G0VERN0 PERDE! Debandada de Aliados, Sanções, Cigana Sulamita Arrepia | 09/06/2025

Governo Lula parece à deriva e perde aliados a cada nova polêmica

O governo Lula enfrenta um cenário cada vez mais instável, parecendo um barco à deriva em meio às ondas de decisões impopulares e polêmicas. A cada novo tropeço, o desgaste interno só aumenta, provocando fissuras entre antigos aliados e minando a base de apoio no Congresso Nacional. Críticas veladas e desistências públicas indicam que a administração federal vive dias de incerteza e desconfiança. Nos bastidores, o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, tem expressado descontentamento com os rumos do governo. De acordo com informações que circulam nos noticiários, Alckmin estaria incomodado com o estilo centralizador de Lula e com a falta de diálogo em decisões importantes. Esse descompasso entre presidente e vice agrava a sensação de falta de direção no Palácio do Planalto.


Um reflexo dessa desorganização política foi visto recentemente na Câmara dos Deputados, durante a votação de um projeto de lei para modernizar o processo de transferência de veículos. Curiosamente, apenas o PT votou contra o projeto, enquanto os demais partidos, inclusive aliados do governo, apoiaram a proposta. Isso evidenciou o isolamento do partido e o desalinhamento em relação aos interesses mais amplos do Congresso. 

Deputados de legendas aliadas afirmaram que o tratamento dado pelo PT ao tema foi desrespeitoso e arrogante. Durante a sessão, parlamentares petistas chegaram a telefonar para o presidente da Câmara, Arthur Lira, pedindo que a votação fosse interrompida imediatamente. A manobra petista provocou revolta nos corredores do Congresso, e a votação só foi suspensa a contragosto, gerando ainda mais ruídos na relação do governo com o Legislativo.


A postura do PT nesse episódio gerou críticas até mesmo de membros de partidos tradicionalmente alinhados ao governo, que afirmaram não ver mais coerência no discurso do Palácio do Planalto. Nos corredores de Brasília, a percepção é de que o governo perdeu a bússola e que cada nova tentativa de manobra só afasta mais parlamentares e lideranças. A crise interna no governo Lula revela um desgaste político precoce e preocupante. Sem diálogo e cada vez mais isolado, o PT corre o risco de ver a base governista desmoronar, enquanto antigos aliados pulam fora dessa barca desgovernada. A expectativa agora é que Lula e sua equipe consigam retomar o rumo, antes que a falta de direção se torne um naufrágio político irreversível.


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PRESSÃO NO SUPREMO! Sanções Arrepiam, Cigana Sulamita Avisou | 04/06/2025

Sanções Americanas e Lei Magnitsky Aumentam Pressão sobre Alexandre de Moraes e Outros Ministros

A decisão do governo dos Estados Unidos de dificultar a entrada do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, no país vem gerando repercussão e preocupação nos bastidores políticos brasileiros. Embora o Itamaraty ainda não tenha se manifestado oficialmente, fontes diplomáticas confirmam que o visto de entrada de Moraes está sob revisão, num movimento que sinaliza o endurecimento do governo americano em relação a figuras de destaque no cenário político e jurídico do Brasil. 

Essa restrição vem sendo associada a dispositivos inspirados na chamada Lei Magnitsky, um conjunto de sanções criadas para punir indivíduos acusados de violações de direitos humanos e corrupção em todo o mundo. A lei, inicialmente sancionada nos Estados Unidos em 2012, prevê medidas como o congelamento de bens, bloqueio de contas bancárias e, mais recentemente, restrições de entrada em território americano. Em casos extremos, as punições podem se estender também a familiares diretos dos alvos das sanções.


Segundo especialistas, a inclusão de Moraes ou de outros ministros brasileiros na lista de sanções Magnitsky ainda não foi confirmada, mas o simples fato de seu visto estar sob revisão aponta para um risco real de que essas medidas possam ser ampliadas. Além de Moraes, outros membros do Judiciário e do Executivo brasileiro estariam sendo avaliados em relatórios sigilosos, que tratam de potenciais violações de liberdades fundamentais.

Caso essas sanções se concretizem, as consequências seriam duras para Moraes e para outros ministros ou altos funcionários envolvidos. Não apenas contas bancárias no exterior poderiam ser bloqueadas, mas também haveria impacto direto na vida de suas famílias, que poderiam ter restrições de visto ou enfrentar bloqueios patrimoniais. Essa perspectiva vem preocupando não apenas os citados, mas também setores diplomáticos que temem uma crise política e institucional entre Brasil e Estados Unidos.


Além das sanções direcionadas a personalidades públicas, o governo americano está endurecendo a entrada de brasileiros em geral no país. Nos últimos meses, autoridades de imigração passaram a exigir informações detalhadas sobre redes sociais e histórico digital dos solicitantes de visto, ampliando o rigor e a fiscalização. Essas novas regras têm gerado apreensão entre turistas, estudantes e empresários brasileiros que dependem de viagens aos EUA. 

