PRESSÃO NO SUPREMO! Sanções Arrepiam, Cigana Sulamita Avisou | 04/06/2025

Sanções Americanas e Lei Magnitsky Aumentam Pressão sobre Alexandre de Moraes e Outros Ministros

A decisão do governo dos Estados Unidos de dificultar a entrada do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, no país vem gerando repercussão e preocupação nos bastidores políticos brasileiros. Embora o Itamaraty ainda não tenha se manifestado oficialmente, fontes diplomáticas confirmam que o visto de entrada de Moraes está sob revisão, num movimento que sinaliza o endurecimento do governo americano em relação a figuras de destaque no cenário político e jurídico do Brasil. 

Essa restrição vem sendo associada a dispositivos inspirados na chamada Lei Magnitsky, um conjunto de sanções criadas para punir indivíduos acusados de violações de direitos humanos e corrupção em todo o mundo. A lei, inicialmente sancionada nos Estados Unidos em 2012, prevê medidas como o congelamento de bens, bloqueio de contas bancárias e, mais recentemente, restrições de entrada em território americano. Em casos extremos, as punições podem se estender também a familiares diretos dos alvos das sanções.


Segundo especialistas, a inclusão de Moraes ou de outros ministros brasileiros na lista de sanções Magnitsky ainda não foi confirmada, mas o simples fato de seu visto estar sob revisão aponta para um risco real de que essas medidas possam ser ampliadas. Além de Moraes, outros membros do Judiciário e do Executivo brasileiro estariam sendo avaliados em relatórios sigilosos, que tratam de potenciais violações de liberdades fundamentais.

Caso essas sanções se concretizem, as consequências seriam duras para Moraes e para outros ministros ou altos funcionários envolvidos. Não apenas contas bancárias no exterior poderiam ser bloqueadas, mas também haveria impacto direto na vida de suas famílias, que poderiam ter restrições de visto ou enfrentar bloqueios patrimoniais. Essa perspectiva vem preocupando não apenas os citados, mas também setores diplomáticos que temem uma crise política e institucional entre Brasil e Estados Unidos.


Além das sanções direcionadas a personalidades públicas, o governo americano está endurecendo a entrada de brasileiros em geral no país. Nos últimos meses, autoridades de imigração passaram a exigir informações detalhadas sobre redes sociais e histórico digital dos solicitantes de visto, ampliando o rigor e a fiscalização. Essas novas regras têm gerado apreensão entre turistas, estudantes e empresários brasileiros que dependem de viagens aos EUA. 

Em conclusão, o cerco diplomático e financeiro que se anuncia, somado à aplicação cada vez mais ampla da Lei Magnitsky, representa uma mudança significativa na forma como Washington se relaciona com o Brasil. Para Alexandre de Moraes e outros ministros sob suspeita, o risco de ver suas vidas financeiras e familiares afetadas diretamente pelos Estados Unidos traz não apenas um desafio pessoal, mas também um teste à autonomia e à imagem das instituições brasileiras.

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DEBANDADA! Foi Revelado, Governo Começa Ruir, Vidente Cigano Anuncia | 31/05/2025

Crise e Descompasso: Governo Lula Enfrenta Turbulência Política e Falta de Articulação

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vive uma fase de crescente desorganização política, marcada por sinais de desgaste na condução das políticas públicas e na articulação com o Congresso Nacional. A recente crise de labirintite enfrentada por Lula, que o afastou temporariamente de compromissos oficiais, levantou dúvidas sobre seu estado de saúde e capacidade plena de liderar em meio a um cenário de instabilidade institucional. Ao mesmo tempo, a base governista tem se mostrado desorientada, sem um rumo claro, e episódios como o tumulto ocorrido no Senado na última terça-feira expõem as fraturas internas da gestão petista. 

O episódio mais marcante dessa instabilidade ocorreu durante uma sessão no Senado Federal, quando a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, se exaltou ao rebater críticas de parlamentares sobre sua atuação à frente da pasta. Durante o embate, Marina elevou o tom, interrompeu senadores e chegou a acusar membros da casa de desrespeito à pauta ambiental. O comportamento da ministra foi duramente criticado por líderes de diferentes partidos, inclusive alguns tradicionalmente alinhados ao governo, que viram na postura de Marina um ato de desequilíbrio institucional e desrespeito ao Legislativo.


As críticas à gestão de Marina Silva giram principalmente em torno da paralisia de projetos estratégicos para o desenvolvimento sustentável e do excesso de rigidez em pautas ambientais, que teriam travado obras de infraestrutura importantes para estados da Amazônia e do Centro-Oeste. Governadores dessas regiões já vinham manifestando insatisfação com a falta de diálogo da ministra, situação que se agravou após os embates públicos no Senado. 

O episódio também serviu para ampliar o ruído entre o Planalto e o Congresso, dificultando ainda mais a já frágil articulação política do governo. Além disso, a ausência de uma liderança forte dentro da base aliada tem gerado uma série de derrotas e recuos estratégicos no Congresso. A PEC das Drogas, por exemplo, avançou com apoio de partidos que integram formalmente a coalizão de governo, expondo a fragilidade na condução de temas sensíveis. Essa desconexão entre o Executivo e sua base legislativa compromete a governabilidade e coloca em xeque a capacidade do governo de aprovar reformas estruturais.


