A contradição do governo Lula aparece mais uma vez. Após crise vem a promessa da criação de mais muros.
FUGA D0 BRASlL! Correria no Alvorada, Chay Grazik Arrepia | 17/02/2024
REVlRAVOLTA! Fuga em Mossoró, Governo na MlRA, Vidente Arrepia | 16/02/2024
Dias de terror! A fuga em Mossoró: como aconteceu e como poderia ser evitada.
Edição e texto: Theta Wellington
TRÁGlC0 DESTlN0! Governo CAl, Não Veja Isso, Chay Grazik Arrepia | 15/02/2024
Sensitiva Chay fala sobre o mal do Big Brother Brasil, sobre prisão no atual governo e Lula sendo substituído!
Em um momento de intensa reflexão sobre a influência dos meios de comunicação na sociedade, a sensitiva Chay traz à luz questões pertinentes sobre o impacto do entretenimento na cultura e na vida cotidiana das pessoas, particularmente em relação ao reality show Big Brother Brasil (BBB), produzido pelo Grupo Globo. Esse programa, segundo ela, exemplifica uma das vertentes mais nocivas do entretenimento moderno, agindo como uma força contrária aos valores conservadores, à fé, aos costumes e à cultura tradicional.
Chay argumenta que a programação do Grupo Globo, incluindo filmes, séries, novelas e jornalismo, parece seguir uma linha editorial progressista, que muitas vezes coloca em xeque valores conservadores.
A maneira como a criminalidade é retratada pela emissora, por vezes, inverte a percepção pública de vítimas e agressores, gerando uma defesa desproporcional dos últimos. Este fenômeno contribui para a diluição dos princípios éticos e morais, provocando um deslocamento das bases culturais e espirituais da sociedade.
O BBB, em particular, é apontado por Chay como um vetor de alienação, capaz de induzir vícios e distorcer a realidade dos espectadores. A exposição a comportamentos questionáveis, como conflitos, excessos e intrigas, além do envolvimento em atividades como votações e apostas, pode ter um impacto negativo significativo na rotina, no sono, na produtividade e no bem-estar mental dos indivíduos, afastando-os das questões reais que demandam atenção e ação.
No cenário político, Chay observa uma dissonância entre as gestões passada e atual do governo brasileiro. A comparação entre os mandatos revela diferenças marcantes nas abordagens econômicas e fiscais. Enquanto o governo anterior, liderado por Bolsonaro, empenhou-se na redução de impostos, o atual enfrenta críticas por aumentar a carga tributária em uma tentativa de equilibrar as contas públicas. Essa estratégia tem gerado debate sobre a eficácia e as consequências de tais medidas para a população.
Além disso, Chay menciona teorias circulando na internet sobre uma possível mudança no comando do país, sugerindo que Geraldo Alckmin, o vice-presidente, poderia assumir a presidência. Essa especulação ganha força diante da percepção de que Alckmin tem assumido um papel mais proeminente nas decisões governamentais, enquanto o presidente Lula dedica parte de seu tempo a compromissos internacionais. Essa situação levanta questões sobre a dinâmica de liderança e governança no atual cenário político brasileiro.
As reflexões de Chay oferecem uma janela para o debate sobre os efeitos da cultura de massa e da política na conformação dos valores sociais, incentivando uma análise crítica da maneira como consumimos entretenimento e nos envolvemos com as questões políticas e econômicas do país.
ELE CONSEGUIU! Liberdade Mudará Tudo, Chay Grazik Arrepia | 15/02/2024
Waldemar da Costa Neto consegue sua liberdade provisória e pode lutar por sua inocência fora das grades.
GOVERNO NO FlM! Congresso e Senado Travou, Vidente Arrepia Destino | 13/02/2024
Volta dos trabalhos no congresso pré diz um 2024 difícil para Lula.
No início de 2024, o renomado vidente Lindomar proferiu uma profecia que causou arrepios em todo o país, antevendo um período repleto de desafios para o governo de Lula. Com a reabertura das atividades do Congresso Nacional, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, os augúrios de Lindomar começaram a ganhar contornos mais nítidos, prenunciando um ano turbulento na política brasileira.
O papel do Congresso, essencial na elaboração das leis e na fiscalização do governo, muitas vezes se vê em rota de colisão com o Poder Executivo, liderado pelo presidente da República. Este embate, embora parte do dinamismo democrático, pode acirrar os ânimos e desencadear períodos de intensa tensão e discordância, especialmente quando os interesses e visões dos dois poderes divergem significativamente.
Essa tensão se manifestou claramente com o término do recesso parlamentar. Arthur Lira, presidente da Câmara e outrora aliado do governo, emergiu como uma voz crítica contra o presidente Lula, especialmente após o veto presidencial a partes significativas do Orçamento de 2024. O orçamento, peça-chave na administração dos recursos do país, tornou-se o epicentro de um debate acalorado sobre prioridades e viabilidade das despesas propostas pelo Congresso, com Lira acusando o governo de desrespeitar a autonomia legislativa.
Além das questões orçamentárias, a gestão da pandemia de Covid-19 tornou-se outro ponto de fricção. A Câmara, sob a liderança de Lira, expressou descontentamento com a velocidade da aquisição e distribuição de vacinas pelo governo, demandando ações mais efetivas em vez de discursos.
No Senado, as águas também se agitaram. Rodrigo Pacheco, presidente do Senado e um dos aliados governamentais, defendeu a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as ações do governo federal durante a crise sanitária. Essa posição colocou o governo em alerta, temeroso de que a CPI pudesse se transformar em uma ferramenta de oposição política.
A reforma tributária, essencial para a modernização e simplificação do sistema fiscal brasileiro, emergiu como mais um campo de batalha. A disputa pela relatoria da reforma revela o desejo dos partidos de influenciar as mudanças nas políticas tributárias, evidenciando as complexas negociações que moldam o cenário político.
Assim, conforme antecipado por Lindomar, o cenário político brasileiro em 2024 se desenrola sob o signo do desafio. A tensão palpável entre o Executivo e o Legislativo sinaliza dificuldades iminentes para o governo em avançar com suas agendas e evitar uma crise política. Esta atmosfera não apenas impacta diretamente o futuro do Brasil, mas também a vida cotidiana de sua população, reforçando a necessidade de diálogo, compreensão e cooperação entre os poderes para navegar pelas turbulências preditas e construir um caminho próspero para a nação.
CONFIRA O VÍDEO AQUI
Edição e texto: Theta Wellington