DESAPARECEU! E Agora? Algo Grande, Sensitiva Arrepia Futuro | 12/12/2023

Helicóptero de reconhecimento militar da Guiana desaparece e mundo fica de orelhas em pé. Este pode ter sido o primeiro ato de guerra entre Venezuela e Guiana.

O desaparecimento de um helicóptero militar na Guiana é um fato que tem causado preocupação e mistério na região do Caribe e da América do Sul. O helicóptero da Guiana decolou na segunda-feira (6/12) com sete pessoas a bordo, incluindo quatro militares e três civis, para uma missão de reconhecimento na região de Essequibo, que é reivindicada pela Venezuela. 

O helicóptero perdeu contato com a base por volta das 10h30 da manhã e não foi mais localizado. As autoridades da Guiana iniciaram uma operação de busca e resgate com o apoio de aviões e navios dos Estados Unidos, que são aliados do país. Até o momento, não há indícios de envolvimento venezuelano no caso, nem de acidente ou ataque.


O desaparecimento do helicóptero ocorre em um momento de tensão entre a Guiana e a Venezuela, que disputam cerca de dois terços do território guianense, incluindo a região do Essequibo, rica em petróleo e minerais. A Venezuela tem aumentado suas ações militares e diplomáticas para pressionar a Guiana a ceder sua soberania sobre essa área, que é reconhecida internacionalmente como parte da Guiana. 

A Venezuela realizou um referendo no domingo (5/12) para legitimar a anexação de mais de dois terços do território guianense, que é rico em petróleo e minerais. O referendo foi considerado ilegal pela Guiana e pela comunidade internacional, que apoiam a solução pacífica da controvérsia pela Corte Internacional de Justiça, órgão da ONU.


Os Estados Unidos são um parceiro estratégico da Guiana, que apoiam a defesa de sua integridade territorial e a promoção da estabilidade regional. Em dezembro de 2023, os Estados Unidos enviaram comandantes militares para a Guiana para planejar a defesa do país contra uma possível invasão da Venezuela. 

O objetivo era fortalecer a cooperação militar entre os dois países e preparar a Guiana para responder a qualquer ameaça externa. Além disso, em julho de 2021, a Guiana e os Estados Unidos fizeram um acordo para fortalecer a capacitação militar entre as duas forças armadas, durante um exercício anual multinacional no Caribe, patrocinado pelo Comando Sul dos EUA.


O desaparecimento do helicóptero militar na Guiana é, portanto, um acontecimento que gera incerteza e inquietação na região. O helicóptero pode ter sido vítima de um acidente, de um ataque ou de uma sabotagem. A operação de busca e resgate continua em andamento, com a esperança de encontrar os sobreviventes e esclarecer o que ocorreu. 

O caso também pode ter implicações políticas e diplomáticas, dependendo das circunstâncias e dos responsáveis pelo desaparecimento. O caso pode aumentar ou diminuir a tensão entre a Guiana e a Venezuela, e entre os Estados Unidos e a Venezuela, que têm interesses conflitantes na região. O caso pode também mobilizar a atenção e a solidariedade da comunidade internacional, que busca preservar a paz e a segurança na região.

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VlRA VlRA! Reviravolta e Luz Começa Brilhar, Pastor Arrepia | 11/12/2023

Esse é o momento de virada de chave na Argentina, Milei toma posse em momento histórico.

A Argentina viveu um momento histórico no dia 10 de dezembro de 2023, quando o economista ultraliberal Javier Milei assumiu o poder como presidente da nação, após vencer as eleições com uma ampla margem de votos. A cerimônia de posse foi marcada por atos inéditos e polêmicos, que refletiram o estilo provocador e irreverente do novo mandatário. 

O primeiro deles foi a decisão de Milei de discursar para o público do lado de fora do Congresso, e não para os parlamentares, que ele chamou de "casta política" durante toda a campanha. Em sua fala, Milei defendeu as ideias do liberalismo econômico, criticou o socialismo e o populismo, e prometeu fazer uma "revolução" no país, com medidas como a redução drástica dos impostos, do gasto público e da intervenção estatal.


Em seguida, Milei se reuniu com o presidente em fim de mandato, Alberto Fernández, que lhe entregou o bastão e a faixa presidenciais, em um gesto protocolar e frio. Milei não poupou críticas ao seu antecessor, a quem acusou de levar o país à ruína econômica e social, com uma gestão marcada pela corrupção, pela inflação e pelo endividamento. 

Depois de receber os atributos do cargo, Milei seguiu de carro para a Casa Rosada, a sede do governo, com escolta, mas fez questão de descer na praça de Maio e caminhar até o prédio, saudando os seus apoiadores, que lotavam as ruas com bandeiras argentinas e cartazes com frases de apoio ao novo presidente. 

