G0VERN0 e Impeachment! Vai Começar Brasil, Sensitiva Atualiza | 24/12/2024

Declaração de Lula sobre crescimento econômico é desconectada da realidade

Em um vídeo publicado neste sábado (21), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil vive um momento “excepcional” de crescimento econômico, geração de empregos e fortalecimento do comércio. A fala, feita em tom otimista, contrasta profundamente com os dados concretos da economia brasileira, como a disparada do dólar, que atingiu um patamar recorde, causando impacto direto no custo de vida dos brasileiros e na competitividade do setor produtivo nacional. 

Ao afirmar que “está tudo funcionando”, Lula parece ignorar os sinais claros de fragilidade econômica que permeiam o cotidiano do país. O dólar em alta pressionou ainda mais a inflação, elevando os preços de produtos importados e insumos, enquanto o poder de compra da população segue corroído. Além disso, setores estratégicos, como a indústria, enfrentam dificuldades para se recuperar, colocando em xeque a narrativa de um crescimento “excepcional” promovida pelo presidente.


A declaração também desconsidera o impacto dessa instabilidade cambial nas relações comerciais. Um dólar tão valorizado prejudica empresas que dependem de insumos importados e encarece produtos básicos, como combustíveis e alimentos. Para a classe média e a população mais pobre, essa situação resulta em custos ainda maiores, aprofundando desigualdades e gerando insatisfação generalizada. Enquanto isso, medidas concretas para enfrentar a instabilidade econômica parecem escassas no governo. 

A nomeação de Gabriel Galípolo como próximo presidente do Banco Central foi celebrada por Lula como um marco de autonomia, mas especialistas questionam se ele terá a independência necessária para implementar políticas eficazes diante de um cenário tão adverso. A impressão que fica é a de que o governo está mais preocupado em construir uma narrativa otimista do que em oferecer soluções reais.


Fazer afirmações desconectadas da realidade econômica apenas agrava a situação, pois compromete a confiança dos investidores e desorienta a população, que já sofre com o aumento do custo de vida. Além disso, discursos exageradamente positivos podem ser interpretados como um desrespeito às dificuldades enfrentadas diariamente por milhões de brasileiros, que não enxergam, na prática, o “crescimento excepcional” apontado pelo presidente. 

Lula precisa abandonar a retórica triunfalista e enfrentar os desafios econômicos com a seriedade que a situação exige. É imprescindível que o governo apresente políticas eficazes para estabilizar a moeda, controlar a inflação e promover o crescimento sustentável. Insistir em discursos desconectados da realidade só aumenta a sensação de desamparo e reforça a percepção de que o Planalto está alheio às reais necessidades do país.

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C0NGRESS0 T0M0U! Governo Leva Rasteira, Vidente Cigano Arrepia | 22/12/2024

Câmara aprova PEC do ajuste fiscal e impõe medidas para fortalecer a economia. 

Ver o congresso tomar a frente da situação é um golpe brutal no governo. Agora Haddad e companhia tem que lidar com a vergonha de terem sido considerados inúteis.

A Câmara dos Deputados deu um passo importante nesta quinta-feira (19) ao aprovar, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do ajuste fiscal. A medida, que obteve 344 votos favoráveis contra 154 contrários, busca aliviar as contas públicas, estimular a economia e, em última instância, valorizar o real. A proposta é vista como uma tentativa do Congresso de assumir maior protagonismo em questões econômicas, diante da pressão sobre o governo Lula para conter o déficit fiscal e estabilizar o cenário econômico. 

A PEC prevê mudanças significativas, como a restrição ao acesso ao abono salarial, o redirecionamento de recursos ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e a prorrogação da desvinculação de receitas da União. Com essas medidas, o governo espera economizar R$ 375 bilhões até 2030, reduzindo as despesas obrigatórias e ampliando a margem de manobra orçamentária. Parte do texto também aborda o combate aos supersalários no funcionalismo público, tema que ganhou relevância no debate público.


Contudo, nem todos os pontos avançaram sem críticas. A PEC inclui brechas que podem frustrar o objetivo de controle fiscal, como a possibilidade de manutenção de supersalários por meio de auxílios indenizatórios não contabilizados no teto constitucional. Esse ponto gerou insatisfação entre parlamentares e especialistas, que consideram a medida um retrocesso. Para eles, enquanto a proposta traz avanços, a exceção mina a credibilidade do ajuste fiscal e mantém privilégios em setores estratégicos. 

Os impactos econômicos da aprovação da PEC ainda são incertos, mas a iniciativa representa uma tentativa do Congresso de recuperar a confiança do mercado. Economistas avaliam que a aprovação em primeiro turno demonstra compromisso com o ajuste fiscal, o que pode atrair investimentos e conter a desvalorização do real. No entanto, alertam que a economia efetiva dependerá da aplicação rigorosa das medidas e da resolução das lacunas que permanecem no texto.


