ACABOU! Governo no FlM, Aliado do Capitão, Vidente Cigano Gritou | 02/01/2024

Milei contrária Lula novamente! Vai se criando um clima horrível entre Brasil e Argentina.


A Decisão Soberana da Argentina e a Previsão do Vidente Cigano Iago: Um Novo Curso para o Conservadorismo na América do Sul

Em uma conjuntura política e econômica global marcada por incertezas e mudanças rápidas, o presidente eleito da Argentina, Javier Milei, tomou uma decisão que reverberou por todo o cenário internacional, optando por rejeitar o convite para que seu país se juntasse ao Brics, o influente bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. 


Esta decisão, que enfatiza uma abordagem pragmática e independente nas relações internacionais, não somente ilustra a determinação da Argentina em trilhar seu próprio caminho de recuperação e crescimento, mas também confirma as surpreendentes previsões do vidente Cigano Iago, que com notável antecedência, havia alertado sobre os desdobramentos e a escolha estratégica que Buenos Aires enfrentaria.

Cigano Iago, conhecido por suas previsões acuradas que muitas vezes desafiam a lógica convencional, havia apontado para um momento de decisão crucial na Argentina, onde a soberania e a autonomia econômica prevaleceriam sobre as pressões externas e as expectativas internacionais. Este prognóstico não somente preparou o terreno para um debate mais amplo sobre a direção política e econômica da Argentina, mas também destacou a presciência de Iago em antever a importância crescente do conservadorismo e do liberalismo econômico na região.

A escolha feita por Milei, uma figura emblemática da direita extrema e um defensor do liberalismo econômico, reflete não apenas uma firme convicção nas políticas de livre mercado e na necessidade de reformas internas, mas também ressalta uma tendência conservadora que se fortalece na América do Sul. Priorizando a recuperação econômica interna e o equilíbrio fiscal, Milei buscou realçar a independência da Argentina, ao mesmo tempo em que propôs fortalecer os laços bilaterais com o Brasil, o principal parceiro comercial do país.

A surpreendente decisão argentina de recusar a adesão ao Brics, apesar de causar surpresa e certo desapontamento entre os países membros do bloco, abre uma janela de oportunidade para a Argentina buscar uma maior flexibilidade nas negociações internacionais. Este movimento estratégico, antecipado por Cigano Iago, ilustra uma realidade em que a integração e a cooperação internacional podem assumir múltiplas formas, adaptando-se às realidades e necessidades específicas de cada nação.


Mais do que uma questão de política externa, a decisão da Argentina de seguir um caminho independente, conforme previsto por Iago, é um testemunho da resiliência e da visão estratégica do país em priorizar políticas que garantam seu crescimento sustentável e o bem-estar de sua população. 

Ao mesmo tempo, esse episódio serve como um catalisador para um debate mais aprofundado sobre o futuro da integração regional e global, destacando o papel vital que os valores conservadores e liberais desempenham na formação das políticas econômicas e sociais dos países.

À medida que a América do Sul continua a navegar por um período de transformações significativas, a predição de Cigano Iago e a subsequente decisão de Milei poderão inspirar uma reflexão mais profunda sobre as melhores formas de alcançar prosperidade e estabilidade, reafirmando a importância de uma diplomacia que seja ao mesmo tempo flexível, pragmática e autêntica. 

Em última análise, a postura da Argentina em recusar o ingresso no Brics, corroborada pela antecipação de Iago, reconfigura as expectativas sobre o papel da Argentina no cenário global e reforça a influência do conservadorismo na América do Sul, sinalizando um potencial realinhamento das forças políticas e econômicas na região e além.

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REVOLUÇÃO! Projeto vai Mudar Tudo, Milei, Bolsonaro, Sensitiva Arrepia | 31/12/2023

O projeto de lei de Milei: uma revolução ou um retrocesso?

