PRESSÁGIO! A água Cobriu Tudo, Vidente Cigano Tinha Razão | 05/11/2023

Situação se complica! As chuvas castigam São Paulo e caos se estabelece na cidade.

São Paulo é um estado que sofre com as consequências das chuvas intensas, que causam diversos problemas para a população e para os serviços públicos. As chuvas provocam alagamentos, deslizamentos, cortes de energia e água, mortes e prejuízos materiais. Esses problemas se agravam pela falta de planejamento urbano, de infraestrutura adequada e de conscientização ambiental. 

Um dos principais problemas causados pelas chuvas é o alagamento das vias, que dificulta a mobilidade urbana e aumenta o risco de acidentes e doenças. As enchentes são causadas pelo excesso de água que não é absorvido pelo solo, que está impermeabilizado pelo asfalto e pelo concreto. Além disso, o lixo jogado nas ruas e nos rios obstrui a drenagem e contribui para o transbordamento das águas. As enchentes afetam principalmente as áreas mais baixas e as regiões periféricas, onde vivem as pessoas mais pobres e vulneráveis.


Outro problema grave é o deslizamento de encostas, que ocorre quando o solo fica saturado de água e perde a estabilidade. Os deslizamentos podem soterrar casas, carros e pessoas, causando mortes e ferimentos. Os deslizamentos são mais frequentes nas áreas de ocupação irregular, onde as pessoas constroem suas moradias sem respeitar as normas técnicas e ambientais. 

Essas áreas não têm infraestrutura básica, como saneamento, iluminação e pavimentação, e ficam expostas aos riscos naturais. Um terceiro problema é o corte de energia e água, que afeta a qualidade de vida e a segurança das pessoas. A falta de energia elétrica pode causar apagões, pane nos semáforos, falha nos sistemas de comunicação e de segurança, além de prejudicar o funcionamento de hospitais, escolas e outros serviços essenciais. A falta de água pode comprometer a higiene, a saúde e a alimentação das pessoas, além de aumentar o consumo de água mineral e de poços artesianos, que podem estar contaminados.


Diante desses problemas, é preciso que haja uma ação conjunta entre o poder público, a sociedade civil e a iniciativa privada, para buscar soluções efetivas e sustentáveis. Algumas medidas possíveis são: investir em obras de drenagem, de contenção de encostas e de ampliação da capacidade dos reservatórios; fiscalizar e regularizar as áreas de ocupação irregular; promover a educação ambiental e a coleta seletiva de lixo; incentivar o uso de transporte público e de modais alternativos; e implantar sistemas de alerta e de prevenção de desastres. 

Essas medidas podem contribuir para reduzir os impactos das chuvas e para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem em São Paulo. As chuvas são um fenômeno natural, que não podem ser evitadas, mas podem ser enfrentadas com mais planejamento, responsabilidade e solidariedade.

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COMEÇOU BRASIL! Briga Feia entre Lula e Haddad, Sensitiva Anuncia Futuro | 04/11/2023

A crise entre Lula e Haddad: um desafio para o governo e a economia

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta uma crise interna provocada pela divergência entre ele e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a meta fiscal do país. A meta fiscal é o resultado das contas públicas, que mede a diferença entre as receitas e as despesas do governo, excluindo os juros da dívida pública. 

O governo havia se comprometido a zerar o déficit primário, ou seja, a fazer com que as receitas fossem iguais ou maiores que as despesas, até 2024. Essa meta era vista como uma forma de sinalizar ao mercado e aos investidores que o governo estava comprometido com o equilíbrio fiscal e a redução da dívida pública. No entanto, o presidente Lula, em entrevistas recentes, admitiu que essa meta é inviável e que o país não precisa dela. 

Ele argumentou que o Brasil tem uma economia forte e que pode se endividar para investir em áreas sociais e produtivas. Ele também criticou o mercado por cobrar uma meta que ele sabe que não vai ser cumprida e por pressionar o governo a fazer um ajuste fiscal que prejudicaria o crescimento econômico e a geração de empregos.


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por sua vez, defende a meta fiscal como uma forma de garantir a credibilidade e a responsabilidade do governo. 

Ele tem enfrentado resistências no Congresso para aprovar medidas de aumento de receitas e corte de despesas, como a reforma tributária, a revisão dos gastos com subsídios e benefícios fiscais, e a limitação dos reajustes salariais dos servidores públicos. Ele alerta que o descumprimento da meta fiscal pode gerar uma crise de confiança no país, com consequências negativas para a inflação, os juros, o câmbio e o risco-país.


