FlM TRAÇADO! Demorou, Mas Chegou, Chay Grazik Arrepia | 06/02/2024

Governo Lula não se segura, gasta mais do que devia e aumenta o déficit fiscal.

O déficit fiscal é a diferença entre as receitas e as despesas do governo em um determinado período. Quando o governo gasta mais do que arrecada, ele precisa se financiar com dívida pública, que tem um custo de juros e pode comprometer a sustentabilidade das contas públicas no longo prazo. 

É muito importante manter a meta fiscal. Bolsonaro entregou o país com um superávit(lucro) de 70 bilhões em 2022. O que foi muito importante pro equilíbrio fiscal. O governo Lula terminou o ano de 2023 com um déficit primário de R$ 230,5 bilhões, o segundo maior da história, depois de 2020. 

Esse resultado foi influenciado pelo pagamento antecipado de precatórios, que são dívidas judiciais do governo com pessoas físicas ou jurídicas. O governo pagou R$ 92,3 bilhões em precatórios em 2023, o que representou 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB).


Sem esse fator, o rombo teria sido de R$ 138,1 bilhões, ou 1,27% do PIB. Ainda assim, esse valor ficou acima da meta fiscal estabelecida pelo governo, que era de um déficit de R$ 118,9 bilhões, ou 1,1% do PIB. Agora some a isso iniciar o ano com o superávit de 70 bilhões deixados em 2022. 

Ou seja o atual governo gastou o que tinha sobrado do ano passado, a verba de 2023, e ainda gastou mais 230 bilhões. O governo tenta cumprir a meta fiscal desde 2014, quando iniciou uma série de déficits primários que se agravaram com a crise econômica e a pandemia de Covid-19. O governo Lula tem como meta fiscal para 2024 zerar o déficit primário, ou seja, equilibrar as receitas e as despesas, sem considerar os juros da dívida pública. 

No entanto, muitos analistas não acreditam que o governo conseguirá cumprir esse objetivo, pois ele depende de uma série de fatores, como o crescimento econômico, a arrecadação tributária, o controle dos gastos públicos, a reforma administrativa, a reforma tributária, a privatização de empresas estatais, entre outros.


A desculpa que o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, usou foi que o resultado de 2023 indica o início de um processo de recuperação fiscal, pois houve uma melhora em relação a 2020, quando o déficit primário foi de R$ 743,1 bilhões, ou 10% do PIB, o maior da história. 

Ceron afirmou que o governo está comprometido com o ajuste fiscal e com o respeito ao teto de gastos, que é uma regra constitucional que limita o aumento das despesas públicas à inflação do ano anterior. Claro que isso é uma tentativa de jogar a culpa para Bolsonaro, como a esquerda sempre faz. 

No entanto ele esqueceu de dizer que em 2020 ouve a pandemia, que o comércio e o país inteiro parou, que Bolsonaro criou o auxílio Brasil que deu dinheiro para as pessoas ficarem em casa, e ainda por cima pagou para todos os trabalhadores que não eram de grandes empresas os seus salários. O déficit fiscal do governo Lula em 2023 foi um tema de grande repercussão política e econômica, pois reflete os desafios que o país enfrenta para equilibrar as contas públicas e retomar o crescimento sustentável. 

O governo terá que fazer escolhas difíceis e buscar o apoio do Congresso Nacional e da sociedade para implementar as medidas necessárias para alcançar a meta fiscal de 2024 e reduzir a dívida pública, que já ultrapassa 90% do PIB.

CONFIRA O VÍDEO AQUI

Créditos Chaline Grazik

Instagram Oficial: https://www.instagram.com/cha.grazik/

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Um comentário:

  1. Anônimo17:43

    Déficit fiscal 2023 foi causado no desgoverno do bozó que vc protege,vamos lá para as contas, não pagou os precatórios, causou déficit aos estados com a mexida do ICMS , , melhor vc tirar aulas de tarô com vidente s que sabem mais

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