EXÉRCITO E STF DE FRENTE! Sensitiva Anuncia Destino de Tudo isso e Arrepia | 12/05/2022

A discussão da vez é diretamente entre o exército e o STF, mas ao que tudo indica as coisas já estão se acalmando.

A mudança no ministério da defesa veio com um forte pronunciamento sobre a participação do exército nas eleições. O presidente Jair Bolsonaro tomou posse como novo ministro da Defesa, general do Exército Paulo Sergio Nogueira de Oliveira. 

A cerimônia aconteceu na tarde desta sexta-feira na sede do Ministério da Defesa. Antes disso, o general Paulo Sergio Nogueira de Oliveira foi comandante do Exército, cargo que assumiu em março de 2018. No Ministério da Defesa, o comandante substituiu o general Walter Susa Braga Neto.


Nascido em 28 de agosto de 1958 em Iguato, Ceará, Oliveira iniciou sua carreira militar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército em 1974 e concluiu o curso em 1976. Um ano depois, ingressou na Academia Militar das Agulhas Negras, na qual foi declarado aspirante a oficial de armas de infantaria. 

O atual Ministro da Defesa já serviu em unidades de infantaria como o 15º Batalhão de Infantaria Motorizado em João Pessoa, o 71º Batalhão de Infantaria Motorizado em Garlandhons e o 2º Batalhão de Infantaria de Selva em Belém. É também docente da Academia Militar das Agulhas Negras.


O secretário de Defesa pediu ao TSE que participasse diretamente do grupo de transparência eleitoral. Paulo Nogueira voltou a reclamar que não foi convidado a falar diretamente com Fachin sobre as recomendações das Forças Armadas para o processo eleitoral deste ano, apesar das negações do TSE e das indicações de que Fachin havia cumprido. 

O ministro afirmou que se entende que a fase de planejamento das ações para aumentar a transparência do processo eleitoral foi concluída, e reiterou sua reclamação de não ter recebido uma conversa com Fachin diretamente sobre a assessoria das Forças Armadas.


Sobre o processo eleitoral deste ano , apesar de desmentidos do TSE e de dizer que Fachin havia falado com o Ministério da Defesa, o Ministério se reuniu 3 vezes, sendo duas com Paulo Nogueira e uma com o então Ministro da Defesa Braga Netto. 

O Ministro reiterou a importância de continuar a contribuir para as eleições. Aproveito esta oportunidade para reafirmar o compromisso das Forças Armadas em dar a necessária contribuição para a paz e segurança do processo eleitoral.


Contato consultas com a Cigana Vênus
Whatsapp: (51) 99203-1971

COMPARTILHAR:

VAI ESTREMECER! Exército e Justiça lado a lado | Sensitiva Anuncia Previsões Inéditas.

Estamos num momento pré campanha que se mostra muito importante. O diálogo que se formou entre exército e a justiça nos últimos dias podem dizer muita coisa.

Bem! Já temos um molde pronto de eleição. Nossa justiça eleitoral se coloca como algo inquestionável. Talvez seja a única coisa no mundo democrático que não permite críticas a seu funcionamento. É nesse sentido que as conversas estão acontecendo. 

O secretário de Defesa pediu ao TSE para participar diretamente do grupo de transparência eleitoral. Paulo Nogueira voltou a reclamar que não foi convidado a falar diretamente com Fachin sobre as recomendações das Forças Armadas sobre o processo eleitoral deste ano, apesar do desmentido do TSE e disse que Fachin se reuniu duas vezes com Paulo Nogueira. 

O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, pediu ao TSE para integrar o CTE para substituir os militares representantes das Forças Armadas do grupo.


Em carta ao presidente do TSE, o ministro disse ter entendido que a fase de planejamento das ações para aumentar a transparência do processo eleitoral havia sido concluída e novamente reclamou que não teve oportunidade de falar diretamente com Fachin sobre o processo eleitoral . 

Recomendação das Forças Armadas sobre o processo eleitoral deste ano, embora o TSE negue e afirme que Fachin se reuniu três vezes com o Ministério da Defesa, duas vezes com Paulo Nogueira e uma vez com o então ministro do Investimento.


Nogueira disse que como não é possível fazê-lo pessoalmente, peço a Vossa Excelência que a partir de hoje sejam encaminhados a este ministro quaisquer exigências do CTE para as Forças Armadas, como exigências diversas, participação em reuniões. , o ministro reiterou a importância de continuar a contribuir para a eleição.


