DESTlNO DE LULA! Agora não tem volta, Vidente Cigano Tinha Razão | 24/02/2024

 Lula acusa Israel mas deixa de lado a Rússia que está invadindo a Ucrânia. Essa fala pode causar seu impeachment.



No complexo xadrez da política internacional, as declarações de líderes mundiais frequentemente têm repercussões que ultrapassam fronteiras e desafiam alianças históricas. Recentemente, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva encontrou-se no olho de um turbilhão diplomático devido a comentários que privilegiaram críticas direcionadas a Israel, enquanto aparentemente negligenciaram ações da Rússia na Ucrânia. 

Tal postura desencadeou debates acalorados sobre as implicações dessas declarações no cenário internacional e, mais dramaticamente, levantou questionamentos sobre a possibilidade de um processo de impeachment ser instaurado contra ele.


A controvérsia ganhou destaque quando Lula, em suas falas, concentrou-se em acusar Israel de práticas que considerou questionáveis, sem oferecer um contraponto crítico equivalente às ações militares da Rússia na Ucrânia. Essa abordagem assimétrica não só surpreendeu observadores internacionais e analistas políticos mas também desencadeou uma tempestade política dentro do Brasil, onde a questão rapidamente transcendeu os limites do debate sobre política externa, adentrando o espinhoso terreno do direito constitucional brasileiro.

A acusação contra Israel por parte de Lula não passou despercebida e provocou uma reação imediata, não apenas no âmbito das relações diplomáticas mas também na esfera política interna do Brasil. O episódio serviu como catalisador para que setores da oposição considerassem a possibilidade de um impeachment, baseando-se no argumento de que as declarações do presidente poderiam constituir um crime de responsabilidade, dado o impacto potencialmente prejudicial à imagem e aos interesses do Brasil no contexto internacional.

A situação é agravada pelo fato de que, ao enfocar suas críticas a Israel e ao mesmo tempo omitir uma posição firme contra a Rússia pela invasão à Ucrânia, Lula parece adotar uma postura que desafia não só o equilíbrio delicado das relações internacionais mas também a coesão dentro de sua base de apoio e entre a população brasileira. Essa abordagem seletiva nas críticas a violações de direitos humanos e agressões militares levanta questões sobre a consistência e os princípios que orientam a política externa brasileira sob sua liderança.

A possibilidade de impeachment, embora extrema, reflete a profundidade das divisões políticas no Brasil e o papel significativo que a política externa e as declarações públicas de líderes podem desempenhar no fortalecimento ou na erosão de um mandato presidencial. 

Para que um processo de impeachment avance, seria necessário demonstrar que as ações de Lula configuram um crime de responsabilidade, conforme estabelecido pela legislação brasileira, um desafio que requer não apenas uma base legal sólida mas também um consenso político significativo.


Enquanto o Brasil e o mundo observam atentamente, o episódio sublinha a importância de uma diplomacia cuidadosamente calibrada e a necessidade de líderes políticos pesarem suas palavras e posições. Independentemente do desfecho, a controvérsia em torno das declarações de Lula sobre Israel e a Rússia ilustra os desafios inerentes à condução de uma política externa equilibrada em um mundo cada vez mais polarizado e as consequências potenciais dessas escolhas no âmbito doméstico.

À medida que o debate sobre o impeachment ganha corpo, o cenário político brasileiro enfrenta mais uma prova de sua capacidade de navegar por águas turbulentas, testando a resiliência das instituições democráticas do país e a habilidade de seus líderes em conciliar interesses nacionais com os valores universais de justiça e paz. O desafio que se apresenta não é apenas para Lula, mas para toda a nação, na busca por um caminho que reforce seu papel no palco internacional, ao mesmo tempo em que preserva a coesão e a estabilidade interna.

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PROTOCOLADO! Impeachment de Lula Avança, Vidente Cigano Estava Certo | 23/02/2024

Pedido de impeachment de Lula avança! Agora só depende de Arthur Lira.





A atmosfera política brasileira se intensifica à medida que o pedido de impeachment contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganha tração, marcando um momento significativo na recente história política do país. 

