TÁ NO SANGUE! Irmão de Lula Explode INSS com Fraude, Cigano Gritou | 27/04/2025

Fraude no INSS! Irmão do presidente Lula pode estar envolvido: entenda o caso

Uma investigação da Polícia Federal trouxe à tona suspeitas de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) envolvendo milhares de benefícios irregulares. Entre os nomes citados nas apurações, está o de José Ferreira da Silva, conhecido como “Zezé”, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As suspeitas giram em torno da concessão de aposentadorias e auxílios obtidos com uso de documentos falsos ou em condições que não obedecem aos critérios legais do sistema previdenciário. 

De acordo com as investigações, a fraude seria parte de um esquema estruturado que envolve servidores públicos, advogados e intermediários, responsáveis por manipular dados e inserir informações falsas nos sistemas do INSS. O grupo teria atuado principalmente no estado de São Paulo e, segundo os investigadores, o esquema pode ter causado um rombo de milhões de reais aos cofres públicos. O nome do irmão de Lula surgiu no contexto de uma apuração mais ampla, que mapeia ligações de intermediários com pessoas públicas e seus familiares.


Zezé foi citado em um relatório preliminar que aponta a concessão de um benefício suspeito em seu nome. Conforme apurado pela imprensa, o benefício teria sido concedido em tempo recorde, com base em documentos considerados irregulares. A defesa do irmão do presidente nega qualquer envolvimento em fraudes e afirma que o benefício foi obtido de maneira legítima, obedecendo a todos os trâmites legais exigidos pelo INSS. 

Apesar da citação, a Polícia Federal ainda não apresentou provas conclusivas que incriminem diretamente Zezé ou o vinculem ao núcleo operacional do esquema. No entanto, sua menção no caso gerou repercussão política imediata, com parlamentares da oposição cobrando explicações do governo e questionando a influência política na concessão de benefícios previdenciários. O Palácio do Planalto, por sua vez, tem evitado comentar o caso publicamente.


O Ministério da Previdência Social informou que está colaborando com as investigações e que uma auditoria interna foi aberta para revisar os processos suspeitos. A pasta também afirmou que mais de 3 mil benefícios estão sob reanálise e que novos bloqueios podem ocorrer nos próximos dias. A Controladoria-Geral da União (CGU) também acompanha o caso, reforçando o esforço de fiscalização e transparência no sistema previdenciário.

Embora ainda em fase inicial, a investigação levanta preocupações sobre a segurança dos sistemas do INSS e a possível existência de redes de corrupção internas. O envolvimento, ainda que indireto, de parentes de figuras públicas, como o irmão do presidente Lula, aumenta a pressão por respostas rápidas e eficazes das autoridades. Até o momento, Zezé não foi formalmente indiciado, e o caso segue sob sigilo judicial enquanto a apuração se desenvolve.

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ELE AVISOU! Papa Já Tinha Partido, Vidente Cigano Tinha Razão | 24/04/2025

Morre Papa Francisco: o pontífice que marcou a história com simplicidade e diálogo

O Vaticano confirmou na manhã desta segunda-feira o falecimento do Papa Francisco, líder da Igreja Católica desde 2013. Aos 88 anos, Jorge Mario Bergoglio deixa um legado de humildade, empatia e renovação dentro do catolicismo. Nascido em Buenos Aires, na Argentina, em 1936, Francisco foi o primeiro papa latino-americano e o primeiro jesuíta a assumir o cargo mais alto da Igreja. Sua trajetória de vida, marcada por simplicidade e dedicação aos pobres, conquistou admiradores dentro e fora do universo religioso. 

Antes de se tornar papa, Bergoglio trilhou um caminho sólido no sacerdócio. Foi ordenado padre em 1969 e, posteriormente, nomeado bispo auxiliar de Buenos Aires em 1992. Dez anos depois, assumiu o arcebispado da capital argentina, consolidando-se como uma figura respeitada por seu perfil austero e comprometido com as causas sociais. Era conhecido por andar de transporte público, cozinhar sua própria comida e viver em um pequeno apartamento, mesmo após ser nomeado cardeal por João Paulo II, em 2001.


Sua eleição como Papa, em 13 de março de 2013, foi recebida com surpresa e entusiasmo pelo mundo. Após a renúncia histórica de Bento XVI, o conclave escolheu Bergoglio como sucessor, e ele adotou o nome de Francisco em homenagem a São Francisco de Assis, símbolo de humildade e paz. Desde o início de seu pontificado, deixou claro que pretendia aproximar a Igreja dos mais pobres e marginalizados, reformar estruturas internas e promover o diálogo com outras religiões e culturas. Durante seu pontificado, Papa Francisco enfrentou desafios complexos, como os escândalos de abuso sexual dentro da Igreja, os conflitos políticos globais e a crescente perda de fiéis em algumas regiões. 