A divergência entre Lula e Haddad gera uma crise no governo e uma incerteza sobre a política econômica do país. O impasse pode afetar a governabilidade do presidente, que depende do apoio do Congresso para aprovar projetos importantes para o seu plano de governo. 

Além disso, pode comprometer a recuperação econômica do país, que ainda sofre os efeitos da pandemia de Covid-19. O desafio para o governo é encontrar um consenso entre as visões distintas de Lula e Haddad, que conciliem o equilíbrio fiscal com o desenvolvimento social e econômico do país.

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LULA lRRlTA CONGRESSO! O Capitão Tinha Razão, Astróloga Maricy Vogel Atualiza | 03/11/2023

Lula veta projetos e irrita o congresso. Arthur Lira tem reunião com o presidente para questionar esses vetos.

O Brasil vive um momento de tensão política entre o governo do presidente Lula e o Congresso Nacional, liderado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. O motivo do conflito são os vetos presidenciais a alguns projetos de lei aprovados pelos parlamentares, que não foram previamente negociados com o Executivo. 

Os vetos são uma prerrogativa do presidente da República, que pode rejeitar total ou parcialmente um projeto de lei por considerá-lo inconstitucional, contrário ao interesse público ou incompatível com o orçamento federal. No entanto, os vetos podem ser derrubados pelo Congresso, se houver maioria absoluta dos votos nas duas casas legislativas.


Um dos vetos que gerou mais insatisfação entre os deputados foi o do arcabouço fiscal, que é um conjunto de medidas para garantir o equilíbrio das contas públicas e evitar o aumento da dívida pública. O projeto de lei previa a criação de um conselho fiscal independente, a limitação dos gastos tributários e a adoção de uma regra de ouro para impedir o endividamento excessivo do governo. 

O presidente Lula vetou esses pontos por considerá-los uma ingerência do Legislativo no Executivo e uma ameaça à sua autonomia para gerir o orçamento. Outro veto que causou polêmica foi o da lei que muda as regras do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), que é um órgão vinculado ao Ministério da Fazenda que julga os recursos administrativos contra as autuações fiscais da Receita Federal. 

O projeto de lei previa a redução do número de conselheiros, a paridade entre representantes dos contribuintes e do Fisco e a obrigatoriedade de transmissão ao vivo das sessões. O presidente Lula vetou esses pontos por considerá-los uma violação ao princípio da separação dos poderes e uma interferência indevida no funcionamento do Carf.


Um terceiro veto que desagradou os parlamentares foi o do Marco Legal das Garantias, que é uma lei que estabelece as condições para que o governo federal ofereça garantias aos estados e municípios para a contratação de operações de crédito. O projeto de lei previa a ampliação das garantias e a flexibilização dos requisitos para os entes federados. 

O presidente Lula vetou esses pontos por considerá-los uma ameaça à responsabilidade fiscal e à sustentabilidade da dívida pública. O presidente da Câmara, Arthur Lira, se reuniu com o presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para reclamar desses vetos e cobrar uma maior articulação entre os poderes. 

Ele disse que os vetos desrespeitam os acordos feitos entre os líderes partidários e os ministérios, especialmente a Fazenda. Ele disse que está disposto a ajudar o governo na aprovação dos projetos econômicos na Câmara, mas que isso depende de uma maior sintonia entre o Executivo e o Legislativo.


O presidente Lula e o ministro Haddad pediram apoio de Lira para evitar as chamadas pautas-bomba, que são aquelas que aumentam os gastos do governo, e para votar projetos que aumentam a arrecadação federal. 

Eles destacaram a importância de aprovar o projeto que reverte o abatimento de benefícios tributários estaduais dos impostos federais, que pode gerar uma receita extra de R$ 34 bilhões para o governo. Ficou combinado que Haddad vai participar de uma reunião de líderes da Câmara na próxima semana para explicar melhor o projeto e tentar convencer os deputados a votarem a favor dele.

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Créditos Maricy Vogel

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MlTO VOLTARÁ! Amado Pelo Povo, ODlADO no Sistema, Chay Grazik Arrepia | 02/11/2023

Bolsonaro segue sendo  criticado pelos políticos, mas o povo continua o apoiando.