Esse movimento é liderado por membros da oposição, que atribuem ao presidente a acusação de crime de responsabilidade, centrando-se em suas declarações controversas sobre Israel e o Holocausto. A iniciativa rapidamente mobilizou o apoio de mais de 200 parlamentares, representando uma ampla gama de partidos, surpreendentemente incluindo alguns aliados do governo. Prevê-se que o pedido será formalmente apresentado na Câmara dos Deputados na quarta-feira, 21 de setembro.


O processo de impeachment no Brasil segue um protocolo rigorosamente delineado. A bola está agora no campo de Arthur Lira (PP-AL), Presidente da Câmara dos Deputados, cuja decisão de dar seguimento ao pedido determinará os próximos passos. Caso Lira opte por avançar, será constituída uma comissão especial responsável por avaliar a admissibilidade do pedido. A aprovação dessa fase inicial pela comissão leva à votação do parecer no plenário da Câmara, onde a obtenção de 342 votos favoráveis — correspondendo a dois terços dos 513 deputados — é necessária para autorizar a abertura do processo de impeachment.

Se aprovado pela Câmara, o processo segue para o Senado Federal, o órgão responsável por julgar o presidente. Nesta etapa, o presidente pode ser afastado temporariamente de suas funções por até 180 dias. A condenação e a consequente cassação do mandato presidencial exigem o apoio de dois terços dos senadores, ou seja, 54 dos 81 membros do Senado.

Até o presente momento, o presidente Lula não emitiu uma resposta oficial ao pedido de impeachment. Contudo, o Partido dos Trabalhadores (PT) e outros partidos aliados ao governo já expressaram veemente oposição à medida, classificando-a como uma tentativa golpista desprovida de base jurídica sólida. 



Além disso, o Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), manifestou sua percepção de que não existem fundamentos que justifiquem a instauração de um processo de impeachment contra o presidente neste contexto.


Este episódio reacende debates sobre a estabilidade democrática e a polarização política no Brasil, refletindo as profundas divisões dentro da sociedade e do espectro político do país. À medida que os eventos se desenrolam, a nação observa atentamente, consciente de que as decisões tomadas em Brasília terão implicações duradouras para o futuro político e social do Brasil. 

A tensão entre os poderes Executivo e Legislativo evidencia os desafios enfrentados pela democracia brasileira, em um momento em que o diálogo e o compromisso democrático são mais necessários do que nunca.

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SEM VOLTA! Declarado "persona non grata" Chay Grazik Arrepia | 22/02/2024

Lula é declarado como "persona non grata" por Israel e se torna proibido de pisar no país até que peça desculpas.


A recente "B0MBA" envolvendo o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o Estado de Israel trouxe à tona uma série de repercussões diplomáticas e políticas significativas. Durante uma coletiva de imprensa na Etiópia, no contexto da 37ª Cúpula da União Africana, Lula fez comparações contundentes entre as operações militares de Israel em Gaza contra o Hamas e o Holocausto, evento histórico que resultou no genocídio de milhões de judeus pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

As declarações de Lula provocaram uma resposta imediata de Israel, culminando na declaração de Lula como "persona non grata" pelo ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz. Este título simboliza um nível considerável de desaprovação nas relações internacionais, indicando que uma pessoa é considerada indesejável ou não bem-vinda em um país específico. A decisão de Israel reflete a gravidade com que suas autoridades interpretaram as comparações de Lula, vistas como um ataque antissemita e uma ofensa à memória das vítimas do nazismo.


A reação do governo brasileiro foi igualmente firme. O assessor especial de assuntos internacionais da Presidência, Celso Amorim, manifestou que não haveria desculpas por parte de Lula, argumentando que a postura do Brasil em relação ao conflito israelense-palestino sempre foi conduzida de maneira respeitosa e fundamentada na promoção da solução de dois Estados.

Esta situação gerou um clima de tensão diplomática entre Brasil e Israel, com potenciais implicações para a cooperação bilateral em diversas áreas. Além disso, o episódio atraiu atenção internacional, dividindo opiniões. Enquanto alguns defenderam o direito de Israel de se defender dos ataques do Hamas, outros apoiaram as declarações de Lula, criticando a violência empregada contra os palestinos.

A decisão de Israel de declarar o presidente brasileiro como "persona non grata" representa um momento significativo nas relações exteriores, evidenciando como declarações de líderes políticos em fóruns internacionais podem ter repercussões profundas. Além disso, destaca o delicado equilíbrio necessário ao abordar tópicos históricos e contemporâneos sensíveis, sublinhando a importância da diplomacia e do diálogo construtivo nas relações internacionais.