Ainda assim, ele manteve sua postura firme em defesa da justiça social, da ecologia e dos direitos dos imigrantes. Sua encíclica "Laudato Si'", sobre o cuidado com o meio ambiente, tornou-se um marco na relação entre fé e sustentabilidade. Nos últimos anos, a saúde do pontífice vinha se deteriorando, com várias internações e cirurgias. Mesmo fragilizado fisicamente, Francisco continuava ativo em suas funções, realizando audiências e viagens apostólicas.


Sua morte, embora não inesperada, provoca comoção mundial e abre um novo capítulo para o Vaticano, que agora se prepara para a escolha de um novo papa em meio a desafios contemporâneos cada vez mais complexos. 

O falecimento de Papa Francisco encerra uma era marcada pela busca de um catolicismo mais próximo das pessoas, mais dialogal e mais sensível aos problemas do mundo moderno. Seu legado ultrapassa os muros do Vaticano, ecoando nas periferias, nos campos de refugiados, nas igrejas de comunidades esquecidas e nos corações de milhões que viram nele um verdadeiro pastor. A Igreja Católica, e o mundo, perdem hoje uma de suas vozes mais humanistas e progressistas.


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CAPlTÃO PASSA BEM! Após 12 horas na ClRURGlA, Sensitiva Revela | 17/04/2025

Cirurgia de Bolsonaro é bem-sucedida e ex-presidente se recupera com otimismo

Jair Bolsonaro passou por mais uma cirurgia delicada na última semana, desta vez para tratar uma obstrução intestinal, e o procedimento foi considerado um sucesso pelos médicos. A intervenção, realizada em hospital de referência em São Paulo, transcorreu sem complicações, e o ex-presidente já apresenta sinais positivos de recuperação, reacendendo a confiança de seus apoiadores. 

Desde a facada sofrida em 2018 durante a campanha presidencial, Bolsonaro vem enfrentando uma série de problemas de saúde relacionados ao sistema digestivo. Esta nova cirurgia foi mais uma etapa importante para sua estabilização clínica, e, segundo a equipe médica, ele respondeu bem à anestesia, aos medicamentos e ao pós-operatório, com evolução dentro do esperado.


A boa notícia foi comemorada por familiares, aliados políticos e apoiadores em todo o Brasil. Nas redes sociais, a hashtag “Força Bolsonaro” voltou a ser destaque, com milhares de mensagens desejando pronta recuperação. A esposa, Michelle Bolsonaro, compartilhou fotos e palavras de gratidão, afirmando que “Deus está no controle” e que o marido tem se mostrado forte e resiliente diante das adversidades. 

Os médicos destacaram que o procedimento buscou corrigir uma obstrução causada por aderências intestinais, condição comum em pessoas que já passaram por múltiplas cirurgias abdominais. Com repouso adequado, fisioterapia e acompanhamento nutricional, Bolsonaro poderá retomar sua rotina gradualmente nas próximas semanas, embora ainda sem previsão de retorno a agendas públicas.


Mesmo afastado temporariamente dos compromissos políticos, o ex-presidente segue sendo uma figura central no debate nacional. Aliados reafirmam que sua recuperação fortalece o movimento que ele lidera e o mantém como principal nome da direita. “Ele está mais forte do que nunca e vai surpreender novamente”, disse um senador próximo ao ex-presidente. 

A cirurgia bem-sucedida de Jair Bolsonaro representa, para seus apoiadores, mais do que uma vitória médica: é um símbolo de superação e resistência. Enquanto se recupera com tranquilidade, Bolsonaro volta a ser visto como um sobrevivente de desafios extremos — tanto no corpo quanto na política. Para muitos, sua saúde restaurada reacende a esperança de vê-lo novamente em plena atividade no cenário nacional.

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CASTlGO! Carma Veio Rápido e Mais, Sensitiva Bianca Anuncia | 11/04/2025

Glauber Braga entra em greve de fome em meio a processo de cassação e revela desespero político. Essa é uma amostra de como a esquerda enfrente seus problemas.

O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) protagoniza um novo capítulo em sua trajetória política ao anunciar, nesta semana, o início de uma greve de fome como forma de protesto contra o processo de cassação de seu mandato, em tramitação na Câmara dos Deputados. A atitude radical levantou questionamentos sobre o estado emocional do parlamentar e o momento político conturbado que enfrenta. 

