VOLTA POR CIMA! Governo lRRlTADO, Astróloga Maricy Vogel Atualiza | 01/05/2024

Sérgio Moro perto de escapar da cassação mostra a força da direita no congresso.

A possível escapada de Sérgio Moro da cassação tem gerado animação e alívio para muitos, especialmente para aqueles que admiram sua trajetória e sua atuação no cenário político. Os caciques do Centrão apontam que o ex-juiz da Lava Jato pode ter conseguido criar um cenário favorável para evitar a cassação de seu mandato como senador. 

O que chama atenção é a postura de Moro durante seu período como senador, onde demonstrou boa vontade com os indicados de Lula ao STF durante as sabatinas, o que contribuiu para manter uma relação cordial com membros do governo, como o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), a quem costuma elogiar nos bastidores.


Para muitos, a possível não cassação de Moro representa uma vitória da democracia e do Estado de Direito, mostrando que as instituições estão funcionando de forma independente e garantindo os direitos dos cidadãos. Além disso, é um sinal de que o sistema político brasileiro está em constante transformação e adaptação, abrindo espaço para novas lideranças e perspectivas. 

É importante ressaltar que Moro enfrentou uma ação protocolada pelo PT e PL, que pedem a cassação de seu mandato de senador por suposto abuso de poder econômico durante as eleições de 2022. Apesar disso, ele já foi absolvido em julgamento no TRE do Paraná, o que reforça a confiança de seus apoiadores em sua integridade e idoneidade.


A decisão final sobre a cassação de Moro ainda está pendente, uma vez que os dois partidos recorreram ao TSE para tentar reverter a decisão favorável ao ex-juiz. No entanto, o cenário atual indica que Moro pode sair ileso dessa batalha jurídica, o que representa um alívio para aqueles que acreditam em sua capacidade de contribuir para o debate político e para o desenvolvimento do país. 

Para muitos brasileiros, Sérgio Moro simboliza a esperança de combate à corrupção e à impunidade, e sua permanência no Senado pode representar uma oportunidade de continuar promovendo esses valores e princípios fundamentais para o fortalecimento da democracia. Sua atuação firme e comprometida com a ética e a transparência ganhou a admiração de muitos, e sua possível permanência no cenário político é motivo de celebração para aqueles que compartilham de sua visão de um Brasil mais justo e íntegro.

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Créditos Maricy Vogel

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ELElÇÕES BRASlL! Capítulo 2024 Chegou, Cigana Sulamita Arrepia | 30/04/2024

Começa a batalha da direita para que as atrocidades políticas de 2022 não aconteça em 2024.

O cenário das eleições municipais de 2024 no Brasil é marcado por uma atmosfera de tensão e incerteza, especialmente no que diz respeito ao papel das big techs e à atuação da Justiça Eleitoral. Em meio a embates políticos locais e internacionais, as grandes empresas de tecnologia se veem cada vez mais pressionadas a lidar com questões relacionadas à desinformação e à integridade do processo eleitoral. 

Vale lembrar que em 2022 o TSE ordenou coisas absurdas, como por exemplo não era permitido dizer que Lula era amigo de Nicolás Maduro. Isso é um fato, Lula era amigo de Maduro, mas era proibido dizer isso. A luta é para que esse tipo de absurdo não aconteça mais. Enquanto nos Estados Unidos o TikTok enfrenta pressões e na União Europeia ocorrem movimentos de regulamentação mais amplos das plataformas digitais, no Brasil é o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que intensifica o cerco às empresas, gerando debates e críticas sobre os limites da regulação em relação ao Marco Civil da Internet.


No entanto, apesar das demandas por maior responsabilidade das big techs no combate à desinformação, não há indícios de que elas estejam se mobilizando de forma efetiva para enfrentar esse desafio. Pelo contrário, mudanças internas podem até mesmo prejudicar essa tarefa crucial. 

A saída do ministro Alexandre de Moraes da presidência do TSE também representa uma mudança significativa no cenário eleitoral brasileiro. Novas regras aprovadas pela corte aumentam a responsabilidade das empresas em remover conteúdos prejudiciais ao processo eleitoral, mas surgem dúvidas sobre a efetividade da aplicação dessas regras.