O episódio da labirintite de Lula, embora tratado como um problema pontual de saúde, foi interpretado por aliados e adversários como um sintoma de cansaço e sobrecarga. A ausência do presidente em momentos-chave de articulação política reforça a sensação de um governo sem coordenação clara, dependente de ministros que, como Marina Silva, acabam se tornando fontes de conflito ao invés de estabilização. A oposição, por sua vez, tem explorado cada brecha para fragilizar ainda mais a imagem do Planalto. 

Diante de tantos sinais de descompasso, o governo Lula precisa urgentemente reavaliar sua estratégia política. A manutenção do apoio parlamentar exige mais que discursos e promessas; requer diálogo, humildade e uma liderança que inspire confiança tanto na base quanto na sociedade. Sem isso, o risco é o governo se perder de vez em um labirinto político do qual não conseguirá sair apenas com a força do discurso.

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LULA AFASTADO? Crise Força Decisão e Astróloga Maricy Se Pronuncia | 28/05/2025

Crise de labirintite afasta Lula de compromissos e reacende preocupações sobre sua saúde


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou compromissos oficiais nesta semana após ser acometido por uma crise de labirintite, condição que afeta o equilíbrio e pode causar tonturas intensas. Aos 79 anos, Lula enfrenta mais um episódio de saúde que levanta questionamentos sobre sua capacidade de seguir à frente do cargo mais alto do país. 

A decisão de cancelar agendas foi confirmada pelo Palácio do Planalto e, segundo a assessoria, trata-se de uma medida de precaução para permitir uma recuperação adequada. A crise ocorreu no momento em que o presidente se preparava para uma série de encontros com ministros e representantes internacionais. Segundo fontes próximas ao Planalto, Lula sentiu fortes tonturas e precisou ser submetido a avaliação médica imediata. A recomendação dos profissionais de saúde foi de repouso absoluto. Ainda que a labirintite não seja, em geral, uma condição grave, sua recorrência pode afetar significativamente a rotina de qualquer pessoa — especialmente de um chefe de Estado.


Aos quase 80 anos, Lula já passou por diversos desafios de saúde nos últimos anos, incluindo uma cirurgia no quadril e episódios de fadiga. Em idade avançada, qualquer complicação médica gera preocupação, não apenas por seus efeitos imediatos, mas também pelos riscos de agravamento e impacto na capacidade de governar com estabilidade. 

A população e os meios políticos, naturalmente, começam a discutir as implicações de episódios como esse para o futuro da Presidência da República. Nos bastidores do Congresso, o episódio acendeu alertas. Alguns parlamentares da oposição levantaram questionamentos sobre a continuidade de Lula no cargo caso os episódios de saúde se tornem frequentes. Embora oficialmente o governo reforce que o presidente está bem e voltará às atividades em breve, a repetição de afastamentos por motivos de saúde pode comprometer a confiança institucional e a condução de políticas prioritárias.


A Constituição brasileira prevê mecanismos para afastamento temporário ou definitivo de presidentes por motivos de saúde, mas qualquer decisão nesse sentido exige uma avaliação médica detalhada e o acionamento formal do processo legal. Ainda é cedo para cogitar essa hipótese, mas a nova crise reforça a necessidade de transparência e acompanhamento constante do estado clínico do presidente. Por ora, Lula segue em repouso e sob observação médica. 

O Planalto informou que, caso não haja piora no quadro, ele poderá retomar sua agenda nos próximos dias. No entanto, fica evidente que, em se tratando de um presidente em idade avançada, qualquer sinal de fragilidade desperta preocupações legítimas. Se as crises de labirintite se tornarem frequentes ou indicarem um quadro mais amplo, a continuidade de Lula no comando do país poderá, sim, ser colocada em xeque.

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Créditos Maricy Vogel


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DERRUBOU NARRATIVA! General Apavorou Moraes, Cigana Sulamita Gritou | 26/05/2025

General Freire Gomes impõe autoridade diante de Moraes e descontrói narrativa da PF sobre “golpe”

Em depoimento considerado firme e corajoso, o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, prestou esclarecimentos ao ministro Alexandre de Moraes no inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado. Sua fala, no entanto, surpreendeu por desarmar ponto a ponto a tese sustentada pela Polícia Federal, que tenta vincular lideranças militares e o ex-presidente Jair Bolsonaro a um plano golpista. 

A postura serena e convicta do general foi elogiada por integrantes das Forças Armadas e analistas políticos, que veem no depoimento um divisor de águas na investigação. Freire Gomes destacou com clareza que nunca recebeu ordens ou participou de qualquer articulação de Bolsonaro para ruptura institucional. Pelo contrário: reafirmou seu compromisso com a Constituição e com a legalidade durante todo o período de transição de governo. Ao ser questionado por Moraes sobre supostos planos de resistência à vitória de Lula nas eleições de 2022, o general foi taxativo ao negar qualquer movimentação nesse sentido dentro do Exército. “Jamais compactuei com qualquer iniciativa que contrariasse a ordem constitucional”, afirmou.


