MELHOR CARTA! Reviravolta Brasil, Cigana Sulamita Arrepia | 11/02/2024

Perseguição a Bolsonaro fica mais escancarada! Operação para enfraquecer Bolsonaro mostra como estamos vivendo um momento muito difícil no Brasil.

As coisas estão muito estranhas. Justo em ano de eleição, está acontecendo tantas operações contra Bolsonaro. É com muito medo que digo isso, afinal não se pode mais duvidar da suprema corte do país. Mesmo com tantas brechas nas coisas que estão acontecendo. Um exemplo disso foi o mandado de busca e apreensão na casa de Carlos Jordy. Baseado em argumentos muito fracos. 

Vivemos em tempos que não podemos questionar esse tipo de coisa. Para o público parece que a polícia federal quer prender Bolsonaro de todos os jeitos, para isso vão buscar qualquer coisa que possa chegar a esse resultado. 

Talvez esse pensamento seja exagerado, mas quando vejo que estão investigando o ex presidente por importunar um baleia, essa linha de pensamento fica ainda mais forte. Querem prender Bolsonaro, para isso vão fazer o que for preciso. Isso não é ser justo. A bola da vez é essa nova operação que tenta a todo custo encontrar algo que possa prender ele, nem que seja na casa do seus aliados.


A tal operação Tempus Veritatis, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 8 de fevereiro de 2024, teve como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, acusados de tentar um golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, eleito em 2022. A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, que acolheu os argumentos da PF baseados em evidências de que:

- Bolsonaro tinha conhecimento de uma minuta de decreto com medidas para anular o resultado das eleições, suspender o Congresso e o STF, e prender Moraes e outros ministros. Bolsonaro teria recebido o documento de seu assessor Filipe Martins e do advogado Amauri Saad, e sugerido alterações no texto, mantendo a prisão de Moraes.

- Militares ligados a Bolsonaro, como os ex-ministros Augusto Heleno, Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira e Almir Garnier Santos, organizaram manifestações contra o TSE e o sistema eletrônico de votação, e atuaram para garantir a segurança dos manifestantes, inclusive com armas de fogo. Eles também teriam planejado uma intervenção militar caso o golpe não fosse bem-sucedido.

- O grupo em torno de Bolsonaro monitorou os passos de Moraes, incluindo acesso à sua agenda de forma antecipada, e tentou intimidá-lo com ameaças e ofensas nas redes sociais. Eles também teriam praticado outros ataques às instituições, à integridade do processo eleitoral, às vacinas contra a Covid-19 e às medidas sanitárias na pandemia.

- A investigação da PF aponta para uma suposta organização criminosa que teria tentado abolir o Estado Democrático de Direito, com o uso da estrutura do Estado para obtenção de vantagens. A operação também contou com informações repassadas pela colaboração premiada do ex-Ajudante de Ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, que revelou detalhes do plano golpista.


A tal operação Tempus Veritatis foi um desdobramento do inquérito das "milícias digitais", que tramita no STF e que investiga um grupo ligado a Bolsonaro com o objetivo de promover ataques a autoridades. 

Bolsonaro é um dos investigados no inquérito. A operação resultou na prisão de quatro ex-assessores de Bolsonaro, na entrega do passaporte do ex-presidente e na busca e apreensão de documentos e equipamentos eletrônicos de vários envolvidos. Trata-se da operação que se aproximou de mais integrantes do chamado "núcleo duro" do governo Bolsonaro até o momento. A operação gerou reações de diversas entidades e personalidades, que manifestaram apoio à democracia e repúdio à tentativa de golpe.

CONFIRA O VÍDEO AQUI

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