Além disso, a redução das ferramentas de monitoramento disponíveis para pesquisadores, entidades e imprensa pode dificultar a identificação e a denúncia de conteúdos nocivos nas redes sociais. Diante desse panorama complexo, a expectativa é de um escrutínio mais rigoroso sobre a atuação das big techs e da Justiça Eleitoral, com desafios adicionais decorrentes da disseminação de informações falsas e da polarização política. A garantia da integridade do processo eleitoral requer um esforço conjunto de todos os atores envolvidos, incluindo as plataformas digitais, as autoridades eleitorais e a sociedade civil.

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CLlMA ESQUENTOU! Congresso, Câmara e Governo, Cigana Sulamita Avisou | 29/04/2024

Cigana Sulamita havia previsto turbulências políticas; recentes eventos corroboram suas visões

Em um desenvolvimento político que ecoa previsões anteriores da renomada Cigana Sulamita, as relações entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a Câmara dos Deputados enfrentam um período turbulento. O recente adiamento de uma sessão crucial do Congresso Nacional, destinada à análise de vetos presidenciais, tem acirrado os ânimos e colocado em xeque a estabilidade das negociações entre os poderes.

O anúncio do adiamento, feito pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, não foi bem-recebido pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, que manifestou abertamente sua insatisfação. Lira destacou a tensão crescente e a falta de "tranquilidade" na dinâmica intergovernamental, evidenciando um clima de insatisfação e desacordo.


Essa controvérsia ganhou contornos mais definidos diante de um impasse sobre o veto do presidente Lula referente ao montante destinado às emendas de comissão. Os aliados de Lira alegam a existência de um acordo prévio que assegurava a recomposição de uma parte desses recursos para os parlamentares. No entanto, acusações de que os senadores reivindicaram uma porção maior do que o acordado exacerbaram as tensões, levando a um entrave nas negociações.

Enquanto isso, senadores e representantes do governo refutam essa narrativa, alegando que a verdadeira causa do desentendimento é a inadimplência do Senado em honrar o acordo. Além disso, a falta de apreciação do projeto de recriação do DPVAT pelo Senado, que incluiria uma cláusula para liberação de mais de R$ 15 bilhões para uso imediato pelo presidente Lula, é vista como uma manobra para controlar os recursos até que as emendas em atraso sejam efetivamente pagas pelo Executivo.


O episódio é percebido por aliados de Lira como uma ação coordenada entre o governo e o Senado para postergar a sessão, uma manobra que tem intensificado a insatisfação na Câmara dos Deputados. O cenário de disputas e a ausência de um consenso claro ameaçam não apenas a liberação de recursos cruciais antes do período eleitoral, mas também a estabilidade política do país.

Essa atmosfera de incertezas e conflitos, que havia sido antevista pela Cigana Sulamita, põe em destaque a preocupação crescente quanto ao ritmo de liberação de verbas e à manutenção dos acordos políticos. A dificuldade em encontrar soluções conciliatórias e o desgaste contínuo das relações entre o Executivo e o Legislativo contribuem para um quadro de instabilidade política e institucional que o Brasil enfrenta atualmente.

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FlM D0 SlSTEMA! Bolsonaro Tinha Razão, Vidente Cigano Gritou | 28/04/2024

Crise da fome: Brasil enfrenta alarmante insegurança alimentar enquanto governo viaja pelo mundo.

É indignante ver os números que refletem a realidade do povo brasileiro: quase 40% dos lares no Norte e no Nordeste enfrentaram algum nível de insegurança alimentar em 2023. Enquanto isso, o atual governo, que prometeu priorizar o combate à fome, parece estar mais interessado em viajar pelo mundo do que em enfrentar essa grave crise que assola milhões de famílias. 

Os dados divulgados pelo IBGE revelam uma situação alarmante: a região Norte registrou 39,7% dos domicílios em insegurança alimentar, enquanto no Nordeste esse percentual foi de 38,8%. Essas são as áreas mais afetadas, contrastando com os índices inferiores do Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A média nacional de 27,6% demonstra a gravidade do problema em todo o país.


