SE PREPARE! Governo Lula Reprovado na ONU, Futuro Anunciado, Vidente Cigano Gritou | 20/10/2023

Estados Unidos vota contra resolução do Brasil na ONU.

O Brasil propôs uma resolução que condenava a violência contra civis, os atos de terrorismo e os sequestros, e pedia pausas humanitárias para permitir o acesso de ajuda a Gaza. A resolução foi apoiada por 12 países, incluindo a China e a França, mas foi vetada pelos Estados Unidos, que são um dos cinco membros permanentes do Conselho com poder de veto. 

Os Estados Unidos alegaram que a resolução não mencionava o direito de autodefesa de Israel, e que preferiam buscar uma solução diplomática direta com os envolvidos no conflito. O Brasil criticou o veto dos Estados Unidos e disse que estava "profundamente triste e decepcionado" com a paralisia do Conselho diante da catástrofe humanitária em Gaza. Pelo que tudo indica, nosso governo não entende a gravidade do que está acontecendo.


O conflito entre Israel e o Hamas é uma das questões mais complexas e polêmicas do Oriente Médio. Trata-se de uma disputa histórica, política e religiosa por um território que ambos os lados consideram sagrado e que envolve questões de segurança, direitos humanos e soberania. 

O Hamas é um grupo militante islâmico palestino que governa a Faixa de Gaza, uma estreita faixa de terra na costa do Mediterrâneo, cercada por Israel, Egito e o mar. O Hamas não reconhece Israel como um Estado e reivindica o território israelense para a Palestina. 

O grupo é considerado terrorista pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por Israel, que o acusam de realizar ataques com foguetes, atentados suicidas e outras formas de violência contra civis israelenses. Israel é um Estado judeu criado em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas), após o fim da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, que vitimou milhões de judeus na Europa. Israel se considera o único país democrático da região e tem o apoio dos Estados Unidos e de outros aliados ocidentais. Israel defende o seu direito de existir e de se proteger dos ataques do Hamas e de outros grupos inimigos.


A origem do conflito remonta ao início do século XX, quando a região da Palestina era dominada pelo Império Otomano e depois pelo Reino Unido. Nesse período, houve um aumento da imigração judaica para a região, motivada pelo sionismo, um movimento nacionalista que buscava criar um lar nacional para os judeus. Os árabes palestinos, que já habitavam a região há séculos, se opuseram à presença judaica e ao projeto sionista, temendo perder suas terras e sua identidade. Em 1947, a ONU propôs a partilha da Palestina em dois Estados: um judeu e um árabe. 

Os judeus aceitaram a proposta, mas os árabes a rejeitaram, alegando que ficariam com as terras menos férteis e menos recursos. Em 1948, foi declarada a independência de Israel, que foi imediatamente atacada pelos países árabes vizinhos. A guerra resultou na vitória de Israel e na ocupação de parte do território destinado aos árabes. Cerca de 700 mil palestinos se tornaram refugiados. 

Desde então, houve várias guerras e tentativas de paz entre Israel e os países árabes, mas nenhuma solução definitiva foi alcançada. A questão palestina permaneceu como um dos principais pontos de conflito. Em 1967, Israel conquistou mais territórios na Guerra dos Seis Dias, incluindo a Cisjordânia, Jerusalém Oriental e a Faixa de Gaza. Esses territórios são considerados ocupados pela comunidade internacional e reivindicados pelos palestinos como parte de seu futuro Estado.

Em meio a tanta guerra, não parece normal uma resolução que não fala do direto a legítima defesa de Israel.

CONFIRA O VÍDEO AQUI 


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 Edição e texto: Theta Wellington
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