Na Casa Rosada, Milei cumprimentou as delegações estrangeiras, entre elas, a do rei da Espanha, dos presidentes do Uruguai, Paraguai, Chile, El Salvador, Honduras e do primeiro-ministro da Hungria. O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, foram convidados, mas não compareceram à cerimônia.


Na parte da tarde, os ministros do gabinete de Milei tomaram posse, em uma cerimônia rápida e sem discursos. Em seguida, Milei participou do Te Deum, um hino religioso, na Catedral Metropolitana de Buenos Aires, onde houve um culto inter-religioso, com mensagens de representantes católicos, judeus, muçulmanos e protestantes, que rezaram pelo futuro da Argentina. 

À noite, Milei encerrou o dia com uma apresentação especial no Teatro Colón, em Buenos Aires, onde assistiu a uma ópera de sua preferência, acompanhado de sua esposa e de seus convidados especiais.

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ENGROSSOU! Venezuela e Rússia? Vidente Cigano Arrepia Destino | 10/12/2023

Tensão aumenta! Venezuela fala com Rússia para interceder sobre envolvimento dos Estados Unidos da América na questão da Guiana.

Parece que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está realizando um referendo consultivo sobre a reivindicação venezuelana do território do Essequibo, que se encontra hoje sob controvérsia internacional dentro das fronteiras da Guiana. Maduro decidiu recorrer ao seu maior aliado externo, Vladimir Putin, em meio à crescente crise com a Guiana e os EUA. 

Ele também mudou o tom sobre o diálogo com a Guiana e uma petroleira que opera na região. No entanto, a Guiana e a comunidade internacional rejeitaram a decisão de Maduro, acusando-o de violar o Acordo de Genebra, assinado em 1966. O acordo estabelece que a disputa territorial deve ser resolvida por arbitragem internacional. 

A Venezuela também enfrenta ameaças de conflito militar com a Guiana por causa da recente descoberta de vastos campos petrolíferos offshore na região. Muitos moradores da região predominantemente indígena estão nervosos com a situação.


A Venezuela e a Guiana estão em uma situação delicada por causa de uma disputa territorial que remonta ao final do século XIX. A Venezuela reivindica a região do Essequibo, que corresponde a dois terços do território da Guiana, como parte de sua herança histórica. A Guiana, por sua vez, considera o Essequibo como parte de sua soberania e integridade territorial. 

A questão foi levada à arbitragem internacional em 1899, quando a Guiana era uma colônia britânica. Os Estados Unidos foram os árbitros e decidiram em favor da Guiana, reconhecendo a fronteira imposta pela Inglaterra. A Venezuela não aceitou o resultado e rompeu relações diplomáticas com a Guiana em 1887. Desde então, o conflito se arrasta sem uma solução definitiva. 

Em 1966, a Venezuela e a Inglaterra assinaram um acordo para anular o laudo arbitral de 1899 e resolver a questão por meio de negociações bilaterais. No entanto, esse acordo nunca foi ratificado pela Guiana, que se tornou independente em 1966.


Em 2023, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, decidiu realizar um referendo consultivo sobre a reivindicação venezuelana do Essequibo. Ele convocou os venezuelanos para votarem sim ou não em cinco questões relacionadas ao tema. Maduro afirmou que o referendo seria um sucesso e que a maioria da população apoiaria a anexação. 

No entanto, a Guiana e a comunidade internacional rejeitaram a decisão de Maduro, acusando-o de violar o Acordo de Genebra de 1966. O acordo estabelece que a disputa territorial deve ser resolvida por arbitragem internacional. A Venezuela também enfrenta ameaças de conflito militar com a Guiana por causa da recente descoberta de vastos campos petrolíferos offshore na região.

Muitos moradores da região predominantemente indígena estão nervosos com a situação. Eles temem perder seus direitos territoriais e culturais diante das pretensões venezuelanas. Além disso, eles sofrem com os impactos ambientais causados pela exploração petrolífera na área. O Brasil é um dos poucos países que mantém boas relações com ambos os lados do conflito. 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um dos principais aliados políticos de Maduro no mundo e tem defendido uma solução pacífica para o problema. Lula também tem buscado mediar entre os países envolvidos e oferecer ajuda humanitária aos afetados. O referendo venezuelano sobre o Essequibo é uma oportunidade para que as partes envolvidas busquem uma solução negociada e respeitem os direitos humanos dos povos locais. A guerra não é saída para esse impasse histórico.

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TÁ CHEGANDO! Mito e Capitão se preparam, Vidente Cigano Avisou | 09/12/2023

Bolsonaro viaja para a posse de Milei e leva grande comitiva.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o filho dele Eduardo Bolsonaro (PL), deputado federal por São Paulo, decidiram participar da posse do presidente eleito da Argentina, Javier Milei, no próximo dia 10 de dezembro em Buenos Aires. A informação foi confirmada por Fábio Wajngarten, advogado e assessor do ex-presidente.