Em um contexto mais amplo, o incidente entre Lula e Israel reflete os desafios inerentes ao engajamento internacional sobre questões de conflito e paz, bem como a complexidade de abordar memórias históricas traumáticas como o Holocausto em debates públicos. A situação reitera a necessidade de uma comunicação cuidadosa e respeitosa por parte dos líderes mundiais, especialmente ao tratar de assuntos que envolvem profundas feridas históricas e questões de identidade nacional e cultural.

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Créditos Chaline Grazik

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A CASA CAlU! Moraes não contou tudo, Chay Grazik Arrepia | 21/02/2024

O que aconteceu com o ministro Alexandre de Moraes em Roma foi desmascarado. Mídia fala em abuso de autoridade.


Em um incidente que provocou extensas discussões e controvérsias, o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes se viu no centro de uma polêmica durante uma viagem a Roma, em julho de 2023. De acordo com relatos, Moraes e sua família enfrentaram uma situação hostil no aeroporto da cidade, protagonizada por um grupo de brasileiros. O evento não só gerou manchetes na imprensa mas também desencadeou uma investigação formal conduzida pela Polícia Federal (PF).

Conforme narrado pelo ministro, a animosidade começou quando ele e seus familiares foram abordados de forma agressiva por um indivíduo que se identificou como Roberto Mantovani Filho, um empresário e membro do PSD. Mantovani teria insultado Moraes e sua família com termos pejorativos, enquanto o filho do ministro, o advogado Alexandre Barci de Moraes, teria sido alvo de uma agressão física que resultou na queda de seus óculos. No entanto, as evidências físicas não corroboraram a ocorrência de violência, e a situação permaneceu envolta em dúvidas.

Foto: Reprodução


A família Mantovani contestou veementemente as acusações, alegando que foi o filho do ministro que incitou o desentendimento ao reagir negativamente a uma crítica ao STF. Eles argumentaram que qualquer contato físico entre as partes foi meramente defensivo, negando categoricamente a ocorrência de qualquer agressão. Diante dessa alegação, o Ministro Moraes recorreu à PF, iniciando uma investigação para esclarecer os eventos.

A repercussão do incidente alcançou esferas políticas elevadas, com figuras como o presidente Lula expressando sua condenação ao ato, considerando-o uma manifestação de selvageria. O PSD, por sua vez, optou por distanciar-se de Mantovani, excluindo-o do partido, uma decisão precipitada que reflete a pressão exercida pelas declarações de Moraes.

A investigação, que se estendeu por sete meses, mobilizou recursos significativos, incluindo buscas e apreensões nas propriedades de Mantovani e a quebra de sigilo das comunicações, medidas vistas por muitos como excessivas para a natureza do conflito. Apesar dos esforços, a investigação concluiu sem indiciar ninguém, classificando o ato como injúria real contra o filho de Moraes, um delito de baixo potencial ofensivo.

A condução da investigação pela PF suscitou debates sobre a proporcionalidade das ações tomadas em resposta ao incidente, levantando questões sobre possível abuso de autoridade. A intensidade da resposta legal contrasta fortemente com a maneira como outros desentendimentos similares são tratados, alimentando argumentos de que houve uma reação desproporcional por parte das autoridades.


O episódio de Roma destaca as tensões latentes entre o STF e certos segmentos da sociedade que questionam a atuação da Corte, especialmente em contextos políticos polarizados. Alexandre de Moraes, conhecido por ser relator de inquéritos sensíveis que investigam a disseminação de fake news, atos antidemocráticos e alegada interferência na PF, frequentemente se encontra na mira de críticas, particularmente de apoiadores do ex-presidente Bolsonaro, adversário político de Lula.

A situação em Roma, portanto, não é apenas um incidente isolado de hostilidade, mas um microcosmo das complexas dinâmicas que permeiam o cenário político brasileiro atual, evidenciando a necessidade de diálogo e respeito mútuo entre diferentes visões políticas e ideológicas no Brasil.

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VAl TREMER BRASlL! Capitão e o dia 25 Chegando, Vidente Gritou | 20/02/2024

Grande mídia mente sobre Bolsonaro mais uma vez!