Em conclusão, o cerco diplomático e financeiro que se anuncia, somado à aplicação cada vez mais ampla da Lei Magnitsky, representa uma mudança significativa na forma como Washington se relaciona com o Brasil. Para Alexandre de Moraes e outros ministros sob suspeita, o risco de ver suas vidas financeiras e familiares afetadas diretamente pelos Estados Unidos traz não apenas um desafio pessoal, mas também um teste à autonomia e à imagem das instituições brasileiras.

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DEBANDADA! Foi Revelado, Governo Começa Ruir, Vidente Cigano Anuncia | 31/05/2025

Crise e Descompasso: Governo Lula Enfrenta Turbulência Política e Falta de Articulação

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vive uma fase de crescente desorganização política, marcada por sinais de desgaste na condução das políticas públicas e na articulação com o Congresso Nacional. A recente crise de labirintite enfrentada por Lula, que o afastou temporariamente de compromissos oficiais, levantou dúvidas sobre seu estado de saúde e capacidade plena de liderar em meio a um cenário de instabilidade institucional. Ao mesmo tempo, a base governista tem se mostrado desorientada, sem um rumo claro, e episódios como o tumulto ocorrido no Senado na última terça-feira expõem as fraturas internas da gestão petista. 

O episódio mais marcante dessa instabilidade ocorreu durante uma sessão no Senado Federal, quando a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, se exaltou ao rebater críticas de parlamentares sobre sua atuação à frente da pasta. Durante o embate, Marina elevou o tom, interrompeu senadores e chegou a acusar membros da casa de desrespeito à pauta ambiental. O comportamento da ministra foi duramente criticado por líderes de diferentes partidos, inclusive alguns tradicionalmente alinhados ao governo, que viram na postura de Marina um ato de desequilíbrio institucional e desrespeito ao Legislativo.


As críticas à gestão de Marina Silva giram principalmente em torno da paralisia de projetos estratégicos para o desenvolvimento sustentável e do excesso de rigidez em pautas ambientais, que teriam travado obras de infraestrutura importantes para estados da Amazônia e do Centro-Oeste. Governadores dessas regiões já vinham manifestando insatisfação com a falta de diálogo da ministra, situação que se agravou após os embates públicos no Senado. 

O episódio também serviu para ampliar o ruído entre o Planalto e o Congresso, dificultando ainda mais a já frágil articulação política do governo. Além disso, a ausência de uma liderança forte dentro da base aliada tem gerado uma série de derrotas e recuos estratégicos no Congresso. A PEC das Drogas, por exemplo, avançou com apoio de partidos que integram formalmente a coalizão de governo, expondo a fragilidade na condução de temas sensíveis. Essa desconexão entre o Executivo e sua base legislativa compromete a governabilidade e coloca em xeque a capacidade do governo de aprovar reformas estruturais.


O episódio da labirintite de Lula, embora tratado como um problema pontual de saúde, foi interpretado por aliados e adversários como um sintoma de cansaço e sobrecarga. A ausência do presidente em momentos-chave de articulação política reforça a sensação de um governo sem coordenação clara, dependente de ministros que, como Marina Silva, acabam se tornando fontes de conflito ao invés de estabilização. A oposição, por sua vez, tem explorado cada brecha para fragilizar ainda mais a imagem do Planalto. 

Diante de tantos sinais de descompasso, o governo Lula precisa urgentemente reavaliar sua estratégia política. A manutenção do apoio parlamentar exige mais que discursos e promessas; requer diálogo, humildade e uma liderança que inspire confiança tanto na base quanto na sociedade. Sem isso, o risco é o governo se perder de vez em um labirinto político do qual não conseguirá sair apenas com a força do discurso.

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 Edição e texto: Theta Wellington
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LULA AFASTADO? Crise Força Decisão e Astróloga Maricy Se Pronuncia | 28/05/2025

Crise de labirintite afasta Lula de compromissos e reacende preocupações sobre sua saúde


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou compromissos oficiais nesta semana após ser acometido por uma crise de labirintite, condição que afeta o equilíbrio e pode causar tonturas intensas. Aos 79 anos, Lula enfrenta mais um episódio de saúde que levanta questionamentos sobre sua capacidade de seguir à frente do cargo mais alto do país. 

A decisão de cancelar agendas foi confirmada pelo Palácio do Planalto e, segundo a assessoria, trata-se de uma medida de precaução para permitir uma recuperação adequada. A crise ocorreu no momento em que o presidente se preparava para uma série de encontros com ministros e representantes internacionais. Segundo fontes próximas ao Planalto, Lula sentiu fortes tonturas e precisou ser submetido a avaliação médica imediata. A recomendação dos profissionais de saúde foi de repouso absoluto. Ainda que a labirintite não seja, em geral, uma condição grave, sua recorrência pode afetar significativamente a rotina de qualquer pessoa — especialmente de um chefe de Estado.