A Argentina vive um momento histórico. O presidente eleito Javier Milei, um economista ultraliberal e libertário, promete mudar radicalmente o país com seu projeto de lei para "a modificação do Estado". O que isso significa na prática? Quais são os benefícios e os riscos dessa proposta? Milei defende que o Estado argentino é grande demais, corrupto e ineficiente. 

Ele quer reduzir o tamanho e o gasto do governo, eliminar os subsídios e as regulações, e promover a liberdade de mercado. Para isso, ele pretende privatizar as empresas estatais, dolarizar a economia, fechar o Banco Central, flexibilizar o mercado de trabalho e abrir a economia.


Segundo Milei, essas medidas vão acabar com a inflação, a pobreza, o desemprego e a dívida pública. Ele acredita que o peso argentino é uma moeda sem valor, que o Banco Central é uma fonte de corrupção e que os sindicatos são um entrave para o desenvolvimento. Ele se inspira nos princípios do libertarianismo, uma corrente filosófica que defende a autonomia individual e a não intervenção do Estado. 

No entanto, o projeto de lei de Milei também enfrenta muitas críticas e resistências. Alguns analistas econômicos alertam que a dolarização pode ser inviável, arriscada e prejudicial para a soberania nacional. Eles argumentam que a Argentina não tem reservas suficientes para implementar a medida, que a dolarização pode aumentar a vulnerabilidade externa e que a perda do controle monetário pode limitar a capacidade de resposta a crises.


Além disso, alguns setores da sociedade argentina, como os sindicatos, os movimentos sociais e as organizações de direitos humanos, são contrários às medidas de Milei, que consideram prejudiciais aos trabalhadores, aos pobres e às minorias. Eles denunciam que a privatização das empresas estatais pode gerar demissões, perda de serviços públicos e aumento das tarifas. 

Eles também afirmam que a flexibilização do mercado de trabalho pode reduzir os direitos e as garantias dos trabalhadores, como as indenizações, o seguro desemprego e a filiação sindical. O projeto de lei de Milei, portanto, representa um desafio para o Congresso Nacional, onde seu partido, A Liberdade Avança, não tem maioria. A proposta deve gerar um intenso debate entre os parlamentares, que terão que avaliar os prós e os contras dessa mudança. O futuro da Argentina depende dessa decisão.

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B0MBA! Cancelaram a Multa!? Vidente Cigano Arrepia no Tarô | 31/12/2023

2023 ainda não acabou e as polêmicas continuam a aparecer.

Segundo o que as notícias mostram, parte da sociedade está descontente com algumas decisões jurídicas que foram tomadas recentemente. O ministro do STF Dias Toffoli cancelou uma multa de R$ 10 bilhões que estava prevista no acordo de leniência da J&F, o grupo controlador da JBS. A decisão foi tomada em uma ação movida pela defesa do ex-presidente Lula, que questionava o acesso a provas obtidas a partir do acordo. A esposa de Toffoli, Roberta Rangel, advoga para a J&F em um litígio com a Paper Excellence.


A multa de R$ 10 bilhões era parte do acordo que a J&F fez com o Ministério Público Federal em 2017, após confessar o envolvimento em diversos casos de corrupção, como o pagamento de propinas a políticos e agentes públicos. 

O acordo previa que a empresa se comprometesse a colaborar com as investigações e a implementar medidas de integridade e governança. Toffoli entendeu que houve indícios de irregularidades no acordo de leniência da J&F, que teria sido baseado em provas ilícitas obtidas pela Operação Lava Jato. Ele também afirmou que a prisão de Lula foi um dos maiores erros judiciários da história do país.


A decisão de Toffoli foi criticada por alguns setores da sociedade, que viram nela um ato de favorecimento à J&F e uma tentativa de enfraquecer a Lava Jato. Alguns juristas também questionaram a imparcialidade do ministro, que deveria ter se declarado suspeito por ter sua esposa atuando como advogada da empresa.