Em um cenário político nacional cada vez mais polarizado, as previsões do Profeta Lindomar sobre uma celebração significativa prevista para o dia 25 de fevereiro ganharam destaque, em meio a relatos controversos sobre o suporte do eleitorado evangélico ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Contrariamente ao que alguns veículos de grande mídia divulgaram, a mobilização em torno de Bolsonaro não perdeu o apoio desse segmento vital. A questão central não reside na falta de apoio, mas sim na alteração da estratégia de financiamento para o evento planejado.

Silas Malafaia, uma figura proeminente dentro da comunidade evangélica e um fervoroso aliado de Bolsonaro, inicialmente considerou alocar recursos da Associação Vitória em Cristo para cobrir os custos de uma grande manifestação em São Paulo. No entanto, diante de uma enxurrada de críticas nas redes sociais, que questionavam a aplicação dos dízimos dos fiéis em uma causa política, Malafaia decidiu redirecionar o método de financiamento, optando por contribuir com recursos pessoais para a causa.


A manifestação, agendada para ocorrer na emblemática Avenida Paulista, reflete o contínuo esforço de Bolsonaro e seus simpatizantes para se manifestarem em prol da defesa do Estado Democrático de Direito e das liberdades civis. Enquanto Bolsonaro enfrenta acusações de tentativas de desestabilizar o governo atual de Luiz Inácio Lula da Silva, ele e seus apoiadores clamam por um ato pacífico de expressão política.

Silas Malafaia, conhecido por sua defesa veemente do governo Bolsonaro desde o início de seu mandato, reiterou seu apoio, comprometendo-se a financiar pessoalmente os custos associados à manifestação, incluindo aluguel de carros de som, produção de faixas e camisetas. Além disso, Malafaia prometeu mobilizar uma multidão de aproximadamente 10 mil pessoas, composta por pastores, líderes religiosos e membros das igrejas, para participar do evento.

Na tentativa de dissipar qualquer noção de conflito entre suas convicções religiosas e suas atividades políticas, Malafaia enfatizou sua intenção de exercer sua cidadania e liberdade de expressão, distinguindo claramente sua oposição às políticas do governo Lula — que, segundo ele, incluem medidas controversas como o aumento de impostos, a legalização das drogas e a expansão do acesso ao aborto.

Ademais, Malafaia respondeu às críticas sofridas nas redes sociais, desqualificando-as como manifestações de hipocrisia e inveja. Ele defendeu o uso de recursos da Associação Vitória em Cristo em variadas obras sociais, como creches, asilos, hospitais e instituições educacionais, garantindo que sua consciência permanece tranquila diante de suas decisões. Em sua visão, o apoio a Bolsonaro transcende a esfera política, refletindo um compromisso com os valores que acredita serem fundamentais para a sociedade brasileira.


Este episódio ilustra a complexa intersecção entre religião e política no Brasil, destacando as dinâmicas de apoio político dentro da comunidade evangélica e a importância da transparência e da ética no financiamento de atos políticos. Enquanto o país se prepara para a manifestação do dia 25 de fevereiro, as ações e as vozes de figuras como Silas Malafaia e Jair Bolsonaro continuam a influenciar o debate público e a forma como a sociedade brasileira aborda questões de liberdade, governança e expressão política.

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VERG0NHA MUNDlAL! Governo do Brasil na MlRA, Vidente Arrepia | 19/02/2024

Lula passa mais uma vergonha mundial! Ele se coloca contra os judeus de novo e acusa Israel.

A controvérsia envolvendo declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou destaque internacional após uma coletiva de imprensa realizada na Etiópia. 

Durante o evento, Lula fez comentários que foram interpretados como uma comparação entre as ações do exército israelense na Faixa de Gaza e os atos de genocídio perpetrados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Tais declarações provocaram uma reação imediata de autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que classificou as palavras de Lula como "vergonhosas e graves", acusando-o de banalizar o Holocausto e de prejudicar a imagem do povo judeu e o direito de Israel de se defender.