Glauber é acusado de quebra de decoro parlamentar após uma série de confrontos com colegas e posturas consideradas incompatíveis com o exercício do cargo. O processo de cassação, que ganhou força nos últimos meses, encontrou respaldo em partidos de diversas vertentes ideológicas, indicando um desgaste político generalizado. Em vez de buscar uma saída institucional ou dialogar com seus pares, o deputado optou por um gesto extremo: parar de se alimentar.


A greve de fome, embora simbólica, foi interpretada por muitos como a reação de um homem acuado e sem alternativas políticas viáveis. Analistas apontam que Glauber perdeu a oportunidade de enfrentar o processo com maturidade e dignidade, preferindo o apelo emocional como última cartada. A escolha repercutiu negativamente nos bastidores de Brasília, onde muitos a classificaram como um ato de desespero. Colegas da Casa afirmam que Braga, que já vinha adotando um discurso cada vez mais inflamado, isolou-se politicamente nos últimos meses. Com apoio minguante até mesmo dentro de sua legenda, ele passou a enfrentar resistências internas e externas. Sua estratégia de confrontação constante, antes vista como coragem, passou a ser percebida como obstáculo ao diálogo e à convivência democrática.


O processo de cassação segue avançando nas comissões internas da Câmara, e a expectativa é de que o plenário se manifeste nas próximas semanas. A greve de fome, longe de mobilizar simpatia suficiente para reverter o cenário, pode acelerar sua saída do Parlamento. Sem apoio popular consistente nem articulação política eficaz, Glauber parece ter perdido o controle sobre seu próprio destino político. 

Ao recorrer a medidas extremas, Braga deixa para trás não apenas o mandato, mas também a chance de sair de cabeça erguida de uma situação difícil. Sua trajetória, marcada por momentos de firmeza ideológica, encerra-se agora com um gesto que, mais do que resistência, traduz impotência. A greve de fome pode entrar para a história como símbolo do fim melancólico de uma carreira que prometia mais do que entregou.

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Edição e texto: Theta Wellington

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GOVERNO SENTIU! Derreteu Correios, Futuro, Astróloga Maricy Vogel Alerta | 09/04/2025

Taxação de compras internacionais afeta consumidores e agrava crise nos Correios

A decisão do governo Lula de impor uma taxação mais rigorosa sobre compras internacionais de baixo valor, como as realizadas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress, vem gerando polêmica e impactos negativos em diferentes setores. Anunciada como uma medida para proteger a indústria nacional e garantir uma arrecadação justa, a iniciativa tem resultado em queda no volume de encomendas internacionais e prejudicado diretamente os serviços dos Correios, que já enfrentam dificuldades financeiras. 

Desde que a nova política de taxação entrou em vigor, houve uma redução expressiva nas importações feitas por pessoas físicas. Consumidores, desmotivados pelos aumentos nos custos finais das compras, passaram a evitar sites estrangeiros ou simplesmente desistiram de adquirir produtos de fora. Com isso, os Correios — principais responsáveis pela entrega dessas encomendas no Brasil — registraram uma queda acentuada no volume de pacotes internacionais, impactando diretamente suas receitas.


A estatal, que já lidava com desafios como a concorrência de transportadoras privadas e uma estrutura defasada, viu a medida do governo como mais um golpe em sua sustentabilidade. A queda nas encomendas reduziu a arrecadação com serviços logísticos e afetou setores internos como triagem, transporte e distribuição. Além disso, diversos trabalhadores relataram diminuição na carga de trabalho, o que reacende o debate sobre possíveis cortes e enxugamentos no quadro de funcionários da empresa pública. 

Críticos da medida apontam que o governo Lula, ao tentar fortalecer o mercado interno, acabou penalizando o consumidor de baixa renda, que via nas plataformas internacionais uma alternativa mais acessível para adquirir roupas, eletrônicos e outros itens. A promessa de proteger a indústria nacional esbarra na ausência de políticas eficazes de incentivo à produção interna e à competitividade, tornando a taxação uma solução simplista e impopular.


Economistas e especialistas em comércio eletrônico também destacam que a medida pode ter um efeito contrário ao desejado, encarecendo produtos e desestimulando o consumo, em um momento em que a economia brasileira ainda dá sinais de fragilidade. A falta de diálogo com o setor logístico e a ausência de um planejamento estratégico que envolvesse os Correios no processo de transição da política também são pontos criticados por entidades representativas e servidores da estatal. 

A decisão do governo de taxar as compras internacionais, embora defendida como justa do ponto de vista tributário, acabou gerando um efeito colateral grave: a fragilização ainda maior dos Correios, uma empresa pública estratégica para o país. Ao agir de forma unilateral e sem considerar as consequências operacionais e sociais da medida, o governo Lula expôs os limites de uma política econômica desconectada da realidade do consumidor e das necessidades do serviço postal nacional.


Créditos Maricy Vogel

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