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ENCERRADO! Caso da Mala, Algo Grande Apareceu, Sensitiva Gritou | 28/12/2023

O ex-presidente Michel Temer (MDB) se livrou de uma acusação de corrupção passiva no caso da mala de R$ 500 mil entregue pela JBS ao seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, manter o trancamento da ação penal contra Temer e Loures, que havia sido determinado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) em fevereiro. O caso da mala da JBS foi um dos episódios mais marcantes da crise política que atingiu o governo Temer em 2017. A mala foi entregue por um executivo da JBS a Loures, que foi flagrado pela Polícia Federal saindo de uma pizzaria com o dinheiro.


O Ministério Público Federal (MPF) acusou Temer e Loures de receberem vantagem indevida da JBS em troca de favorecer a empresa no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O MPF recorreu ao STJ, alegando que a decisão do TRF-1 foi contrária às provas dos autos, que demonstrariam que Temer e Loures agiram em conjunto para beneficiar a JBS. O MPF sustentou que havia indícios de que Temer sabia da mala de dinheiro e que tinha poder de mando sobre Loures, que era seu homem de confiança.


No entanto, o STJ não acolheu o recurso do MPF e manteve o trancamento da ação penal. O relator do caso, ministro Rogerio Schietti Cruz, afirmou que não havia provas suficientes para sustentar a acusação de corrupção passiva contra Temer e Loures. Ele disse que a mala de dinheiro entregue a Loures não tinha relação com Temer, e que não havia provas de que o ex-presidente tivesse conhecimento ou participação no fato . 

Os demais ministros da Sexta Turma acompanharam o relator e negaram o recurso do MPF. Com isso, Temer e Loures ficam livres da acusação de corrupção passiva no caso da mala da JBS, que foi um dos escândalos que abalaram o governo do ex-presidente. Temer ainda responde a outras ações penais por supostos crimes cometidos durante o seu mandato. Loures, que foi deputado federal pelo MDB, não se reelegeu em 2018 e está afastado da vida pública.

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EFElTO CLEZÃO! 46 Libertados, Supremo Sentiu? Sensitiva Arrepia | 20/12/2023

Alexandre de Moraes solta vários presos suspeitos do ataque de 8 de janeiro.

Entre os réus, estavam 46 pessoas que faziam parte dos grupos de incitadores e autores intelectuais dos ataques. Eles foram presos preventivamente, ou seja, antes do julgamento, por representarem uma ameaça à ordem pública e à continuidade das investigações. No entanto, em dezembro de 2023, o ministro Alexandre de Moraes, relator das ações que tratam dos ataques, decidiu revogar as prisões preventivas e conceder liberdade provisória a esses 46 réus.


A decisão de Moraes foi tomada após a morte de um dos acusados na prisão, Cleriston Pereira da Cunha, que passou mal durante o banho de sol no presídio da Papuda em 20 de novembro. O ministro considerou que, com o encerramento da instrução criminal, ou seja, com a produção de todas as provas e o depoimento de todos os envolvidos, não havia mais motivos para manter os réus presos. Além disso, ele levou em conta os acordos de não persecução penal que foram firmados entre a PGR e 38 dos 46 réus, nos quais eles se comprometeram a colaborar com a Justiça e a reparar os danos causados.


A soltura dos 46 réus, no entanto, não significa a absolvição ou a impunidade dos mesmos. Eles continuam respondendo pelos crimes que cometeram e terão que cumprir uma série de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de deixar a cidade onde moram, o recolhimento domiciliar no período noturno e nos finais de semana, a obrigação de se apresentar semanalmente à Justiça, a entrega do passaporte, a suspensão imediata de quaisquer documentos de porte de arma de fogo, a proibição de utilizar redes sociais e a proibição de se comunicar com os demais envolvidos. 

Caso descumpram alguma dessas medidas, eles poderão ter as prisões restabelecidas. A decisão de Moraes, portanto, foi baseada nos princípios constitucionais do devido processo legal, da presunção de inocência e da proporcionalidade. Ela não representa uma concessão aos golpistas, mas sim uma demonstração de que o Estado Democrático de Direito prevalece no Brasil, e que todos os cidadãos estão sujeitos às leis e à Justiça, sem exceção.

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