Bolsonaro e Milei têm em comum uma visão liberal sobre economia e política. Eles também são críticos do governo Lula e da esquerda brasileira. No entanto, eles têm diferenças ideológicas sobre questões sociais e ambientais. Por exemplo, Milei defende o livre mercado, a redução da carga tributária e a privatização das empresas estatais. 

Já Bolsonaro defende o conservadorismo social, o aumento dos gastos públicos e a intervenção estatal no setor energético. Bolsonaro recebeu um convite de Milei em uma ligação feita na manhã desta segunda-feira (20). Em sua conta no X, Bolsonaro divulgou um vídeo da ligação. Nela, Milei diz que seria uma honra enorme se o ex-presidente e o deputado Eduardo Bolsonaro estivessem na posse. 

Bolsonaro diz que está muito feliz com a vitória do ultraliberal na Argentina e que "quase estou torcendo para a Argentina na próxima terça-feira (21) o Brasil", em referência entre as duas seleções.


Para viajar à Argentina, basta a apresentação de um RG. Em atenção às investigações em curso e com profundo respeito ao juízo do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a Polícia Federal a apreender o passaporte de Bolsonaro em maio por suspeita de falsificação de dados em cartões de vacinação, Bolsonaro informou ao ministro que estará temporariamente ausente do país no período compreendido entre os dias 7 e 11 de dezembro. 

A ausência se dará em razão da viagem à Argentina, onde participará da cerimônia de posse de Javier Milei na Presidência da Argentina. A posse será realizada no Congresso Nacional argentino, após uma votação no Senado. O chanceler Mauro Vieira representará o Brasil na cerimônia.

A presença ou não de Bolsonaro na posse pode gerar polêmica entre os dois países vizinhos. O presidente Lula (PT) não comparecerá à cerimônia, pois se sentiu ofendido pessoalmente por diversas declarações de Milei. Além disso, há relatos de que houve confrontos entre manifestantes pró-Milei e pró-Lula nas ruas argentinas antes da eleição.

No vídeo a seguir o vidente Cigano Iago do Oriente fala sobre uma bomba no atual governo.

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DlTADOR TREMEU! Estados Unidos Entrou, Sensitiva Gritou no Tarô | 08/12/2023

Estados Unidos da América entra em mais uma guerra que não é sua.

O treinamento militar dos Estados Unidos da América na Guiana é um tema que tem gerado interesse e debate na região do Caribe e da América do Sul. 

Os Estados Unidos são um aliado estratégico da Guiana, que enfrenta uma disputa territorial com a Venezuela, que reivindica cerca de dois terços do território guianense, incluindo a região do Essequibo, rica em petróleo e minerais. A Venezuela tem aumentado suas ações militares e diplomáticas para pressionar a Guiana a ceder sua soberania sobre essa área, que é reconhecida internacionalmente como parte da Guiana.


Diante desse cenário, os Estados Unidos têm apoiado a Guiana na defesa de sua integridade territorial e na promoção da estabilidade regional. Em dezembro de 2023, os Estados Unidos enviaram comandantes militares para a Guiana para planejar a defesa do país contra uma possível invasão da Venezuela. 

O objetivo era fortalecer a cooperação militar entre os dois países e preparar a Guiana para responder a qualquer ameaça externa. O comunicado da embaixada americana na Guiana afirmou que os Estados Unidos estão comprometidos com a segurança e o desenvolvimento da Guiana e que respeitam o direito internacional e a solução pacífica de controvérsias.


Além disso, em julho de 2021, a Guiana e os Estados Unidos fizeram um acordo para fortalecer a capacitação militar entre as duas forças armadas. O acordo foi formalizado após o encerramento do exercício anual multinacional Tradewinds 2021, no Caribe, patrocinado pelo Comando Sul dos EUA e que teve a Guiana como país anfitrião, entre os dias 11 e 26 de junho. 

O Tradewinds reuniu contingentes militares de 12 países para melhorar a interoperabilidade em situações de desastres naturais e outras ameaças concentradas no Caribe. O acordo prevê o intercâmbio de informações, treinamentos, equipamentos e assistência técnica entre as duas nações. O treinamento militar dos Estados Unidos da América na Guiana é, portanto, uma demonstração da parceria e da confiança entre os dois países, que buscam garantir a paz e a prosperidade na região. 

O treinamento também é uma forma de dissuadir a Venezuela de realizar qualquer ação hostil contra a Guiana, que conta com o apoio dos Estados Unidos e da comunidade internacional para defender sua soberania e seus recursos naturais.

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