É inaceitável que em um país tão rico em recursos naturais e agrícolas, tantas famílias passem por dificuldades para garantir uma refeição digna. A pandemia de Covid-19 agravou a situação, levando à perda de renda e ao aumento dos preços dos alimentos, tornando a luta contra a fome ainda mais desafiadora. 

Enquanto as famílias brasileiras enfrentam essa crise, o governo parece estar desconectado da realidade, priorizando agendas pessoais e internacionais em vez de implementar políticas eficazes para garantir a segurança alimentar de sua população. As cenas de brasileiros em busca de doações e até mesmo de restos de comida são um retrato triste da desigualdade e da negligência que permeiam nossa sociedade.


É hora de cobrar ações concretas e urgentes por parte das autoridades responsáveis. A fome não pode mais ser tratada como uma questão secundária. É um direito humano básico que deve ser garantido a todos os cidadãos. 

O governo precisa agir com responsabilidade e empatia, colocando o bem-estar do povo brasileiro acima de interesses políticos e pessoais. Enquanto os líderes do país viajam pelo mundo, milhões de brasileiros lutam diariamente para colocar comida na mesa. Chega de discursos vazios e promessas não cumpridas. O momento exige ação imediata e eficaz para acabar com a fome e garantir a dignidade de todos os brasileiros.

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 Edição e texto: Theta Wellington
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CAPITÃO CONSEGUIU! Governo Desabou, Sensitiva Tinha Razão | 27/04/2024

Aumenta a crise no governo e deixa mais escancarado que as coisas estão indo ladeira a baixo.

O deputado Dr. Victor Linhalis, vice-líder do governo na Câmara, tomou a decisão de deixar seu cargo após divergências com o Palácio do Planalto em relação a um projeto de lei do qual é relator, que aborda as invasões realizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). 

Sua exoneração foi oficializada e publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 22. Segundo uma nota enviada à imprensa pelo próprio Linhalis, a decisão foi motivada pela discordância de opiniões em relação à pauta da segurança jurídica no campo. Enquanto o deputado defendia o endurecimento da legislação e a garantia da segurança jurídica para os produtores rurais diante das invasões de terra, a orientação da liderança do governo seguia em direção oposta.


Essa divergência expõe uma clara ruptura na linha de pensamento entre o parlamentar e o governo, evidenciando uma falta de alinhamento em questões fundamentais, como a proteção dos direitos e interesses dos produtores rurais. 

Enquanto Linhalis buscava fortalecer a legislação para coibir as invasões de terras, o governo parecia adotar uma postura mais branda ou até mesmo de tolerância em relação a tais práticas. A segurança jurídica no campo é uma questão crucial para o desenvolvimento e a estabilidade do setor agrícola no Brasil. 

A incidência de invasões de terras não apenas ameaça a integridade dos produtores rurais e de suas propriedades, mas também gera insegurança jurídica e afasta potenciais investidores do setor. A saída de Linhalis do cargo de vice-líder do governo na Câmara representa não apenas uma discordância política, mas também uma renúncia à defesa dos interesses daqueles que dependem da proteção e da estabilidade no campo para prosperar. Sua atitude corajosa de abdicar de uma posição de destaque em nome de suas convicções demonstra um compromisso com os princípios e valores que considera essenciais para o bem-estar e o progresso do país.


No entanto, essa renúncia também levanta questões sobre a coesão e a coesão interna do governo em relação a questões cruciais de política agrícola e segurança jurídica. A falta de consenso e alinhamento dentro da liderança governamental pode minar a capacidade do governo de formular e implementar políticas eficazes para enfrentar os desafios enfrentados pelo setor agrícola brasileiro. 

Diante desse cenário, é fundamental que o governo reavalie sua abordagem em relação à questão das invasões de terras e busque uma posição mais clara e firme em defesa dos direitos dos produtores rurais e da segurança jurídica no campo. A colaboração entre os poderes Legislativo e Executivo é essencial para encontrar soluções que promovam o desenvolvimento sustentável e equitativo do setor agrícola, garantindo ao mesmo tempo a proteção dos direitos e interesses de todos os envolvidos.

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