Aproveito a oportunidade para reafirmar o compromisso das Forças Armadas em dar a necessária contribuição para a paz e a segurança no processo eleitoral, e manifestar o desejo de que o Tribunal Eleitoral tenha êxito em suas atividades, essenciais para o bem da democracia e harmonia da sociedade brasileira O pedido foi encaminhado pelo Ministério da Defesa ao Tribunal Superior Eleitoral em 28 de abril. 

O TSE ainda não respondeu à carta, mas na carta o ministro afirmou sem definir o aspecto político que a solicitação para participar da reunião da comissão deve ser enviada a ele.



Contato consultas com a Cigana Vênus
Whatsapp: (51) 99203-1971

COMPARTILHAR:

DIVISÃO DE ÁGUAS! Eclipse dia 15 vai Arrepiar | Astróloga Maricy Vogel Atualiza

As questões sobre as eleições desse continuam gerando debate, o da vez é sobre as rupturas na política.

Quando o assunto é ruptura Bolsonaro é experiente, se não é deveria ser, pois desde que entrou no governo tem cortado alianças com ervas daninhas, com serpentes que rondavam seu lado. 

Quando esses temas surgiram, a discussão deslocou-se para o braço ideológico do governo, onde surgiram temas como o kit de ferramentas gay, necessários para manter a base de apoio de Bolsonaro. 

Esse bolsonarista raiz precisa cumprir a agenda aduaneira, e se alimenta dessa pseudo-controvérsia. Para os advogados, não pode haver oposição entre os lados tecnocrático e ideológico do governo. Nesse caso, Botello disse que a imprensa e o judiciário estão vigilantes, embora não acredite que os militares vão dar um golpe.


Para ele, como Bolsonaro finalmente é derrotado nas pesquisas de 2022, vamos viver dias de violência em um pequeno surto que ele comparou com a incursão de apoiadores de Donald Trump em janeiro deste ano. 

A diferença é que Bolsonaro é uma réplica malfeita do ex-presidente dos EUA. Mais de 100 pedidos de impeachment do presidente Bolsonaro foram aprovados. Os processos de impeachment requerem dois elementos básicos, jurídicos e políticos.


Os brasileiros começam 2022 com dúvidas sobre o futuro político, econômico e saudável do país, mas também há uma data no calendário com eleições em outubro. 

O evento que desencadeia uma série de grandes mudanças nos rumos do Brasil e na vida das pessoas a cada quatro anos adquiriu um perfil inédito: será a primeira eleição nacional desde o início da pandemia de covid-19, que inevitavelmente será um elemento na avaliação . Popular durante os quatro anos de Jair Bolsonaro no poder. 2022 alcançará o 'passado e presente' de 2018.


A disputa entre Lula e Bolsonaro. Apesar de ter sido um dos fatores centrais em eleições passadas, lulismo, anti-lulismo, bolsonarismo e antibolsonarismo entraram nas pesquisas em versões adaptadas, por assim dizer. 

Os eleitores em 2018 ficaram até divididos entre PT e Bolsonaro, já que a prisão de Lula foi provocada pela Lava Jato, o atual ex-ministro Sergio Moro, mas nas pesquisas de opinião, apenas um dos dois líderes é a verdadeira escolha.


Créditos Maricy Vogel

COMPARTILHAR:

ALGO GRANDE CHEGANDO! Sensitiva Ângela rompeu o silêncio | Previsões Astrológicas

Risco da volta do Covid começa a circular na imprensa. É incrível até quando a grande mídia vai querer lucrar com isso.

Todos sabemos como o Covid foi prejudicial ao mundo como um todo. Realmente foi um momento surreal para os tempos modernos, uma força tão grande que fez o mundo parar. 

Depois de 2 anos, quando já começamos a baixar a guarda parece que tudo vai voltar. Pelo menos é o que dizem os especialistas que gostam de transmitir pânico ao povo. O Brasil registrou números recordes de casos de Covid-19 nos últimos dias. 

Vários estados registraram aumento de novas infecções e internações após os feriados de Páscoa e Tiradentes. Em 28 de abril, a média móvel dos primeiros sete dias foi de 12.613 casos. Uma semana depois, a média saltou para 15.038, um aumento de cerca de 19,2%. Por outro lado, o número médio de mortos caiu de 102 para 95 no mesmo período.