Esse protagonismo do Legislativo também reflete a pressão por respostas concretas a uma economia que enfrenta inflação resistente, baixa competitividade e perda de valor da moeda. A aprovação da PEC sinaliza que o Congresso está disposto a compartilhar o ônus de implementar medidas impopulares, mas necessárias para equilibrar as contas públicas. 

Essa atitude pode fortalecer o diálogo entre os poderes, essencial para garantir a estabilidade política e econômica do país. Agora, a PEC segue para a análise dos destaques antes do segundo turno, o que pode alterar pontos sensíveis do texto. Caso seja aprovada em definitivo, representará um marco no esforço conjunto entre Congresso e governo para enfrentar os desafios fiscais e econômicos do Brasil. Resta acompanhar como essas medidas serão implementadas e se efetivamente contribuirão para valorizar o real e estabilizar o cenário econômico nacional.

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DEBANDADA! Malas Prontas, Governo no FlM, Astróloga Maricy Vogel | 20/12/2024

Governo Lula e Haddad: decisões econômicas colocam Brasil em risco de apagão fiscal

O Brasil enfrenta um cenário econômico alarmante, com riscos crescentes de um apagão fiscal em 2032, conforme revelou um relatório do Tesouro Nacional. As decisões tomadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva e seu ministro da Fazenda, Fernando Haddad, têm gerado preocupações em relação à sustentabilidade das contas públicas. 

O espaço para despesas discricionárias pode praticamente desaparecer nos próximos anos, e a dívida do país ameaça se tornar ainda mais insustentável. De acordo com o relatório divulgado, o governo federal dispõe atualmente de R$ 123 bilhões para despesas discricionárias em 2025. Contudo, as projeções indicam uma redução drástica desse valor para apenas R$ 3 bilhões em 2032. Isso significa que, em menos de uma década, o Executivo poderá ficar praticamente sem recursos para custear serviços básicos como saúde, educação e infraestrutura, levando a um colapso na máquina pública. A principal causa dessa situação é o aumento descontrolado de gastos obrigatórios e a falta de políticas concretas para conter a dívida pública.


Fernando Haddad, à frente do Ministério da Fazenda, tem defendido medidas como o novo arcabouço fiscal e pacotes tributários, mas as ações propostas ainda não apresentam resultados efetivos. O Tesouro alerta que, sem um controle mais rígido das contas e cortes significativos em despesas obrigatórias, o país continuará caminhando para um abismo fiscal. 

O crescimento da dívida bruta é um reflexo direto das políticas de aumento de gastos e da dificuldade do governo em equilibrar investimentos com arrecadação. Além da deterioração fiscal, a inflação alta, aliada à baixa confiança do mercado, tem provocado efeitos negativos na economia. O governo Lula apostou em ampliação de programas sociais e investimentos públicos, mas sem uma contrapartida sólida de arrecadação. O resultado é uma pressão crescente sobre as contas públicas, alimentada por uma visão que prioriza o aumento de despesas sem planejamento para conter a dívida.


As projeções do Tesouro Nacional sugerem que a dívida bruta do Brasil começará a cair apenas em 2027, com uma estabilização prevista para 2028 e redução efetiva a partir de 2029. Esse cenário otimista, contudo, desconsidera o impacto de novas medidas que podem aumentar ainda mais os gastos, como reajustes salariais do funcionalismo e a expansão de benefícios sociais. Sem reformas estruturais e políticas responsáveis, o país corre o risco de enfrentar dificuldades em honrar compromissos básicos no médio e longo prazo. 

Especialistas alertam que a confiança do mercado é fundamental para reverter esse quadro. No entanto, as declarações e ações do atual governo têm gerado insegurança entre investidores, o que prejudica a capacidade do Brasil de atrair capital estrangeiro e estimular o crescimento econômico. A falta de clareza em relação a medidas de austeridade fiscal agrava o cenário, afastando oportunidades e aprofundando a crise.

O relatório do Tesouro Nacional serve como um alerta urgente para o governo de Lula e Haddad. As projeções apontam um futuro preocupante caso não sejam tomadas medidas concretas para conter os gastos e reformar a estrutura fiscal do país. A atual trajetória coloca em risco a economia brasileira, ameaçando serviços essenciais e a confiança de investidores. Se o governo não adotar políticas responsáveis e eficazes, o Brasil poderá enfrentar um apagão fiscal que comprometerá décadas de esforço e crescimento.


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Créditos Maricy Vogel

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C0NDENAD0! 9 Anos de PRlSÃO, Algo Grande, Vidente Cigano Atualiza | 18/12/2024

A Queda de Roberto Jefferson: Um Retrato da perseguição exercida pela mídia contra o bolsonarismo.

O ex-deputado federal Roberto Jefferson se encontra em uma das situações mais delicadas de sua trajetória política. Após uma série de declarações e ações polêmicas, ele recebeu o primeiro voto a favor de sua condenação no Supremo Tribunal Federal (STF), que propõe uma pena de nove anos, um mês e cinco dias de prisão, além do pagamento de R$ 200 mil em danos morais coletivos. As acusações contra Jefferson incluem incitação ao crime, homofobia, calúnia e atentado ao exercício dos Poderes, refletindo uma escalada de atitudes que desafiaram os limites democráticos. 