Aos quase 80 anos, Lula já passou por diversos desafios de saúde nos últimos anos, incluindo uma cirurgia no quadril e episódios de fadiga. Em idade avançada, qualquer complicação médica gera preocupação, não apenas por seus efeitos imediatos, mas também pelos riscos de agravamento e impacto na capacidade de governar com estabilidade. 

A população e os meios políticos, naturalmente, começam a discutir as implicações de episódios como esse para o futuro da Presidência da República. Nos bastidores do Congresso, o episódio acendeu alertas. Alguns parlamentares da oposição levantaram questionamentos sobre a continuidade de Lula no cargo caso os episódios de saúde se tornem frequentes. Embora oficialmente o governo reforce que o presidente está bem e voltará às atividades em breve, a repetição de afastamentos por motivos de saúde pode comprometer a confiança institucional e a condução de políticas prioritárias.


A Constituição brasileira prevê mecanismos para afastamento temporário ou definitivo de presidentes por motivos de saúde, mas qualquer decisão nesse sentido exige uma avaliação médica detalhada e o acionamento formal do processo legal. Ainda é cedo para cogitar essa hipótese, mas a nova crise reforça a necessidade de transparência e acompanhamento constante do estado clínico do presidente. Por ora, Lula segue em repouso e sob observação médica. 

O Planalto informou que, caso não haja piora no quadro, ele poderá retomar sua agenda nos próximos dias. No entanto, fica evidente que, em se tratando de um presidente em idade avançada, qualquer sinal de fragilidade desperta preocupações legítimas. Se as crises de labirintite se tornarem frequentes ou indicarem um quadro mais amplo, a continuidade de Lula no comando do país poderá, sim, ser colocada em xeque.

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Créditos Maricy Vogel


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DERRUBOU NARRATIVA! General Apavorou Moraes, Cigana Sulamita Gritou | 26/05/2025

General Freire Gomes impõe autoridade diante de Moraes e descontrói narrativa da PF sobre “golpe”

Em depoimento considerado firme e corajoso, o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, prestou esclarecimentos ao ministro Alexandre de Moraes no inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado. Sua fala, no entanto, surpreendeu por desarmar ponto a ponto a tese sustentada pela Polícia Federal, que tenta vincular lideranças militares e o ex-presidente Jair Bolsonaro a um plano golpista. 

A postura serena e convicta do general foi elogiada por integrantes das Forças Armadas e analistas políticos, que veem no depoimento um divisor de águas na investigação. Freire Gomes destacou com clareza que nunca recebeu ordens ou participou de qualquer articulação de Bolsonaro para ruptura institucional. Pelo contrário: reafirmou seu compromisso com a Constituição e com a legalidade durante todo o período de transição de governo. Ao ser questionado por Moraes sobre supostos planos de resistência à vitória de Lula nas eleições de 2022, o general foi taxativo ao negar qualquer movimentação nesse sentido dentro do Exército. “Jamais compactuei com qualquer iniciativa que contrariasse a ordem constitucional”, afirmou.


O depoimento desmonta parte importante da narrativa da PF, que sustenta haver uma trama articulada no alto comando para impedir a posse do presidente eleito. Segundo Freire Gomes, em nenhum momento houve reuniões com essa pauta nem sinais de que os quartéis estivessem sendo mobilizados para um levante institucional. A fala do general descredibiliza, assim, o argumento de que as Forças Armadas estariam alinhadas com ideias golpistas — tese que, até agora, carece de provas materiais robustas. 

Além disso, o general ressaltou que atuou ativamente para garantir a estabilidade e a normalidade institucional durante os momentos de maior tensão política. Ele lembrou que, em várias ocasiões, defendeu publicamente a lisura do processo eleitoral e evitou manifestações públicas que pudessem ser interpretadas como apoio a contestação dos resultados. Com isso, Freire Gomes reforçou a imagem de um comandante que zelou pela legalidade e pela disciplina militar, mesmo diante de pressões externas.


O impacto do depoimento foi imediato. Integrantes do meio jurídico e militar avaliaram que a fala do general esvazia o principal eixo da acusação, ao mostrar que não havia coesão nem intenção entre os militares para uma ruptura democrática. A sinceridade e o rigor técnico de Freire Gomes diante de Alexandre de Moraes também chamaram a atenção. 

Mesmo pressionado, o ex-comandante manteve firmeza e serenidade, contrastando com a politização que marca boa parte das investigações conduzidas até agora. Com seu depoimento, Freire Gomes não apenas reafirma seu compromisso com a democracia, como também impõe um revés à narrativa que tenta criminalizar setores das Forças Armadas sem evidências concretas. Sua postura firme e a ausência de contradições no relato sinalizam que, ao menos no Exército, não houve adesão a qualquer plano antidemocrático. Resta agora saber se a investigação seguirá os fatos ou continuará refém de versões construídas com base em suposições frágeis.

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