Somente em 5 de maio, 21.000 novos casos foram registrados. Dados publicados por Connors. Em entrevista à Jovem Pan, Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e conselheira da Sociedade Brasileira de Infectologia, disse que a situação colocou as autoridades em alerta. "A situação atual nos mantém atentos. Espera-se que o número de casos aumente devido à flexibilização de todas as atividades e ao uso de máscaras.


As vacinas continuam sendo fundamentais para combater o coronavírus e controlar a pandemia. "Só podemos retomar toda a atividade econômica globalmente por causa da vacina. Por isso é importante ter uma cobertura de três doses perto de 90%. E naqueles que precisam de uma quarta dose, a cobertura vacinal é próxima de 90%. %. Importante, não refletimos o Covid-19 e o aumento das taxas de letalidade no sistema hospitalar.


A importância dos cuidados pessoais para evitar a exposição ao coronavírus, Rotulagem pessoal. Se você não for vacinado e não tiver uma resposta vacinal adequada, deve usar uma máscara para se proteger. 

Você entra em um ambiente com baixa circulação (de ar) e usa máscara. Continue praticando a higiene adequada das mãos e evitar Mão na boca etc. Você pode contribuir para reduzir as chances de se contaminar.

Assista a seguir o vídeo da live da Sensitiva Ângela, ela nos esclarece muito sobre o que está acontecendo no mundo.


Consultas Sensitiva Ângela Oliveira

Whatsapp: (21) 98549-6387

Canal da Sensitiva

Link: CLIQUE AQUI

COMPARTILHAR:

REBULIÇO NA CORTE! Bolsonaro em "Pé de Guerra", Sensitiva abriu as cartas e Arrepia.

Será esse o contra golpe! Será que para ter seu próprio ego aumentado um juiz prejudicaria seu povo?

A resposta é: Claro que não. Qualquer tipo de decisão sobre algo nesses moldes não é culpa do juiz, mas sim de quem leva tal coisa para as mãos do STF. 

Esse é o grande problema dos nossos senadores e deputados. Não importa qual seja o tema, se um grupo de deputados e senadores não gostam da decisão tomada pelos votos da maioria de seus semelhantes e levam para o STF decidir se é ou não constitucional. 

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, suspendeu parcialmente dois decretos que reduzem em 25% e 35% as alíquotas de produtos industrializados em ação movida por um juiz da Amazônia que alega minar o modelo do STF. Zona Franca de Manaus. A pedido de um juiz, o Solidariedade ajuizou ação direta de inconstitucionalidade.


Na decisão, Moraes pediu ainda ao Governo que preste informação sobre a situação no prazo de 10 dias, devendo, após este prazo, o processo ser remetido à Procuradoria-Geral da República e à PGR no prazo de 5 dias. 

O vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos, disse que a decisão mostrou que a estratégia da Amazon de construir o diálogo no STF a partir da bancada no Congresso deu certo. A nossa escolha de dialogar francamente com o Ministro Alexandre de Moras do ponto de vista jurídico, econômico, social e ambiental é fundamental.


Um fato curioso é que o presidente do Senado teve algumas horas de prazer sendo o presidente interino do país. Bem, ele não é o seguinte na linha sucessória, mas como Hamilton Mourão, que é o vice, e Arthur Lira não puderam a honra colher ao presidente do senado. 

Como presidente interino da República, o senador Rodrigo Pacheco assinou dois decretos em nome do executivo estadual. O senador assumiu o comando do Palácio do Planalto por cerca de nove horas e chegou a ser encaminhado ao Bundesrat. 

O primeiro decreto assinado pelo presidente interino trata da reformulação da estrutura regimental do Ministério do Desenvolvimento Regional. Segundo Pacheco, são ajustes necessários para o bom funcionamento dos órgãos.


A segunda, por sua vez, envolve a regulamentação das renegociações de inadimplência no âmbito do Fundo Constitucional de Financiamento. 

Nas redes sociais, Pacheco disse estar feliz e honrado por poder desempenhar essa responsabilidade. O vice-presidente Hamilton Moran e o presidente da Câmara, Arthur Lira, devem disputar a eleição deste ano, e a lei eleitoral os impede de servir como presidente interinamente seis meses antes da eleição.


Consultas Sensitiva Ângela Oliveira

Whatsapp: (21) 98549-6387

Canal da Sensitiva

Link: CLIQUE AQUI

COMPARTILHAR:

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Arquivo do Site