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, destacou que as atitudes de Jefferson ferem os princípios fundamentais da Constituição. Segundo Moraes, as declarações e ações do ex-deputado não apenas desrespeitam instituições democráticas, mas também incentivam comportamentos que ameaçam a estabilidade do país. Em seu voto, o ministro fez conexões diretas entre os discursos inflamados de Jefferson e os ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes.


Entre os episódios mais graves que pesam contra Roberto Jefferson está sua resistência à prisão em outubro de 2022, quando disparou contra policiais federais que cumpriam um mandado judicial. Esse incidente, amplamente criticado, foi interpretado como uma demonstração clara de sua recusa em respeitar a autoridade das instituições. Além disso, suas declarações públicas, muitas vezes marcadas por ataques violentos e discurso de ódio, contribuíram para a polarização política no Brasil e alimentaram movimentos contrários à democracia.

 A Procuradoria-Geral da República (PGR) também aponta que Jefferson promoveu discursos para incitar a população a invadir o Senado e cometer atos de violência contra senadores. Além disso, ele sugeriu em declarações públicas a destruição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), algo que, segundo os especialistas, ultrapassa qualquer crítica legítima e se configura como um claro atentado ao Estado de Direito. As acusações reforçam a gravidade de suas ações e colocam em evidência os riscos de discursos extremistas.


Com a possibilidade de confirmação da sentença pelos ministros do STF, Roberto Jefferson enfrenta uma provável condenação que marcará o fim de sua carreira política e o início de uma nova fase de sua vida, desta vez no sistema prisional. Ainda assim, Jefferson poderá recorrer da decisão, mas sua imagem pública já está profundamente desgastada, tanto pela gravidade das acusações quanto pelas evidências apresentadas ao tribunal. 

O caso de Roberto Jefferson serve como um alerta sobre os limites da liberdade de expressão e os perigos do radicalismo político. Enquanto para alguns ele ainda representa uma figura combativa, para a maioria, Jefferson se tornou um exemplo das consequências de desafiar os pilares da democracia. Sua situação reflete a importância de responsabilizar atos que ameacem a ordem institucional, destacando que, em uma democracia, ninguém está acima da lei.

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BOLSONARO ANUNClA! Braga Netto e Atualização, Cigana Arrepia | 16/12/2024

Mourão critica prisão de Braga Netto: ‘Atropelo das normas legais’

A recente prisão do general da reserva Walter Braga Netto tem gerado polêmica e dividido opiniões no cenário político brasileiro. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente da República, classificou a detenção como um "atropelo das normas legais" e questionou a legalidade e a necessidade da medida. Mourão argumenta que o ex-ministro da Defesa não representa qualquer risco à ordem pública e que a ação judicial carece de justificativas sólidas. 

A investigação em questão envolve a suposta participação de Braga Netto em articulações para um golpe de Estado, com o objetivo de impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. Contudo, para Mourão, o processo tem sido conduzido de forma precipitada e com base em hipóteses frágeis, o que compromete a credibilidade das instituições jurídicas. "Não podemos admitir que um país democrático como o Brasil recorra a medidas que desrespeitem as garantias constitucionais, especialmente em casos tão graves quanto este", destacou o senador.


O posicionamento de Mourão reflete preocupações mais amplas sobre a condução de investigações sensíveis envolvendo figuras públicas. Para o senador, a prisão de Braga Netto pode ser interpretada como um precedente perigoso, em que questões políticas interferem na aplicação da justiça. Ele também ressaltou que, até o momento, não foram apresentados elementos concretos que liguem Braga Netto a atos diretos de conspiração contra o governo eleito. 

Aliados de Braga Netto e críticos do governo Lula têm apontado a prisão como parte de uma estratégia para enfraquecer a oposição política. Para eles, a detenção não apenas agrava as tensões políticas no país, mas também ameaça a estabilidade institucional ao promover a criminalização de adversários políticos sem provas definitivas. Mourão destacou que, enquanto o devido processo legal não for respeitado, qualquer ação dessa natureza será vista como arbitrária.


Por outro lado, defensores das investigações afirmam que a prisão é uma medida necessária para garantir que a verdade venha à tona. Mas fica evidente que é um movimento acelerado. Mourão insiste que é fundamental equilibrar a busca pela justiça com o respeito às normas legais. “Um julgamento justo e baseado em provas concretas é o que diferencia um estado democrático de direito de regimes autoritários”, disse o senador. 

A prisão de Braga Netto reacende o debate sobre os limites das ações judiciais em contextos políticos no Brasil. Para Mourão, o caso é emblemático de um momento delicado da democracia brasileira, em que as instituições precisam reforçar sua imparcialidade e respeito às leis. O desenrolar do processo será crucial para determinar não apenas a situação do general, mas também o futuro da confiança nas instituições jurídicas do país.

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