O depoimento desmonta parte importante da narrativa da PF, que sustenta haver uma trama articulada no alto comando para impedir a posse do presidente eleito. Segundo Freire Gomes, em nenhum momento houve reuniões com essa pauta nem sinais de que os quartéis estivessem sendo mobilizados para um levante institucional. A fala do general descredibiliza, assim, o argumento de que as Forças Armadas estariam alinhadas com ideias golpistas — tese que, até agora, carece de provas materiais robustas. 

Além disso, o general ressaltou que atuou ativamente para garantir a estabilidade e a normalidade institucional durante os momentos de maior tensão política. Ele lembrou que, em várias ocasiões, defendeu publicamente a lisura do processo eleitoral e evitou manifestações públicas que pudessem ser interpretadas como apoio a contestação dos resultados. Com isso, Freire Gomes reforçou a imagem de um comandante que zelou pela legalidade e pela disciplina militar, mesmo diante de pressões externas.


O impacto do depoimento foi imediato. Integrantes do meio jurídico e militar avaliaram que a fala do general esvazia o principal eixo da acusação, ao mostrar que não havia coesão nem intenção entre os militares para uma ruptura democrática. A sinceridade e o rigor técnico de Freire Gomes diante de Alexandre de Moraes também chamaram a atenção. 

Mesmo pressionado, o ex-comandante manteve firmeza e serenidade, contrastando com a politização que marca boa parte das investigações conduzidas até agora. Com seu depoimento, Freire Gomes não apenas reafirma seu compromisso com a democracia, como também impõe um revés à narrativa que tenta criminalizar setores das Forças Armadas sem evidências concretas. Sua postura firme e a ausência de contradições no relato sinalizam que, ao menos no Exército, não houve adesão a qualquer plano antidemocrático. Resta agora saber se a investigação seguirá os fatos ou continuará refém de versões construídas com base em suposições frágeis.

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BURACO NO BRASIL! A Coisa é mais em baixo, Vidente Cigano Arrepia | 20/05/2025

Fraude no INSS expõe falhas sistêmicas e revela incoerência nas narrativas políticas

A recente descoberta de um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) gerou indignação e um jogo de empurra entre setores políticos, especialmente entre esquerda e direita. Enquanto alguns grupos de esquerda tentam responsabilizar o governo Bolsonaro pelo rombo, os fatos conhecidos até o momento revelam que a realidade é bem mais complexa — e que essa tentativa de politização simplista carece de lógica e seriedade. 

O envolvimento de nomes ligados à esquerda, incluindo o próprio irmão do presidente Lula, fragiliza qualquer tentativa de associar o escândalo exclusivamente à gestão anterior. A operação revelou um esquema de concessões indevidas de benefícios, com participação de servidores públicos, despachantes e intermediários. Entre os beneficiados, surgem nomes que não têm qualquer ligação com o bolsonarismo — ao contrário, alguns são claramente identificados com o campo progressista. A presença do irmão de Lula entre os investigados escancara o caráter difuso do esquema e desmonta a tese de que se trataria de um plano articulado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro para favorecer aliados.


A acusação de que o governo Bolsonaro teria armado uma fraude para beneficiar familiares e aliados de Lula beira o absurdo. Nenhuma linha de raciocínio lógico sustenta a ideia de que Bolsonaro, conhecido por seus ataques ao petismo, teria favorecido o irmão de seu maior rival político. Isso mostra que o caso vai muito além de disputas ideológicas e aponta para um problema enraizado na estrutura do Estado: a fragilidade nos mecanismos de controle e fiscalização dentro do INSS. 

O foco do debate, portanto, deve se afastar da guerra de narrativas políticas e se voltar para a investigação técnica e imparcial dos fatos. Quem fraudou o sistema — independentemente de partido, ideologia ou parentesco com figuras públicas — precisa ser responsabilizado. A tentativa de transformar o escândalo em mais uma trincheira de disputas entre direita e esquerda desvia a atenção da população e compromete a seriedade do processo de apuração.


Cabe ao governo atual não apenas divulgar os nomes e dados envolvidos, mas garantir transparência e isenção nas investigações. É também sua responsabilidade reforçar os sistemas de fiscalização e prevenir que esquemas semelhantes se repitam no futuro. O combate à corrupção e à fraude no setor público não pode ter lado: deve atingir quem cometeu ilegalidades, seja da direita, da esquerda ou de qualquer outro campo político. 

A fraude no INSS escancara um problema estrutural e pede responsabilidade, não oportunismo. A população brasileira, que depende da previdência e paga seus impostos, merece respostas concretas e punições exemplares — não discursos prontos moldados por interesses partidários. O escândalo deve servir de alerta para todos: o verdadeiro inimigo não é o adversário político, mas a impunidade.

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