Créditos Maricy Vogel

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SE PREPARE! Capitão e Loirão Voltando, MED0 da Canhota, Vidente Cigano Arrepia | 02/06/2024

A verdade por traz da condenação de Donald Trump. Perigos da Parcialidade: A Necessidade de Imparcialidade Judicial no Caso Trump.

A condenação de Donald Trump em Nova York por suborno e fraude fiscal levanta sérias questões sobre a imparcialidade do sistema judicial quando juízes e promotores envolvidos têm ligações partidárias. O caso foi conduzido pelo juiz Juan Merchan, que já doou dinheiro para a campanha de Joe Biden e cuja filha é parte do alto escalão do Partido Democrata. 

Esta situação é um exemplo claro do perigo e da injustiça de se permitir que um juiz com interesses ou conexões contrárias julgue uma pessoa. A imparcialidade é um princípio fundamental da justiça. Quando um juiz tem uma conexão política ou pessoal que possa influenciar seu julgamento, a integridade do processo é comprometida. No caso de Trump, a ligação do juiz com o Partido Democrata e a atuação de sua filha em campanhas contra Trump levantam dúvidas sobre a equidade do julgamento. A presença de tais conflitos de interesse pode minar a confiança pública no sistema judicial.


Além disso, a percepção de parcialidade pode ter consequências graves. Se o público acredita que o julgamento foi influenciado por interesses políticos, a decisão judicial perde sua legitimidade. Isto é particularmente perigoso em casos de alta visibilidade, como o de Trump, onde as implicações vão além da pessoa julgada e afetam a percepção de todo o sistema judicial. A confiança na imparcialidade dos tribunais é essencial para a manutenção da ordem e da justiça em uma sociedade democrática. 

O envolvimento de promotores e juízes com interesses contrários ao réu pode ser visto como uma politização do sistema judicial. No caso de Trump, a participação de um promotor financiado por George Soros e a condução do caso por um juiz ligado ao Partido Democrata podem ser interpretadas como uma tentativa de usar o sistema judicial como uma arma política. Esta prática é perigosa, pois transforma o sistema de justiça em uma ferramenta para eliminar adversários políticos, em vez de buscar a verdade e a justiça.


Finalmente, o impacto de tais ações pode se estender além do tribunal. A politização do sistema judicial pode levar a uma escalada de retaliações políticas, onde cada lado tenta usar o poder judiciário para atacar o outro. Isto pode criar um ciclo vicioso de desconfiança e abuso de poder, enfraquecendo as bases da democracia. É crucial que os sistemas judiciais sejam mantidos livres de influências políticas para garantir que todos os cidadãos, independentemente de suas afiliações políticas, recebam um julgamento justo e imparcial. 

Em conclusão, permitir que um juiz com ligações contrárias julgue uma pessoa é um erro perigoso que pode comprometer a integridade do sistema judicial. A imparcialidade deve ser a pedra angular de qualquer julgamento para garantir que a justiça seja verdadeiramente servida. O caso de Donald Trump é um lembrete importante de que a justiça não deve ser politizada e que devemos sempre proteger a imparcialidade dos tribunais para manter a confiança pública no sistema judicial.

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Contato do Cigano

Whatsapp: (48) 99144-5662

Whatsapp: (48) 99178-8723

Fone fixo: (48) 3039-5893

 Edição e texto: Theta Wellington
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E AGORA LULA? Algo Grande Se Prepara, Astróloga Maricy Vogel Atualiza | 01/06/2024

Indignação com Lula: Presidente Ignora Morte de Brasileiro Refém do Hamas e Critica Israel.

A postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante do conflito entre Israel e o Hamas tem gerado uma grande indignação. No último sábado, durante a inauguração de obras na rodovia Dutra, em Guarulhos, Lula voltou a criticar Israel, afirmando que não pode se calar "diante de aberrações". No entanto, o que mais chocou foi a omissão do presidente em relação à confirmação da morte do brasileiro Michel Nisenbaum, 59, que era um dos reféns do grupo terrorista Hamas. É inadmissível que o presidente escolha ignorar uma tragédia tão pessoal e direta para o Brasil, preferindo reiterar suas críticas a Israel.


O presidente Lula preferiu focar em pedir solidariedade às mulheres e crianças palestinas, sem mencionar o sacrifício de um compatriota que perdeu a vida nas mãos de terroristas. É uma falta de sensibilidade e uma evidente manipulação política que visa distorcer os fatos em benefício de sua narrativa ideológica. Ignorar a morte de Michel Nisenbaum, enquanto se utiliza da plataforma para atacar Israel, mostra uma total desconexão com a realidade e as prioridades que deveriam nortear suas declarações. 

Durante seu discurso, Lula afirmou: "Quero pedir para vocês uma solidariedade às mulheres e crianças que estão morrendo na Palestina por conta da irresponsabilidade do governo de Israel". Ao mesmo tempo, ele se mostrou completamente alheio à dor e ao sofrimento da família de Michel, que esperava um posicionamento firme e de solidariedade do líder do seu país. Tal omissão não só desrespeita a memória do brasileiro assassinado, mas também demonstra uma parcialidade perigosa e irresponsável. 


Além disso, a constante insistência em criticar Israel enquanto ignora os atos terroristas cometidos pelo Hamas evidencia uma postura tendenciosa. É fundamental que o presidente de uma nação tenha uma visão equilibrada e justa, condenando todas as formas de violência e terrorismo, independentemente do lado em que ocorram. 

Lula falha em oferecer uma condenação clara ao Hamas, focando apenas em criticar Israel e, assim, perdendo a oportunidade de se posicionar como um verdadeiro mediador e pacificador. A atitude de Lula é um desserviço à diplomacia brasileira e uma ofensa àqueles que esperam que seu presidente defenda os interesses e a dignidade de todos os brasileiros. É crucial que ele reveja sua postura, reconheça a gravidade da morte de Michel Nisenbaum e adote uma posição mais equilibrada e justa, condenando todas as formas de violência e terrorismo sem preconceitos ou vieses ideológicos.

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Créditos Maricy Vogel

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