O Brasil vive um momento de polarização política, que se intensificou após as eleições de 2022, nas quais o ex-presidente Jair Bolsonaro foi derrotado pelo candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Lula da Silva. Desde então, Bolsonaro tem enfrentado diversos processos judiciais e legislativos, que resultaram na sua condenação à inelegibilidade por oito anos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na abertura de um processo de impeachment na Câmara dos Deputados. Diante desse cenário, alguns setores da sociedade brasileira afirmam que Bolsonaro é vítima de uma perseguição política orquestrada por seus adversários. 


Uma das principais fontes de apoio a Bolsonaro é o segmento evangélico, que representa cerca de 30% da população brasileira. Muitos evangélicos veem Bolsonaro como um líder escolhido por Deus para defender os valores cristãos e a soberania nacional. Ainda assim existe quem o crítica e busca sua cabeça entre eles.

 Eles acreditam que Bolsonaro sofre uma perseguição política por causa dos seus posicionamentos conservadores, que contrariam a agenda progressista de alguns setores da sociedade, como os movimentos feminista, LGBT e ambientalista. Eles também atribuem essa perseguição à influência de demônios que querem destruir o Brasil e implantar uma ditadura comunista. Essa visão é alimentada por líderes religiosos que usam seus meios de comunicação.


Outra fonte de perseguição a Bolsonaro é o Partido da Causa Operária (PCO), um partido de extrema-esquerda que se opõe ao governo Lula e ao Supremo Tribunal Federal (STF). O PCO defende a dissolução do STF e a convocação de uma Assembleia Constituinte para reformar o sistema político brasileiro. 

O PCO afirma que Bolsonaro sofre uma perseguição política e jurídica por parte do STF e do TSE, que teriam aberto inquéritos e processos contra ele e seus aliados sem provas concretas. O PCO também critica o STF por ter bloqueado as redes sociais do partido e de outros grupos que defendem a dissolução do tribunal. Ou seja, mesmo sendo contra Lula e o STF eles atacam o ex presidente. 

O próprio Bolsonaro se diz preocupado com a possibilidade de ser preso. Ele alega que é alvo de inquéritos políticos que visam tirá-lo da disputa eleitoral e prejudicar sua imagem pública. Ele também fala que o STF e o TSE de interferirem na soberania popular e na vontade das urnas, ao rejeitarem o voto impresso e ao anularem as condenações de Lula .

Para resumir, o ex presidente foi feito de bode expiatório. A esquerda, o centrão e parte da direita atacam o ex presidente. No entanto, a popularidade de Bolsonaro continua crescendo, mesmo com tantos ataques.

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Créditos Chaline Grazik

Instagram Oficial: https://www.instagram.com/cha.grazik/

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REVlRAVOLTA! TSE e Bolsonaro, Vidente Cigano ver Algo Grande | 01/11/2023

Situação se complica! TSE condena Bolsonaro a mais uma inelegibilidade.

Segunda condenação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro que o tornou inelegível por oito anos. Segundo os resultados da minha pesquisa, essa condenação foi proferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na terça-feira, 31 de outubro de 2023, por causa do uso político das comemorações do 7 de setembro de 2022. Essa foi a segunda vez que Bolsonaro foi condenado pelo TSE por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.


A primeira foi em junho de 2023, por causa de uma reunião com embaixadores transmitida pela TV Brasil. As duas condenações têm a mesma pena de oito anos de inelegibilidade, mas elas não se somam. Isso significa que Bolsonaro não pode se candidatar a nenhum cargo eletivo até 2030, independente do número de processos que ele responda. A defesa de Bolsonaro ainda pode recorrer ao próprio TSE ou ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas as chances de reversão são baixas, pois a maioria dos ministros do TSE também faz parte do STF.


Esta é a segunda vez que Bolsonaro é condenado pela bolsa turca por abuso de poder político e abuso de mídia. A primeira vez foi em junho de 2023, depois de a televisão brasileira ter transmitido um encontro com o embaixador em abril de 2022, no qual Bolsonaro utilizou propaganda eleitoral negativa contra os seus adversários políticos. Ambas as condenações também acarretam uma proibição de competição de oito anos, mas não batem certo. Isso significa que Bolsonaro não poderá concorrer a nenhum cargo eletivo até 2030, independentemente do número de casos aos quais responde.


A defesa de Bolsonaro ainda poderia recorrer ao próprio TSE ou ao STF, mas a probabilidade de reversão é baixa, uma vez que a maioria dos ministros do TSE também integra o STF. Bolsonaro também enfrenta outras acusações na Justiça Eleitoral, como o suposto envio de desinformação em larga escala via WhatsApp durante a campanha de 2018.

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