Esta situação colocou Lula e seu posicionamento no centro de uma polêmica global, suscitando debates acerca da diplomacia e da sensibilidade histórica em questões envolvendo o conflito israelense-palestino. Netanyahu argumentou que ao equiparar as ações de Israel com o genocídio nazista, Lula havia ultrapassado um limite moral e ético, uma vez que tal comparação é vista como um insulto profundo, não apenas ao povo judeu, mas também à memória das vítimas do Holocausto.


Em resposta à controvérsia, o governo de Israel convocou o embaixador brasileiro para uma reunião de repreensão, destacando a gravidade com que viu as declarações. Esse incidente ilustra a complexidade e a sensibilidade das relações internacionais, especialmente no que diz respeito ao conflito israelense-palestino, um tema que requer um equilíbrio cuidadoso entre crítica política e respeito histórico.


Além disso, as críticas a Lula não se limitaram às suas declarações sobre Israel. Observadores também apontaram a ausência de comentários críticos sobre outros temas geopolíticos contemporâneos, como a situação política na Venezuela e a morte de um líder político russo na mesma semana, destacando uma percebida inconsistência na abordagem do ex-presidente a questões de política externa.

Este episódio reflete a dificuldade de navegar o cenário político global, onde as palavras de líderes políticos podem ter repercussões profundas e desencadear respostas internacionais significativas. A controvérsia enfatiza a importância da precisão, do contexto e do respeito mútuo no discurso público, especialmente ao tratar de assuntos com profundas ramificações históricas e emocionais.

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FlM D0 SlSTEMA! Será Rasgado, Vidente Cigano Tinha Razão | 18/02/2024

O ex-presidente Fernando Collor pode ir para a prisão por causa de um caso de corrupção e lavagem de dinheiro.

A perspicácia de Cigano Iago, mais uma vez, se confirma nas cartas do tarô, antecipando um momento crítico na trajetória do ex-presidente Fernando Collor, envolto em alegações de corrupção e lavagem de dinheiro. Conforme revelado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Collor foi sentenciado a 8 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, embora ainda detenha a prerrogativa de apelar da decisão, abrindo um capítulo controverso que resgata memórias de um passado político conturbado.


Collor, outrora senador pelo estado de Alagoas, encontra-se no olho do furacão devido a acusações que o vinculam a um esquema de corrupção na BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, responsável pela comercialização de combustíveis. As denúncias sugerem que, entre 2010 e 2014, Collor teria beneficiado de subornos, trazendo à tona questionamentos sobre a integridade de sua atuação no Senado.

Em resposta, a defesa de Collor apresentou ao STF embargos de declaração, buscando esclarecer aspectos considerados obscuros ou contraditórios na sentença, e argumentando uma suposta negligência do tribunal em avaliar as evidências que poderiam exculpar seu cliente, além de alegar a violação ao direito de defesa.


Entretanto, o ministro relator Alexandre de Moraes rejeitou tal recurso, destacando a tentativa da defesa de reabrir discussões já resolvidas, sem identificar quaisquer pontos obscuros ou contraditórios na decisão condenatória. De Moraes enfatizou que o recurso parecia visar unicamente a protelação do cumprimento da pena.


A análise do recurso iniciou-se no plenário virtual do STF em 9 de fevereiro de 2024, metodologia que dispensa a presença física dos ministros, permitindo que deliberem remotamente dentro de um prazo estipulado. No entanto, o processo foi interrompido pelo pedido de vista do ministro Dias Toffoli, solicitando mais tempo para examinar o caso. 

Essa pausa no julgamento, que pode estender-se por até 90 dias, mantém Collor em liberdade, provocando reações mistas na esfera pública. Críticos acusam Toffoli de favorecimento e contribuição para a perpetuação da impunidade, enquanto questionam a eficiência do STF em julgar casos de corrupção que envolvem figuras políticas.


Neste cenário de incertezas e debates, Cigano Iago do Oriente lança sua visão sobre o desenrolar deste caso, evidenciando a complexidade do sistema judicial e a expectativa social por justiça. 

Suas previsões, imbuídas de um conhecimento místico, transcendem o ordinário, convidando a uma reflexão sobre o futuro não apenas de Collor, mas do próprio país diante dos desafios impostos pela corrupção e pela busca incessante pela integridade no cenário político nacional.

No vídeo a seguir o vidente Cigano Iago do Oriente fala sobre o sistema e o ato do próximo dia 25.

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